DEZENOVE CARTAS SOBRE JUDAÍSMO

Dezenove

Rabino Shimshon (Samson) Raphael Hirsch, Editora Sêfer, 140 páginas (14x21cm, capa flexível), ISBN 85-85583-34-7, 2002

Link: http://www.judaicaportugal.com//DEZENOVE_CARTAS_SOBRE_JUDAc38dSMO/p440356_4341404.aspx

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“Dezenove” Cartas Sobre Judaísmo – The Nineteen Letters of Ben Uziel

Esta primeira obra do Rabino Hirsch (1808-1888) publicada em português apresenta sua profunda visão do judaísmo, através da troca de correspondências entre um jovem intelectual e seu filosófico rabino.

Seu conceito de ”Torá im Dérech Érets”, que criou uma ponte sólida entre a modernidade e o espírito e as práticas da Torá, revolucionou a educação judaica e o judaísmo no século 19 e é aplicado até hoje com enorme sucesso pela neo-ortodoxia, que cumpre os mandamentos Divinos integrada à sociedade laica. É um daqueles livros capaz de mudar toda uma vida!

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Prefácio dos Tradutores:

Foi um privilégio trabalhar nesta obra excepcional do célebre rabino Shimshon (Samson) Raphael Hirsch Z’’L, a primeira a ser traduzida na íntegra para o português. Escrita originalmente em alemão, revela-se tão importante hoje quanto no século XIX, quando foi publicada a primeira a primeira vez.

Em nome da fidelidade absoluta ao conteúdo, utilizamos duas traduções do alemão para o inglês – uma feita pelo rabino Bernard Drachman, em 1899, e a outra, pelo rabino Joseph Elias, em 1995. Comparamos também o texto em português ao original alemão. Apesar da força do tema central, optamos por inserir algumas adaptações idiomáticas que, esperamos, ampliarão a compreensão das ideias expostas.

Com o mesmo objectivo, elaboramos uma introdução sobre a vida e a produção literária do autor. Fazem parte desta edição as notas explicativas do próprio rabino Hirsch (SRH), mais as notas da tradução norte-americana assinada pelo rabino Joseph Elias (JE), além das notas dos tradutores (NT). Cada carta também recebeu um título segundo sua característica mais marcante. Chegamos a estes títulos através de consultas a diferentes traduções para língua inglesa.

A edição final coube ao professor Jairo Fridlin, que manteve intacto o espírito do texto ao imprimir um tom mais coloquial à linguagem. Seu objectivo, não por acaso o mesmo autor, na época, foi o de incentivar o questionamento e o debate sobre os caminhos da religião entre os jovens. Porque este é um livro dedicado a eles.

Auro del Giglio

Ricardo Metzner

CELEBRANDO A VIDA

Celebrando a Vida

Rabino Jonathan Sacks, Editora Sêfer, 233 páginas (14x21cm, capa flexível), ISBN 978-85-7931-011-9, 2010

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Celebrando a Vida – Encontrando a felicidade em lugares inesperados

“Nessas reflexões, eu tento dizer o que é felicidade, como nós as criamos, como nós a perdemos e como, às vezes, passamos por ela sem reconhecê-la. A felicidade não está em outro lugar; ela está onde nós estamos. Não é algo que ainda não temos; nós já possuímos. Não é fantasia; é a realidade vivida de uma determinada maneira. A felicidade é parente próxima da fé.”

Logo depois da grande dor causada pela morte de seu pai, o Rabino-Chefe Lord Jonathan Sacks começou a aprender uma nova maneia de celebrar a vida. Descobriu que a felicidade mora, muitas vezes, em lugares inesperados dentro de uma família, de uma comunidade, das amizades e responsabilidades. Ele também a encontrou por meio de um relacionamento renovado com Deus que fala às nossas necessidades mais profundas.

Celebrando a Vida é um livro para pessoas de todas as crenças e de nenhuma. Ele nos ensina a ser mais humanos e a chegarmos, assim, mais perto de Deus.

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Sobre o autor:

Rabino Lord Jonathan Sacks é, desde 1991, Rabino-Chefe da Grã Bretanha e Comunidade Britânica. Educado em Cambridge e Oxford, lecionou em universidades e liderou congregações na Inglaterra, em Israel e nos Estados Unidos.

Autor de vários livros, entre eles “Uma Letra da Torá” e “Para Curar um Mundo Fracturado”, publicados em português pela Editora Sêfer, ele vive em Londres, Inglaterra.

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Outras obras do mesmo autor:

Uma Letra da Torá:

http://www.judaicaportugal.com//UMA_LETRA_DA_TOR_/p440356_1593190.aspx

Para Curar um Mundo Fracturado:

http://www.judaicaportugal.com//-PARA_CURAR_UM_MUNDO_FRACTURADO/p440356_1593078.aspx

O ZOHAR – O Livro do Esplendor

O Zohar

Passagens selecionadas pelo Rabino Ariel Bension, Editora Polar, 368 páginas (14×21,5 cm, capa dura), ISBN 978-85-86775-06-2, 2010

Link: http://www.judaicaportugal.com/O_ZOHAR_-_O_LIVRO_DO_ESPLENDOR/p440356_4242030.aspx

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O ZOHAR: O Livro do Esplendor

O Sêfer ha-Zohar (Livro do Esplendor) apareceu na Espanha no fim do século XIII e é a obra literária mais importante da Cabalá, a tradição mística judaica.

Como diz Gershom Scholem, um dos maiores especialistas nessa área, nenhuma outra obra “teve uma influência e um sucesso sequer aproximadamente similares ao seu. [...] uma fonte de doutrina e revelação igual em autoridade à Bíblia e ao Talmud, e com o mesmo grau canônico: o que é uma prerrogativa que não pode ser postulada por nenhuma outra obra da literatura judaica.”

O Zohar foi escrito na forma de uma longa novela em que grandes rabinos do século II discutem e explicam os segredos dos cinco livros de Moisés (a Torá) e de outros livros das Escrituras Sagradas. Dentre esses grandes rabinos, destaca-se a figura de Shimon ben Yochai, um dos maiores santos da história do judaísmo.

Esta seleção de passagens do Livro do Esplendor recém-lançada em português foi publicada em inglês em 1932 pelo rabino Ariel Bension. Nascido em Jerusalém, Bension era filho do rabino e místico Joshua Sion Halevi, que migrou de Fez, Marrocos, para Israel quando ainda jovem. Bension recebeu sua formação religiosa e rabínica na Academia Quasad-El (fundada por seu avô materno), no Instituto Tiféret Jerusalém e na Comunidade Santa de Beit-El. Posteriormente, estudou em universidades alemãs e suíças, onde graduou-se em história, filosofia, literatura e filologia asiática. Doutorou-se em filosofia e línguas semíticas na Universidade de Berna.

As passagens selecionadas e traduzidas por Bension ao inglês foram extraídas da terceira e da quarta partes das edições completas do Zohar: Idra Rabba (Grande Assembleia) e Idra Zuta (Pequena Assembleia). Na primeira delas estão as revelações feitas pelo santo rabi Shimon ben Yochai a seus discípulos durante sua vida; na segunda, as revelações que lhes fez quando estavam ao redor do seu leito de morte. Além dessas passagens, Bension também selecionou passagens do Zohar que falam do mestre Shimon e de seus discípulos, que constituem a terceira parte desta edição brasileira.

Na presente edição, as três partes do Zohar citadas são precedidas de um Prólogo do pensador espanhol Miguel de Unamuno e de um estudo de Bension sobre as origens do Livro do Esplendor.

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“O Zohar, ou Livro do Esplendor, que Ariel Bension, enterrado há pouco em Jerusalém, aqui tão bem nos apresenta, é qualquer coisa como o Evangelho Místico dos hebreus sefarditas [...]”

Miguel de Unamuno (1864-1936). Filósofo e escritor espanhol

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“Sêfer ha-Zohar, O Livro do Esplendor, assombrou e maravilhou leitores por setecentos anos, desde que apareceu misteriosamente na Espanha, no fim do século XIII. O Zohar é a obra-prima da Cabalá, a tradição mística judaica. O Zohar é um comentário sobre a Torá — os cinco livros de Moisés —, escrito na forma de uma novela mística. O herói é o rabi Shimon, filho de Yochai, um santo que viveu na Terra de Israel no século II.”

Daniel C. Matt. Tradutor para o inglês da edição completa do Zohar

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“O livro do Zohar, a obra literária mais importante da Cabalá, [...] nenhuma teve uma influência e um sucesso sequer aproximadamente similares ao seu. [...] uma fonte de doutrina e revelação igual em autoridade À Bíblia e ao Talmud, e com o mesmo grau canónico, o que é uma prerrogativa que não pode ser postulada por nenhuma outra obra da literatura judaica.”

Gershom Scholem. Grande especialista em mística judaica

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“Não são muito comuns as publicações destinadas à divulgação que têm o cuidado e a seriedade desta edição de excertos do grande compêndio místico judaico, O Livro do Esplendor (Zohar, em hebraico)…”

O Estado de São Paulo.

2º LIVRO JUDAICO DOS PORQUÊS

Capinha porques 02

Alfred J. Kolatch, Editora Sêfer, 408 páginas (14×21 cm, capa flexível), ISBN 85-85583-19-3, 1998

Link: http://www.judaicaportugal.com/2c2ba_LIVRO_JUDAICO_DOS_PORQUc38aS/p440356_1623324.aspx

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2º Livro Judaico dos Porquês não é uma mera continuação, mas sim uma consequência.

No Livro Judaico dos Porquês (http://www.judaicaportugal.com/LIVRO_JUDAICO_DOS_PORQU_S/p440356_1616135.aspx), o rabino Alfred J. Kolatch havia abordado centenas de questões fundamentais sobre todos os aspectos do judaísmo – o Shabat e os feriados religiosos; as leis de Cashrut; os rituais observados nas sinagogas e os vários marcos da vida, como o nascimento, a circuncisão, Bar e Bat- Mitzvá, casamento e divórcio, morte e luto. Alguns destes temas são aqui retomados, ora explorados em maior profundidade, ora comentados de forma mais extensa ou, ainda, enriquecidos por informações totalmente novas.

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“A resposta entusiástica que a publicação do Livro Judaico dos Porquês recebeu foi algo inesperado e bastante encorajadora. A obra respondia a cerca de 500 perguntas, mas também provocava novas dúvidas…

2º Livro Judaico dos Porquês explora alguns daqueles temas com maior profundidade e discute outros assuntos mais complexos como, aborto, conversão, controle de natalidade, inseminação artificial, transplante de órgãos, tabagismo, proselitismo, casamentos mistos, detalhes referentes à observância do Shabat e as relações de entre judeus e cristãos.”

Alfred J. Kolatch

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Sobre o Autor:

O Rabino Alfred J. Kolatch é formado pelo Seminário para Professores e pela Faculdade de Ciências Humanas da Yeshiva University, foi ordenado rabino pelo Jewish Theological Seminary of America, recebendo em seguida o Título Doutor Honoris Causa em Teologia. De 1941 a 1948 exerceu a função de rabina das congregações de Columbia, Carolina do Sul, Kew Gardens e Nova York, e como rabino do exército dos Estados Unidos. Em 1948, fundou a Jonathan David Publishers, onde ocupa o cargo de director-presidente. Entre suas inúmeras obras publicadas destacam-se: The New Name Dictionary, The Jewish Home Advisor, Estórias da Bíblia para Crianças (lançado pela Editora Sêfer), The Jewish Childs First Book of Why, Our Religion: The Torah, Jewish Information Quiz Book, Whos Who in the Talmud, The Family Seder, This is the Torah e The Complete Dictionary of English and Hebrew Names.

A ARTE DA TESHUVÁ – COM A TRADUÇÃO INTEGRAL DE “LUZES DE RETORNO”

Capinha arte teshuvá

Rabino David Samson e Tsvi Fishman/Rav kook, Editora Sêfer e Bnei Akiva, 384 páginas (16×23 cm, capa dura), ISBN 85-85583-65-7, 2004

Link: http://www.judaicaportugal.com/A_ARTE_DA_TESHUV__-_com_as_LUZES_DA_TESHUV_/p440356_1653398.aspx

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Orot Hateshuvá – Com a tradução integral de Luzes de Retorno do Rabino Avraham Yitschac Hacohen Kook

“A Teshuvá é o sentimento mais saudável da alma. Uma alma saudável, em um corpo saudável, inevitavelmente chegará à grande felicidade da Teshuvá, sentindo em si o maior prazer da natureza.”

Luzes de Retorno 5:1

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Rabino Avraham Yitschac HaCohen Kook (1865-1935)

Ainda como menino-prodígio no estudo da Torá na Europa Oriental, o menino Kook exibia grande intelecto, alma e personalidade. Além da maestria conceitual em lei e filosofia judaicas, mergulhou no calor e na mística chassídica. Ansioso pela libertação nacional judaica, o retorno à Terra Santa após dois mil anos , adoptou o hebraico como sua língua no dia-a-dia. O rabino Kook abandonou as proeminentes posiçlões rabínicas e tornou-se de todo coração, rabino de uma pequena comunidade judaica em Iafo, na Terra de Israel. Mais tarde assumiu o posto de Rabino-Chefe de Jerusalém e de primeiro Rabino-Chefe da Terra de Israel. Fundou a maior academia rabínica de Israel, Ieshivat Mercaz Harav, com a qual cumpriu seu sonho de formar jovens líderes profundamente religiosos, com grande actuação nos assuntos humanos e que se sentem parte integrante de sua nação. O rabino Kook é considerado um pensador moderno original e destacado que mistura psicologia, sociologia e religião em uma visão de mundo unificada e abrangente.

CASHER NA TEORIA

Casher na Teoria

Rabino Ezra Dayan, Editora Sêfer, 132 páginas (21,5×14,5 cm, capa dura), ISBN 978-85-7931-009-6, 2010

Link: http://www.judaicaportugal.com/CASHER_NA_TEORIA/p440356_2983695.aspx

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Casher na Teoria

“A dieta alimentar judaica não só preserva o corpo e a alma do judeu, mas também lhe serve como documento de identidade. A cashrut é algo que une o povo… Ao comer casher, estaremos unindo os integrantes do povo judeu e, quem sabe, aproximando a vinda do Mashiach.”

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Depois do sucesso de CASHER NA PRÁTICA, o autor escreve agora sobre os porquês da Cashrut, baseado em inúmeros comentaristas e pensadores judeus de todas as épocas.

Leitura indispensável para quem deseja entender os meandros e significados da milenar dieta alimentar judaica.

Índice

Cartas de Anuência

Agradecimentos

Prefácio

Sobre os motivos das mitsvót

Afinal, carne faz bem ou mal?

Os porquês das mitsvót relacionadas aos animais

Guid hanashê O nervo ciático

Otô veet benô

Trefá

Chelev Sebo

Dam sangue

Os decretos contra o abate casher

Ever min hachai

Carne com leite

Tolaim vermes e insetos

Peixes com escamas

Chazir Porco

Col haiotse min hatamê, tamê

Os porquês das mitsvót relacionadas aos vegetais

Chalá

Orlá e neta revai

Chadash cereais novos

Cuidado com as posses

Chamets em Pessach

Kitniyot

Yain nessech e stam yenam

Comentaristas e conceitos

ALÉM DO ESPELHO

Capinha alem do espelho

Gina Manolson, Editora Sêfer, 104 páginas (14×21 cm, brochura), ISBN 85-85583-39-8, 2002

Link: http://www.judaicaportugal.com/AL_M_DO_ESPELHO/p440356_1656244.aspx

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Além do Espelho – Um Enfoque Actual sobre Tsniut

Se você acha que Tsniut – termo judaico, em geral traduzido por “discrição” – significa somente:

Regras e preceitos relacionados ao vestuário.

Um tema dirigido exclusivamente às mulheres.

Algo cujo propósito principal é manter a cabeça dos homens em seu devido lugar.

Este livro certamente vai mexer com você.

A Tsniut é para ambos, homens e mulheres.

Começa quando você se vê sob uma luz diferente. E, pouco a pouco, pode mudar profundamente a sua vida, mostrando-lhe como chegar ao mais íntimo do seu ser.

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Cada geração tem os seus próprios desafios, seus testes específicos, sua missão a vencer. Qual será a nossa?

Será que a nossa forma de nos vestir e de nos expormos ao mundo não é um assunto particular de cada um?

Como cidadãos do mundo moderno, somos educados, desde a infância, a quebrar as barreiras entre nós e o mundo exterior, a revelar tudo, com a finalidade de atrair as atenções e sermos abertos em todas as áreas.

Mas será que não nos esquecemos de abrir o caminho ao nosso próprio espaço interior? Ainda existe espaço reservado para nós mesmos? Recato e privacidade são palavras obsoletas?

Conseguir viver uma vida plena, que proporcione harmonia entre o interior e o exterior, é o nosso desafio.

Abordando inúmeras questões – do código de leis da Torá à psicologia humana, de perguntas polémicas a pontos de vista inovadores – , este livro entrega-nos a “Tsniut” (que pode ser descrita por discrição) como a chave que abre caminhos para manter a integridade do povo judeu no mundo moderno, e revela que o “sucesso” se encontra onde menos esperamos.

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Uma visão reveladora sobre a “Tsniut”. “Além do Espelho faz com que vejamos na discrição, no recato, não somente regras e leis, mas uma forma de viver. Abre um canal para que o nosso íntimo possa ver o mundo de forma compatível com nossa essência, libertando-nos de aparências e do superficial.”

Rabino Raphael Shammah

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Sobre a Autora:

Gina Manolson (née Marilyn Fisch) nasceu e cresceu no nordeste dos EUA, graduando-se com louvor em música pela Universidade de Yale. Estudou mais tarde na Neve Yerushalayim College for Women, passando a viver em Jerusalém. Por cinco anos foi supervisora residente do Heritage House, um albergue da juventude judaico na cidade velha. Deu aulas no programa Discovery, da Jerusalem Fellowships; no programa para alunos estrangeiros da Michlalah Jerusalem College for Women; no Beit Midrash Program, da universidade Hebraica de Jerusalém; e em outros lugares. Actualmente é professora do Isralight Institute. É também a autora de  The Magic Touch; A Candid Look at the Jewish Approach to Relationships.

 

 

JUNTOS… UM SÓ POVO

Capinha juntos

Shlomo Carlebach, Editora Sêfer, 184 páginas (14×21 cm, brochura), ISBN 85-85583-68-1, 2004

Link: http://www.judaicaportugal.com/JUNTOS_UM_S__POVO/p440356_1656997.aspx

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Contos

Na Hagadá de Pêssach dizemos: “Conta-me que, em certa noite de Pêssach, estavam reunidos cinco dos maiores sábios de Israel, em Benê Berac: Rabi Eliézer, Rabi Iehoshúa, Rabi Elazar bem Azaria, Rabi Akiva e Rabi Tarfon, e contavam histórias… a noite toda”. Eu e certamente vocês também, como fazem todos os bons judeus, questionamos como se deve educar as crianças. É lógico, com muito estudo ― “contavam histórias… a noite toda”. A educação começa com histórias. SOMENTE COM HISTÓRIAS. Rabino Shlomo Carlebach

Por tudo, seja exaltado, santificado, louvado, glorificado, elevado e engrandecido o Nome do Rei dos reis, o Santíssimo, bendito seja Ele, em todos os mundos que criou, neste mundo e no mundo vindouro, conforme Seu desejo, e o desejo dos que O veneram, e o desejo de toda a Casa de Israel. Rochedo de todos os mundos, Senhor de todas as criaturas, Deus de todas as almas, que sentas na plenitude das Alturas, que habitas os Céus, que Sua santidade está sobre as criaturas e o Trono da Glória.

Portanto, santificas o Teu Nome em nós, Eterno, nosso Deus, diante d todo ser vivo, e diremos diante de Ti um canto novo, como está escrito: “Cantai a Deus, cantei louvores ao Seu Nome; exaltai Aquele que monta nos Céus, com Seu Nome lá, e exultei diante Dele”.

E veremos com nossos próprios olhos ao voltar à Sua Morada, como está escrito: “Porque com seus próprios olhos verão quando o Eterno voltar a Tsión”. E foi dito: “A glória do Eterno se revelará, e toda criatura juntamente a verá; pois o Eterno sentenciou assim”.

Oração recitada após a retirada da Torá da Arca Sagrada no Shabat e dias festivos.

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Sobre o autor:

O Rabino Shlomo Carlebach nasceu na Alemanha em 1925. Ainda jovem, mudou-se para os Estados Unidos, onde estudou em yeshivot e foi considerado um prodígio. Foi discípulo do Sábio Rabino Aharon Kotler ZT”L (abençoada seja a memória desse justo!) e do ilustre mestre, o Rebe de Lubavitch ZT”L.

Ocupou-se todos os dias de sua vida com a aproximação das almas ―  entre o homem e seu semelhante; entre marido e mulher; e entre o Povo de Israel e Deus. Destacou-se especialmente pela sua habilidade de penetrar no âmago do coração e da alma de seus ouvintes, revelando-lhes a luz da Torá e do judaísmo.

Gostava das pessoas e buscava aproximá-las da Torá. Em suas palestras, costumava entremear ensinamentos bíblicos como histórias sobre figuras judaicas eminentes, bem como sobre judeus simples e humildes, com numerosas boas acções.

Contava suas histórias, cheias de encanto, profundidade e sabedoria de vida de forma agradável e prazerosa, que conquistava o coração de todos os que as ouviam. Todas as vezes que visitou o Brasil empolgou a plateia com seu carisma e devoção. Neste livro foram transcritas algumas das suas melhores histórias, mantendo-se seu estilo vivo e fluente. O Rabino Shlomo Carlebach faleceu em 1994, sendo enterrado na cidade santa de Jerusalém.

“Em sua boca estava um ensinamento verdadeiro,

Em seus lábios não se encontrava injustiça;

Em paz e retidão caminhava comigo,

E fazia retornar a muitos da iniquidade.”

(Malaquias 2:6)

O QUE É RESPEITAR O SHABAT?

O Que é Respeitar o Shabat

Daian Dr. Isidor Grunfeld, Editora Sêfer, 104 páginas (16×23 cm, brochura), ISBN 978-85-85583-80-4, 2008

Link: http://www.judaicaportugal.com/O_QUE___RESPEITAR_O_SHABAT/p440356_2867341.aspx

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O que é Respeitar o Shabat? – Um guia para seu cumprimento e compreensão

Este livro foi escrito inicialmente há cerca de 50 anos. A presente edição foi revista e ampliada para atender ao estilo e às normas do século 21. Nele, foram incluídas histórias da nossa literatura, para mostrar como os princípios apresentados aqui afetaram a vida dos judeus em todas as eras.

Este singelo livro foi a estreia literária do Daian Grunfeld. Ele foi considerado “a melhor exposição disponível em inglês sobre o Shabat”, sendo traduzido para vários idiomas, inclusive para o hebraico sob o título de Mataná Guenuzá, e agora é publicado também em português, numa tradução de David Gorodovits, que também assina o posfácio, e ricamente ilustrado por Ivo Minkovicius.

A particularidade deste livro sobre todos os outros que dissertam sobre o Shabat é que ele destaca seu significado haláchico, demonstrando que a abstenção de melachá (“atividade”) em qualquer de suas ramificações é o coração pulsante e o núcleo de sua observância. Esse é um aspecto do Shabat judaico classificado frequentemente pelos ignorantes como “uma ênfase sem sentido sobre detalhes triviais”.

Com muita profundidade, o Rabino Hirsch apresentou um conceito majestoso sobre issur melachá, a proibição de executar determinadas atividades. Ele a explica como sendo a abstenção de toda atividade criativa por um dia em cada sete, o que, por meio dessa atitude, presta um testemunho eloquente da necessidade de vivermos no mundo do Criador como uma de suas criaturas e de usar toda a potencialidade humana a Seu serviço.

Esse conceito, tão bem apresentado neste livro, deve pôr um fim a esse tipo de incompreensão de uma vez por todas. Seguramente, alguém que tenha lido esta obra não poderá, honestamente, voltar a argumentar que, por exemplo, a lei do Shabat contra acender fogo aplicava-se apenas na época em que isso envolvia o árduo trabalho de atritar pesadas pedras…

O quarto de século decorrido desde o lançamento deste livro, durante o qual houve uma crescente desumanização e despersonalização do ser humano, assim como uma grave erosão dos padrões morais, serviu apenas para reforçar a mensagem com a qual o Daian Grunfeld estava tão apaixonadamente comprometido – a eterna relevância das leis da Torá, especialmente aquelas referentes ao Shabat, e a regeneração espiritual do povo judeu e de toda a humanidade.

Rabino Aryeh Carmell

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Sobre o autor:

O Daian (juiz rabínico) Isidor (Ishai) Grunfeld (1900-1975), que atuava no tribunal do Rabinato-Chefe da Grã-Bretanha, era advogado, um líder comunitário, educador e escritor prolífico, além de, acima de tudo, um ardente seguidor do Rabino Samson Raphael Hirsch (1808-1888).

Ele dedicou toda a sua vida à interpretação das ideias e dos trabalhos de seu mestre, tornando-os acessíveis à nossa geração. Foi um advogado eloquente da aplicação dos pontos de vista “Hirschianos” aos problemas correntes do século 20. Herdou do Rabino Hirsch a amplitude de visão que o imortalizou. Ele tinha amplo conhecimento das correntes do pensamento secular e considerava bem-vinda cada oportunidade que se lhe deparava para demonstrar a relevância da Torá na solução dos problemas mais complexos da humanidade.

Ele lutou conta a mentalidade estreita do shtiebel (pequenas casas de oração características das cidadezinhas da Europa) que consideravam que a posse e o interesse da Torá eram apanágio apenas de uma pequena porção do povo. Entretanto, manteve-se sempre em bons termos com os participantes desses círculos, conquistando sua admiração, afeto e respeito.

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ÍNDICE

Introdução à 5ª Edição em Inglês

In Memoriam ao autor

In Memoriam ao editor

Prefácio do Autor

Capítulo 1 – O ESPÍRITO DO SHABAT

O significado do Shabat

O Shabat e a vida

Capítulo 2 – O CONCEITO DE MELACHÁ

O que é melachá?

A idéia contida no conceito de melachá

Classificação por objetivos

Significado especial de “transportar”

Capítulo 3 – OBSERVÂNCIA DO SHABAT NA PRÁTICA

Salvaguardas do Shabat

Visão prática das categorias de melachá

Trabalho executado por um não-judeu

Doenças no Shabat

Descanso dos animais

Capítulo 4 – A CELEBRAÇÃO DO SHABAT

1. O espírito de Menuchá

2. Recebendo o Shabat

3. As velas do Shabat

4. O início do Shabat

5. A santificação (Kidush)

6. Os dois pães do Shabat

7. A alegria do Shabat

8. A despedida do Shabat (Havdalá)

9. Atividades no Shabat e nos dias de semana

10. Viagens durante o Shabat

11. As crianças e o Shabat

Capítulo 5 – O SHABAT E O MUNDO MODERNO

1. Os aspectos econômicos da observância do Shabat

2. O Shabat e o Estado de Israel

Posfácio à Edição Brasileira

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Assista a uma verdadeira “aula” de judaísmo sobre o SHABAT no Youtube com David Gorodovits no link abaixo (copie e cole no Explorer):

http://www.youtube.com:80/watch?v=dL73mu7WjSE

O CUZARÍ

O Cuzarí

Rabino Iehudá Halevi, Editora Sêfer, 440 páginas (12×17 cm, capa dura), ISBN 978-85-7931-006-5, 2003 (2010 – 2ª Edição Revista e Ampliada)

Link: http://www.judaicaportugal.com/O_CUZAR_/p440356_2860616.aspx

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O Cuzarí – Edição Ampliada

Um tributo de amor ao Deus de Abrahão e a Tsión, a Terra de Israel, O Cuzarí, obra-prima da literatura clássica judaica, é fruto do coração sensível e da mente privilegiada do Rabino Iehudá Halevi, erudito da Torá que viveu na conturbada Espanha do século XI. Suas palavras, como se escritas a ferro e fogo, desafiaram o tempo e atravessaram incólumes séculos de perseguições, opressão e violência.

O Cuzarí é um livro que reúne intelecto e emoção, moral e história. Mas, acima de tudo, é um livro sobre a essência da Emuna, a Fé em seu sentido mais amplo. Ele nos ensina que não basta entender ou sentir o judaísmo. Fundamental é vivê-lo gloriosamente, em toda sua plenitude.

Nova edição, ampliada com quadros que sintetizam alguns dos tópicos mais importantes da obra.

 

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“O Cuzarí é um livro santo e puro. Os princípios da fé de Israel e da Torá dependem de seu estudo.”

Gaon de Vilna

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Prólogo: O Sábio-Amigo

Já se passaram novecentos anos desde que esta maravilhosa obra, o Sêfer Hacuzarí, foi escrita, e ela continua a ser um livro básico para o estudo dos fundamentos da fé judaica e da Torá de Israel.

O Chidá (Rabino Chaim David Azulay), em seu livro “O Nome dos Grandes (Sábios) de Israel”, descreve o Rabino Iehudá Halevi como “um poeta magnânimo, que proclamava a sua poesia com total fervor frente a Deus… com expressão cândida e prosa doce como o mel, fala cristalina e aconchegante”. Muitas de suas poesias foram copiadas para o livro judaico de orações. Sua maravilhosa poesia Tsión Halo Tishalí, um cântico de saudades profundas pela Terra de Israel, encerra as lamentações de Tishá be Av. Não conheço em toda a nossa literatura uma poesia tão marcante de saudades por nossa terra.

No livro “O Cuzarí”, ele protesta contra o desleixo dos judeus da Diáspora em tentar ascender à Terra de Israel, povoá-la e reerguê-la dos escombros, tanto no passado, durante o período do Segundo Templo, quanto em sua época (e mesmo agora, na nossa). A lenda popular descreve as circunstâncias de sua trágica morte logo ao chegar na sua amada pátria ancestral. Conta a tradição, que o rabino Iehudá Halevi pôs-se de pé no convés do navio que o trazia de volta a Israel, enquanto este se aproximava do porto de Jaffa, esperando com grande ansiedade o momento de descer à terra. Logo ao chegar ao solo santo, pulou do navio e deitou-se no chão, beijando e abraçando sua areia e e suas pedras. Assim fizeram também os grandes sábios de Israel que o precederam, como o Rabi Abahu e o Rabi Chia bar Gamada (Talmud, Ketubót 112). Um árabe que passava por ali, montado em seu cavalo e sem compreender a cena, pensou que o rabino estava louco. Com muita raiva, subiu sobre ele com o seu cavalo, pisoteando-o até à morte.

O Gaon de Vilna despertou e estimulou seus discípulos a estudarem “O Cuzarí”, “um livro santo e puro, cujos princípios de fé de Israel e da Torá dependem de seu estudo” (Tosséfet Maassê Rav, parágrafo 15).

Um detalhe curioso e peculiar do livro é a forma como o rabino é designado. Ele não chamado de “rabino” e nem mesmo de “sábio” ou “Gaon”, e sim por um termo cujo significado é especial em hebraico e árabe e que não pode ser plenamente traduzido para outros idiomas. Quem lês esta obra em idioma estrangeiro perde muito de seu significado, devido às nuances da linguagem do autor.

Neste livro, o judeu é chamado de Chaver, “amigo”, cujo significado em hebraico é duplo. Na linguagem falada em nossos dias, quer dizer “colega”, “companheiro”. O mesmo se dá no Pirkê Avot (1:6): “Adquire um amigo.” Não obstante, esta palavra tem um significado adicional no hebraico original: na época dos sábios da Mishná, os grandes eruditos em Torá e minuciosos no cumprimento das mitsvót eram chamados de Chaverím (Mishná, Demai 2,3). O Chaver (“amigo”) é um mestre, conselheiro e orientador (ver o Rashi em Gênesis 45:8, com referencia a José, quando o Faraó o nomeou chefe de governo). Chéver é um dos nomes de Moisés, pois ele conectava o povo de Israel com seu Pai Celestial (Talmud, Meguilá 13).

Esta duplicidade idiomática foi bem empregue no livro “O Cuzarí”. As respostas ao rei não foram dadas por um erudito ou académico, enclausurado em sua torre do saber, ou por um génio totalmente distanciado da compreensão das pessoas simples. O sábio judeu, mesmo extremamente versado nos assuntos da Torá, soube falar ao seu interlocutor de modo amistoso e caridoso. As respostas foram dadas “ao nível dos olhos”, podendo ser compreendidas por qualquer um de nós. Deste modo, é mais fácil “amigar-se” com o texto, entendê-lo e aceitá-lo. Não se trata de uma palestra ou aula, mas, sim, de um colóquio ameno e objectivo entre duas pessoas muito próximas espiritualmente uma da outra.

Na tradução do texto ao português, não há como manter o significado mais amplo da palavra Chaver, daí a opção pelo termo “Sábio”. Não obstante, a lembrança do Rabino Iehudá Halevi nos lábio de todos aqueles que estudarem e abraçarem seus ensinamentos, será sempre a do “amigo-sábio”.

Rabino Moshe I. Bergman – Soc. Beneficiente Cultural Bnei Akiva de São Paulo

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