TALMUD TORÁ

Graduation

 

TALMUD TORÁ

A Mitzvá (mandamento) de Talmud Torá – O Estudo da Torá – é um preceito fundamental do judaísmo. Os sábios ensinam-nos que a Torá é uma das três coisas sobre as quais o mundo se apoia, e que o “estudo da Torá supera todas as outras Mitsvót” em importância e na recompensa que encerra. As dimensões de conhecimento derivadas do estudo são teóricas e práticas, abstratas e concretas, uma orientação de vida.

O estudo da Torá é não só um meio mas um fim, uma componente essencial do judaísmo. A noção judaica de “um reino de sacerdotes e uma nação sagrada” apoia-se, no fato de o conhecimento judaico não estar limitado a uma casta instruída separada, mas ser incumbência de todos.

No estudo da Torá, há uma relação dialética entre demandas objectivas e afinidades pessoais; algum atalho plausível deve ser procurado, entre os dois. A pessoa deve ter em mente a diferença entre experiência e conhecimento.

Um elemento essencial, independentemente do assunto, é a regularidade do estudo, um compromisso inflexível com o estudo que deve ser em grupo, com um professor ou alguém mais experimentado. Um professor deve servir de mentor, mestre e guia.

Um tipo de conhecimento que é essencial é a linguagem das fontes, especialmente o idioma hebraico (mesmo que só a compreensão passiva), apenas confiar no “judaísmo traduzido” é perigoso tanto para as comunidades, como para os indivíduos.

É muito importante conhecer a Bíblia Hebraica – Tanach, se possível na sua totalidade. O que é essencial é o conhecimento do conteúdo global dos vários livros, os temas e as estórias.

Chumash (Torá) é coberto na totalidade uma vez por ano e cada porção lida e estudada semanalmente.

Outra área importante de estudo é a Halachá que oferece orientação para a maneira de proceder: leis de observância diária, como as da oração, Shabat, Cashrut, e Taharat Hamishpachá (pureza familiar). O Kitsur Shulchan Aruch é um dos pontos de partida para o estudo de todas estas leis e costumes.

Talmud (Torá Oral) e os seus comentários representam outra área significativa de estudo e aprendizado. A ignorância do Talmud é mais grave que a ignorância das escrituras, pois ele é a base para quase todas as áreas do judaísmo, que estão direta ou indiretamente ligadas a ele; dá equilíbrio ao espírito e restringe as inclinações mais extremas.

O estudo do misticismo judaico, a Cabala, apresenta um problema especial pois apesar de ser provavelmente o único sistema teológico judaico existente, não é uma disciplina em si mesma, mas está estritamente relacionada com a prática religiosa em geral. É um comentário (em certo sentido) sobre a Torá escrita e oral e não pode ser separada nem na teoria nem na prática, de todo o conjunto das Mitsvót. É falso e desorientado visualizar a tradição mística judaica separada do contexto maior do judaísmo como um todo.

Por último o estudo do Pensamento Judaico em suas muitas facetas.

O estudo da Torá é portanto, uma mistvá fundamental por direito próprio, da incumbência de todo judeu, enquanto viver.

 

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Bibliografia:

Teshuvá – Um Guia para o Judeu Recém Praticante

Adin Even Yisrael (Steinsaltz), Editora Maayanot, 254 páginas (14×21 cm, brochura), ISBN 85-85512-21-0, 1994 (reedição de 2006)

Link: http://www.judaicaportugal.com/TESHUV_/p440356_1884963.aspx

 

A Mitzvá (mandamento, conexão) de Talmud Torá – O Estudo da Torá – é um preceito fundamental do judaísmo. Os sábios ensinam-nos que a Torá é uma das três coisas sobre as quais o mundo se apoia, e que o “estudo da Torá supera todas as outras Mitsvót” em importância e na recompensa que encerra. As dimensões de conhecimento derivadas do estudo são teóricas e práticas, abstratas e concretas, uma orientação na vida.
O estudo da Torá é não só um meio mas um fim, uma componente essencial do judaísmo. A noção judaica de “um reino de sacerdotes e uma nação sagrada” apoia-se, no fato de o conhecimento judaico não estar limitado a uma casta instruída separada, mas ser incumbência de todos.
No estudo da Torá, há uma relação dialética entre demandas objectivas e afinidades pessoais; algum atalho plausível deve ser procurado, entre os dois. A pessoa deve ter em mente a diferença entre experiência e conhecimento.
Um elemento essencial, independentemente do assunto, é regularidade do estudo, um compromisso inflexível com o estudo que deve ser em grupo, com um professor ou alguém mais experimentado. Um professor deve servir de mentor, mestre e guia.
Um tipo de conhecimento que é essencial é a linguagem das fontes, especialmente o idioma hebraico (mesmo que só a compreensão passiva), apenas confiar no “judaísmo traduzido” é perigoso tanto para as comunidades, como para os indivíduos.
É muito importante conhecer a Bíblia Hebraica – Tanach, se possível na sua totalidade. O que é essencial é o conhecimento do conteúdo global dos vários livro, os temas e as estórias.
O Chumash (Torá) é coberto na totalidade uma vez por ano e cada porção lida e estudada semanalmente.
Outra área importante de estudo é a Halachá que oferece orientação para a maneira de proceder: leis de observância diária, como as da oração, Shabat, Cashrut, e Taharat Hamishpachá (pureza familiar). O Kitsur Shulchan Aruch é um dos pontos de partida para o estudo de todas estas leis e costumes.
O Talmud (Torá Oral) e os seus comentários representam outra área significativa de estudo e aprendizado. A ignorância do Talmud é mais grave que a ignorância das escrituras, pois ele é a base para quase todas as áreas do judaísmo, que estão direta ou indiretamente ligadas a ele; dá equilíbrio ao espírito e restringe as inclinações mais extremas.
O estudo do misticismo judaica, a Cabala, apresenta um problema especial pois apesar de ser provavelmente o único sistema teológico judaico existente, não é uma disciplina em si mesma, mas está estritamente relacionada com a prática religiosa em geral. É um comentário (em certo sentido) sobre a Torá escrita e oral e não pode ser separada nem na teoria nem na prática, de todo o conjunto das Mitsvót. É falso e desorientado visualizar a tradição mística judaica separada do contexto maior do judaísmo como um todo.
Por último o estudo do Pensamento Judaico em suas muitas facetas.
O estudo da Torá é portanto, uma mistvá fundamental por direito próprio, da incumbência de todo judeu, enquanto viver.
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Bibliografia:
Teshuvá – Um Guia para o Judeu Recém Praticante
Adin Even Yisrael (Steinsaltz), Editora Maayanot, 254 páginas (14×21 cm, brochura), ISBN 85-85512-21-0, 1994 (reedição de 2006)
Link: http://www.judaicaportugal.com/TESHUV_/p440356_1884963.aspx

BIRCAT HAMAZON ASHKENAZI E SEFARADI

Bircat Hamazon Sefaradi e Ashkenazi

Edição Jairo Fridlin, Editora Sêfer, 20 páginas para cada rito (14×21 cm), 2009

Link: http://www.judaicaportugal.com/BIRCAT_HAMAZON_ASHKENAZI_E_SEFARADI/p440356_2946077.aspx

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BIRCAT HAMAZON – Benção de Graças após a refeição – Ashkenazi e Sefaradi

Edição em papel cuchê da Bênção de Graças Após as Refeições, em três versões: hebraico, tradução completa e transliteração, e de acordo com os ritos Ashkenazi e Sefaradi – no mesmo livro!!!

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Esta prece é composta de quatro bênçãos:

1ª) Bircat Hazan – elaborada por Moisés, quando a Maná caia do céu, agradecemos a Deus pelos alimentos que Ele nos dá;

2ª) Bircat Haárets – elaborada por Josué, quando ele conduziu o povo para a Terra Prometida, agradecemos a Deus por ter-nos dado Érets Israel;

3ª) Bircat Ierushaláyim – elaborada por David e Salomão, quando construíram Jerusalém e o Templo, oramos pela reconstrução de Jerusalém;

4ª) Bircat Hatov Vehametiv – elaborada pelo tribunal de Raban Gamliel, o Ancião, por ocasião do enterro das vítimas do massacre Romano em betar, agradecemos a Deus por Sua infinita bondade para connosco.

CONTOS DE TSADIKIM – VAICRÁ

Contos  Vaicrá

G. MaTov, Editora Sêfer, 272 páginas (16×23 cm, brochura), ISBN 978-85-7931-004-1,  2010

Link: http://www.judaicaportugal.com/CONTOS_DE_TSADIKIM_-_VAICR_/p440356_2958523.aspx

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Contos de Tsadikim – Vaicrá (3º volume da coleção)

O Talmud ensina que um aluno pode aprender mais das ações de seu mestre do que de suas palavras, pois existem preciosas lições a serem aprendidas dos atos praticados por pessoas boas, os quais fazem as pessoas ao seu redor absorverem os ensinamentos da Torá desses “anjos que caminham entre os mortais”, como bem ilustra o sábio Chazon Ish.

Este livro é, na verdade, uma arca do tesouro repleta das mais belas histórias do Talmud, do Midrash e de grandes homens através dos séculos. Elas estão repletas da sabedoria da Torá, esse elixir de inspiração que preenche e dá sentido à vida do povo judeu.

Esta coletânea está dividida de acordo com as leituras semanais da Torá, para que cada Shabat seja enriquecido com histórias fascinantes relacionadas à parashá correspondente. 
Mas não pense o leitor que poderá ler somente as histórias daquela semana e abandonar o livro até a próxima… Esse é um livro que – felizmente – será folheado diversas vezes!

Com linguagem e apresentação adaptadas aos dias de hoje, Contos de Tsadikim já é considerado um best-seller em diversas partes do mundo. Do começo ao fim, enriquece o conhecimento e faz brilhar mais forte a chama da Torá em nossos corações. 
Que possamos aprender de nossos Tsadikim lições que carregaremos para o resto de nossas vidas, iluminando e indicando o caminho certo a seguir.

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Prefácio à Edição Brasileira

A edição do terceiro volume da série Contos de Tsadikim sobre o Livro de Vaicrá têm um gostinho todo especial. Nossos sábios nos instruem que as crianças devem iniciar o seu estudo justamente pelo terceiro livro da Torá, aquele que trata das oferendas que eram levadas ao altar do Beit Hamicdash.

O Rav Assi disse: “Por que iniciam (o estudo) com as criancinhas com o Livro de Torat Cohanim – Vaicrá e não com o livro de Bereshit? Porque as crianças são puras e os corbanot (oferendas) são puros. Venham os puros e estudem sobre os puros.” (Vaicrá Rabá, cap.7 letra 3)

Apesar de o Livro de Bereshit ser o início da história e, didaticamente, teria certa lógica iniciar o estudo pelo começo, nossos sábios dão preferência à “essência”. Assim, quando estudam o assunto das oferendas trazidas pelo homem ao Todo-Poderoso com o coração puro, a pureza das crianças que, em sua ingenuidade, não experimentaram a malícia e o pecado, têm uma força especial sobre o próprio carácter das crianças e, de forma mística, sobre a humanidade como um todo.

Muitas vezes, a forma e a didática ditam as diretrizes sobrepondo-se até sobre os conteúdos. Mas, desta vez, a essência foi prioritária em relação à “forma”,  a alma ao corpo, o coração à razão e “o quê” ao “como”.

Vamos então aproveitar, pais e filhos, para curtirmos novamente as histórias sobre as passagens da Parashat Hashavúa, para embelezarmos a santidade de nossas refeições do Shabat. Vamos sentir a pureza de nossas almas e a beleza da nossa Torá.

Rabino Raphael Shammah

CONTOS DE TSADIKIM – SHEMOT

Tsadikim  shemot

G. MaTov, Editora Sêfer, 272 páginas (16×23 cm, brochura), ISBN 978-85-85583-90-3, 2008

Link: http://www.judaicaportugal.com/CONTOS_DE_TSADIKIM_-_SHEMOT/p440356_1656213.aspx

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Contos de Tsadikim – Shemot (2 volume da coleção)

O Talmud ensina que um aluno pode aprender mais das ações do seu mestre do que de suas palavras, pois existem preciosas lições a serem aprendidas dos atos praticados por pessoas boas, os quais fazem as pessoas ao seu redor absorverem os ensinamentos da Torá desses “anjos que caminham entre os mortais”, como bem ilustra o sábio Chazon Ish.

Este livro é, na verdade, uma arca do tesouro repleta das mais belas histórias do Talmud, do Midrash e de grandes homens através dos séculos. Elas estão repletas da sabedoria da Torá, esse elixir de inspiração que preenche e dá sentido à vida do povo judeu.

Esta colectânea está dividida de acordo com as leituras semanais da Torá, para que cada Shabat seja enriquecido com histórias fascinantes relacionadas à parashá correspondente. Mas não pense o leitor que poderá ler somente as histórias daquela semana e abandonar o livro até à próxima… Esse é um livro que – felizmente – será folheado diversas vezes!

Com linguagem e apresentação adaptadas aos dias de hoje, Contos de Tsadikim já é considerado um best-seller em diversas partes do mundo. Do começo ao fim, enriquece o conhecimento e faz brilhar mais forte a chama da Torá em nossos corações. Que possamos aprender de nossos Tsadikim lições que carregaremos para o resto de nossas vidas, iluminando e indicando o caminho certo a seguir.

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Prefácio à Edição Brasileira

Após o grande sucesso da publicação de  Contos de Tsadikim – Bereshit, tenho a grata satisfação de apresentar o segundo volume dessa coleção: Contos de Tsadikim – Shemot.

Muitos pais me relataram entusiasmados sobre o grande benefício percebido no ambiente da mesa do Shabat e no relacionamento com seus filhos por meio das histórias desta coleção.

No Livro de Shemot (Êxodo), recebemos a ordem Divina sobre a construção do Mishcan (Tabernáculo), a tenda na qual a Shechiná (Presença Divina) se revelava. No lugar mais sagrado do Mishcan, a sala do Codesh Hacodashim (“Santo dos Santos”), ficava a Arca Sagrada onde estavam guardadas as Tábuas da Lei. Sobre a Arca havia dois querubins, uma alusão aos anjos que pairavam sobre a Arca.

Qual o significado desses anjos e como entender seu valor, uma vez que o judaísmo sempre se afastou de qualquer símbolo material de forças espirituais?

A resposta é que esses anjos tinham faces de crianças (em aramaico keruvia, que quer dizer “como crianças”). Na verdade, era isso que estava sobre a Arca que guardava as Tábuas: a mensagem de que deveríamos investir na educação das novas gerações a fim de assegurar a preservação da Torá oelo povo judeu.

Constam no Midrash Shir Hashirim as palavras do Rabi Meir:

“Na hora em que o Povo de Israel estava no Monte Sinai para receber a Torá, ouviu-se o seguinte diálogo entre Deus e o povo judeu:

– Eu decidi entregar a Torá a vocês – disse Deus. – Contudo tragam-me bons fiadores que Me garantam que vocês a respeitarão, e então Eu a darei a vocês.

– Senhor do Universo – respondeu o povo, – nossos antepassados serão nossos fiadores! Nossos profetas serão nossos fiadores!

– Mas estes também necessitam de fiadores por eles mesmos – disse Deus. – Tragam-Me bons fiadores, e então Eu darei a Torá a vocês.

– Nossos filhos serão nossos fiadores! – retrucou o povo judeu.

Ao ouvir isso, Deus afirmou:

– Estes certamente serão bons fiadores. Por causa deles Eu darei a Torá a vocês!”

Ao contar histórias como as deste livro aos nossos filhos  estamos garantindo que a Torá se perpetue em nosso povo. As nossas crianças são os verdadeiros “anjos da guarda” das Tábuas da Lei. Cada pai e cada mãe que transmite mais um ensinamento do Sinai está se aliando e reforçando a corrente milenar de nossa Torá e dando mais um passo rumo ao nosso ideal.

Por fim, gostaria de agradecer e parabenizar os patrocinadores desta ediçãoo por darem esta grande oportunidade a toda a comunidade brasileira.

Rabino Raphael Shammah

ASSIM NASCEU ISRAEL

Assim Nasceu Israel

Jorge García Granados, Editora Sêfer, 328 páginas (16×23 cm, flexível), ISBN 978-85-85583-91-0, 2008

Link: http://www.judaicaportugal.com/ASSIM_NASCEU_ISRAEL/p440356_2873168.aspx

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Assim Nasceu Israel – Nos Bastidores da ONU: a votação que levou à criação do Estado Judeu

Este livro é o primeiro relatório detalhado, feito por uma testemunha que viveu o que a Comissão Especial das Nações Unidas para Palestina (UNSCOP) encontrou na Terra Santa, como se decidiu em favor da partilha e como nasceu Israel.

Além disso, é esta também primeira revelação franca do que ocorreu por trás dos augustos portais das Nações Unidas em todo o processo. Conta como funciona a Assembleia Geral; como, por meio de acordos, se elegiam as comissões especiais; como algumas personalidades dirigem e modelam a política de uma nação; como as grandes potências pressionaram e contra pressionaram os seus satélites antes da proclamação da independência de Israel, em 15 de maio de 1948.

O autor, Jorge García Granados, como chefe da delegação guatemalteca perante as Nações Unidas, foi designado para a Comissão Especial desse organismo para a Palestina, designação que acolheu com simpatia e calor. Permaneceu vários meses na Palestina com a Comissão, entrevistando os ingleses e reunindo-se em segredo com representantes do movimento subterrâneo judeu, com membros da Haganá e com as diversas facções árabes. Conversou com prisioneiros políticos, com motoristas, com operários, com colonos, assim como com funcionários de todo tipo. Foi à Palestina com total imparcialidade e isenção e saiu dali plenamente convencido da justiça da partilha. Em cumprimento de suas tarefas, visitou os campos de refugiados deslocados da Europa. Depois, retornou a Lake Success, então sede da ONU, para lutar por decisões transcendentais.

Com profunda humanidade e sensibilidade, e com o enfoque de um latino-americano que, segundo suas próprias palavras, “é de um país de dores”, García Granados narra neste livro apaixonante o que viu e o que ouviu. Não foi só o jogo duplo, a opressão e a intriga: também o idealismo, a determinação e as proezas presenciadas que foram a causa desta primeira história informal da gênese de Israel.

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Prefácio à Edição Brasileira:

Este livro é desconhecido da grande maioria do público de língua portuguesa, e seu autor, Jorge García Granados, um jornalista, advogado e diplomata guatemalteco, é pouco mencionado até mesmo nas comunidades judaicas e em Israel, que têm com ele uma dívida de gratidão por sua luta em prol da partilha da Palestina. Ele ajudou a abrir caminho para o nascimento de Israel.

Granados sofreu desde jovem a ditadura e o despotismo em seu país. Por defender a liberdade, foi preso e desterrado. No entanto, isso só fez aumentar seu apego às causas em que acreditava e moldou nele um espírito corajoso que jamais se dobrava aos poderosos. Era uma personalidade ímpar, sempre dedicado à justiça. Quis o destino que fosse o representante da Guatemala na Organização das Nações Unidas (ONU) quando os ingleses resolveram levar o problema da Palestina àquela instituição mundial.

Indicado para integrar a UNSCOP, a Comissão Especial das Nações Unidas para a Palestina, foi para o Oriente Médio com a imparcialidades que o caracterizou por toda a vida. Depois de meses conversando com pessoas de todo o tipo, visitando kibutzim e constatando os “milagres” que os judeus faziam ao transformarem desertos em áreas cultiváveis, em meio a condições extremas do clima, sofrendo o desdém dos britânicos que detinham o Mandato e sangrentos ataques das incitadas turbas árabes, Granados deixou a Palestina convencido da necessidade e da justiça da partilha, tornando-se, então, um dos seus grandes e mais forte arautos na ONU. Ele ainda foi à Europa e percorreu, entre sensibilizado e indignado, os campos onde viviam em estado de completa miséria judeus refugiados e deslocados, que não podiam imigrar para a Palestina nem voltar aos seus países de origem.

Trata-se de uma obra importantíssima, não só para nós judeus como para os não-judeus que se interessam pela questão do Médio Oriente. O relato de Granados, é um documento valioso para a compreensão do tema e um testemunho notável para a história, especialmente deste caso tão manipulado por aqueles que nunca se conformaram com a Independência de Israel. Suas páginas nos apresentam argumentos e fatos históricos paticamente inéditos e tão fortes, ainda desconhecidos do grande público, que acrescentam novas e irrefutáveis provas do direito judaico à Palestina.

É lamentável que, por mais de 60 anos, este livros, que só existia em inglês, espanhol e hebraico, tenha ficado inacessível ao leitor de língua portuguesa. Agora, este poderá conhecer mais a fundo as inúmeras facetas tratadas nesta obra, como, por exemplo, a fragilidade das reclamações árabes: Granados capta um dos motivos pelos quais eles nunca aceitaram o Estado Judeu – “Israel fere a dignidade nacional dos árabes” – ou, ainda, detalhes interessantes sobre a Declaração de Balfour e em que circunstâncias  ela foi elaborada e entregue; e todo o histórico da Liga das Nações ao conceder o mandato que a Inglaterra se encarregasse de criar o Lar Nacional Judaico e como ela se desviou disso por interesses políticos próprios.

O autor descreve também sua indignação com o brutal regime policial dos britânicos, a opressão, as injustiças e os tribunais ditatoriais que os ingleses impuseram aos judeus. Em determinado ponto de seu relato, chega a dizer que a atitude dos ingleses – sempre considerados paladinos do humanitarismo e da não-violência – era muito pior que a dos despóticos ditadores latino-americanos da época.

Há também um comovente testemunho sobre o célebre episódio do navio Exodus, relatado pelo diplomata que o ouviu de um não-judeu norte-americano, um reverendo que foi tripulante voluntário no transporte de imigrantes ilegais para a Palestina. O que se passou nos bastidores das comissões, subcomissões e Assembleia Geral da ONU é outro tema abordado com detalhes, que mostram como eram feitos os acordos entre os países para decidir questões na ONU, as pressões e as manipulações dos votos, especialmente as tentativas dos países árabes em impedir, a todo custo, que a partilha prosperasse e fosse aprovada pela maioria dos países do mundo.

Não menos importante é a corajosa revelação – surpresa para muita gente – de que os Estados Unidos nem sempre foram favoráveis à criação de Israel, chegando a ameaçar com sanções a então iminente jovem nação. O Estados Unidos foram o primeiro país do mundo a reconhecer a independência de Israel, mas fizeram de tudo para impedir que ele nascesse no dia 15 de Maio de 1948 e, além disso, tentaram, seguindo o caminho do apaziguamento, propor a revogação da partilha e criar um fideicomisso após a retirada das tropas britânicas – tudo para agradar os árabes e não ferir seus interesses petroleiros no Médio Oriente.

Este livro, agora em português, é uma homenagem à memória de um dos maiores democratas da América Latina: o seu autor, Jorge García Granados.

Os tradutores: Sara Schulman e Szyja Ber Lorber

KOSHER LIGHT – SAÚDE E SABOR

Kosher Light

Márcia Jablonka Kelman e Débora Gidali Menaged, Emunah, 161 páginas (29×21,5 cm, brochura), ISBN 85-9916-01-X, 2005

Link: http://www.judaicaportugal.com/KOSHER_LIGHT_-_SAUDE_E_SABOR/p440356_2983659.aspx

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Kosher Light – Saúde e Sabor

Este livro é mais que uma reunião de receitas de culinária Kasher. Nele, as autoras adaptaram algumas receitas tradicionais e criaram outras para que as delícias da culinária judaica possam ser saboreadas com prazer e de forma saudável até por pessoas portadoras das principais doenças da vida moderna, como hipertensão, diabetes, obesidade, doenças cardiovasculares e o aumento dos níveis de colesterol.

É possível alimentar-se com prazer, sem abrir mão de receitas carregadas de afeto ou, muitas vezes, de sua própria história de vida. Afinal, receitas não são feitas apenas com uma lista de ingredientes culinários. São também compostas de memórias, lições de vida e amor.

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Palavra do Rabino

Hoje em dia, quando muitos estão preocupados em viver uma vida mais significativa e sadia, materialmente e espiritualmente, e muito se fala sobre alimentação saudável, a publicação do livro “Kosher Light – Saúde e Sabor”, pelo Movimento Feminino Emunah, chega num momento oportuno e certamente servirá como valioso incentivo a todos aqueles que buscam aprimorar a saúde  de seu corpo e a de sua alma.

A Cashrut (dieta alimentar judaica) desempenha um papel vital para a preservação do povo judeu. A Torá, que é a sabedoria Divina, nos ensina de forma detalhada a dieta alimentar apropriada para um judeu. Como em todos os mandamentos Divinos, o cumprimento deste preceito só nos traz benefícios; já uma alimentação não adequada para o judeu, além dos prejuízos físicos, D’us nos livre, ainda dificulta as suas aspirações espirituais. Os livros místicos dizem que tais alimentos dificultam nossa capacidade mental e sensibilidade emocional, prejudicando nosso serviço ao Criador.

Por outro lado, a Torá também zela pela nossa saúde física, conforme podemos constatar nos diversos detalhes do Código da Lei Judaica. Como diz o Alter Rebe, o primeiro Rebe de Lubavitch: “Não podemos sequer imaginar como o corpo de um judeu é querido por D’us”. Seu mestre, o Maguid de Mezritch, dizia: “Um pequeno orifício no corpo é um grande buraco na alma”. Ambas ressaltavam a importância de a pessoa possuir um veículo saudável para a alma Divina poder se expressar. Os cientistas, na sua linguagem, dizem “mens sana in corpore sano”, e hoje em dia muito se fala e se pesquisa sobre a medicina psicossomática.

Entre as diversa opiniões sobre as leis e costumes alimentares, Maimônides – grande legislador, filósofo e médico – afirma: “Garanto que todo aquele que seguir estas orientações não ficará doente em toda a sua vida, nem precisará de médico, e seu corpo será sadio e perfeito” (Códex Mishné Torá,Hilchot Deot, 4:20). Porém, outro grande sábio, Rabino Yitschac Abarbanel, contesta a visão de Maimônides, sustentando que as leis Divinas são tão saudáveis para o corpo como para a alma judia. Até a medicina moderna já comprovou que vários alimentos proibidos, como os frutos do mar, a carne suína, a mistura de carne e leite, etc., são prejudiciais à saúde, e que a qualidade da alimentação afeta diretamente a saúde física e mental do ser humano.

Desejamos que o objectivo desta obra seja alcançado em sua plenitude, e que todos os leitores, com almas e corpos saudáveis e perfeitos, possam viver uma vida sadia, física e espiritualmente, repleta de alegrias e felicidades.

2 de Lyar, 5765

11 de Maio, 2005

Rabino Y. David Weitman

O QUE É RESPEITAR O SHABAT?

O Que é Respeitar o Shabat

Daian Dr. Isidor Grunfeld, Editora Sêfer, 104 páginas (16×23 cm, brochura), ISBN 978-85-85583-80-4, 2008

Link: http://www.judaicaportugal.com/O_QUE___RESPEITAR_O_SHABAT/p440356_2867341.aspx

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O que é Respeitar o Shabat? – Um guia para seu cumprimento e compreensão

Este livro foi escrito inicialmente há cerca de 50 anos. A presente edição foi revista e ampliada para atender ao estilo e às normas do século 21. Nele, foram incluídas histórias da nossa literatura, para mostrar como os princípios apresentados aqui afetaram a vida dos judeus em todas as eras.

Este singelo livro foi a estreia literária do Daian Grunfeld. Ele foi considerado “a melhor exposição disponível em inglês sobre o Shabat”, sendo traduzido para vários idiomas, inclusive para o hebraico sob o título de Mataná Guenuzá, e agora é publicado também em português, numa tradução de David Gorodovits, que também assina o posfácio, e ricamente ilustrado por Ivo Minkovicius.

A particularidade deste livro sobre todos os outros que dissertam sobre o Shabat é que ele destaca seu significado haláchico, demonstrando que a abstenção de melachá (“atividade”) em qualquer de suas ramificações é o coração pulsante e o núcleo de sua observância. Esse é um aspecto do Shabat judaico classificado frequentemente pelos ignorantes como “uma ênfase sem sentido sobre detalhes triviais”.

Com muita profundidade, o Rabino Hirsch apresentou um conceito majestoso sobre issur melachá, a proibição de executar determinadas atividades. Ele a explica como sendo a abstenção de toda atividade criativa por um dia em cada sete, o que, por meio dessa atitude, presta um testemunho eloquente da necessidade de vivermos no mundo do Criador como uma de suas criaturas e de usar toda a potencialidade humana a Seu serviço.

Esse conceito, tão bem apresentado neste livro, deve pôr um fim a esse tipo de incompreensão de uma vez por todas. Seguramente, alguém que tenha lido esta obra não poderá, honestamente, voltar a argumentar que, por exemplo, a lei do Shabat contra acender fogo aplicava-se apenas na época em que isso envolvia o árduo trabalho de atritar pesadas pedras…

O quarto de século decorrido desde o lançamento deste livro, durante o qual houve uma crescente desumanização e despersonalização do ser humano, assim como uma grave erosão dos padrões morais, serviu apenas para reforçar a mensagem com a qual o Daian Grunfeld estava tão apaixonadamente comprometido – a eterna relevância das leis da Torá, especialmente aquelas referentes ao Shabat, e a regeneração espiritual do povo judeu e de toda a humanidade.

Rabino Aryeh Carmell

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Sobre o autor:

O Daian (juiz rabínico) Isidor (Ishai) Grunfeld (1900-1975), que atuava no tribunal do Rabinato-Chefe da Grã-Bretanha, era advogado, um líder comunitário, educador e escritor prolífico, além de, acima de tudo, um ardente seguidor do Rabino Samson Raphael Hirsch (1808-1888).

Ele dedicou toda a sua vida à interpretação das ideias e dos trabalhos de seu mestre, tornando-os acessíveis à nossa geração. Foi um advogado eloquente da aplicação dos pontos de vista “Hirschianos” aos problemas correntes do século 20. Herdou do Rabino Hirsch a amplitude de visão que o imortalizou. Ele tinha amplo conhecimento das correntes do pensamento secular e considerava bem-vinda cada oportunidade que se lhe deparava para demonstrar a relevância da Torá na solução dos problemas mais complexos da humanidade.

Ele lutou conta a mentalidade estreita do shtiebel (pequenas casas de oração características das cidadezinhas da Europa) que consideravam que a posse e o interesse da Torá eram apanágio apenas de uma pequena porção do povo. Entretanto, manteve-se sempre em bons termos com os participantes desses círculos, conquistando sua admiração, afeto e respeito.

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ÍNDICE

Introdução à 5ª Edição em Inglês

In Memoriam ao autor

In Memoriam ao editor

Prefácio do Autor

Capítulo 1 – O ESPÍRITO DO SHABAT

O significado do Shabat

O Shabat e a vida

Capítulo 2 – O CONCEITO DE MELACHÁ

O que é melachá?

A idéia contida no conceito de melachá

Classificação por objetivos

Significado especial de “transportar”

Capítulo 3 – OBSERVÂNCIA DO SHABAT NA PRÁTICA

Salvaguardas do Shabat

Visão prática das categorias de melachá

Trabalho executado por um não-judeu

Doenças no Shabat

Descanso dos animais

Capítulo 4 – A CELEBRAÇÃO DO SHABAT

1. O espírito de Menuchá

2. Recebendo o Shabat

3. As velas do Shabat

4. O início do Shabat

5. A santificação (Kidush)

6. Os dois pães do Shabat

7. A alegria do Shabat

8. A despedida do Shabat (Havdalá)

9. Atividades no Shabat e nos dias de semana

10. Viagens durante o Shabat

11. As crianças e o Shabat

Capítulo 5 – O SHABAT E O MUNDO MODERNO

1. Os aspectos econômicos da observância do Shabat

2. O Shabat e o Estado de Israel

Posfácio à Edição Brasileira

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Assista a uma verdadeira “aula” de judaísmo sobre o SHABAT no Youtube com David Gorodovits no link abaixo (copie e cole no Explorer):

http://www.youtube.com:80/watch?v=dL73mu7WjSE

MEDICINA, JUDAÍSMO E HUMANISMO

Auro del Giglio, Editora Sêfer, 121 páginas (16×23 cm, brochura), ISBN 85-85583-69-X, 2004

Link: http://www.judaicaportugal.com/MEDICINA,_JUDA_SMO_E_HUMANISMO/p440356_1642441.aspx

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“O livro do Professor Auro del Giglio é de uma clareza cristalina, não faz críticas ao status quo. Analisa, com prudência e elegância, as causas da actual relação médico-paciente. Trazendo para o leitor conceitos e citações filosóficas numa linguagem fácil e agradável, que nos enche de esperança de que, um dia, voltaremos a ser mais humanos.

…Enfim, poderemos dizer, com certeza, que este livro atingirá seus objectivos e o leitor terá a satisfação de rever conceitos relevantes do dia-a-dia da prática médica, assim como a oportunidade de identificar a genial figura médica e humanista do autor.”

Prof. Dr. Abraham Pfeferman

Professor Adjunto de Clínica Médica e Cardiologia da Escola paulista de medicina/UNIFESP, e cardiologista do Hospital Israelita Albert Einstein

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Sobre o Autor:

Auro del Giglio nasceu em São Paulo, em 1962. Graduou-se (1985) e doutorou-se (1994) pela Faculdade de medicina da Universidade de São Paulo. Defendeu sua Livre Docência em 2001 na mesma Universidade. De 1986 a 1992 foi residente em Medicina Interna na Universidade de Miami, Fellow em Oncologia Clínica e Hematologia no MD Anderson Cancer Center e Baylor College of Medicine, em Houston, Texas. É Fellow do American College of Physicians e, desde 1996, professor titular de Hematologia e Oncologia da Faculdade de Medicina da Fundação ABC onde desenvolve actividades de ensino, assistência e pesquisa tanto básica e clínica. É autor de cerca de 100 trabalhos científicos publicados em revistas internacionais e nacionais.

De 1995 a 1999 estudou Talmud sob a supervisão do rabino Boruch Twersky e, actualmente, estuda sob a supervisão do rabino M. A. Illovits. É casado e tem 4 filhos. É autor dos livros “Iniciação ao Talmud” (2000) e ” Iniciação ao Estudo da Torá” (2003), ambos pela Editora e Livraria Sêfer.

2º LIVRO JUDAICO DOS PORQUÊS


Alfred J. Kolatch, Editora Sêfer, 408 páginas (14×21 cm, capa flexível), ISBN 85-85583-19-3, 1998

Link: http://www.judaicaportugal.com/2__LIVRO_JUDAICO_DOS_PORQU_S/p440356_1623324.aspx

O 2º Livro Judaico dos Porquês não é uma mera continuação, mas sim uma consequência.

No Livro Judaico dos Porquês, o rabino Alfred J. Kolatch havia abordado centenas de questões fundamentais sobre todos os aspectos do judaísmo – o Shabat e os feriados religiosos; as leis de Cashrut; os rituais observados nas sinagogas e os vários marcos da vida, como o nascimento, a circuncisão, Bar e Bat- Mitzvá, casamento e divórcio, morte e luto. Alguns destes temas são aqui retomados, ora explorados em maior profundidade, ora comentados de forma mais extensa ou, ainda, enriquecidos por informações totalmente novas.

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“A resposta entusiástica que a publicação do Livro Judaico dos Porquês recebeu foi algo inesperado e bastante encorajador. A obra respondia a cerca de 500 perguntas, mas também provocava novas dúvidas…

O 2º Livro Judaico dos Porquês explora alguns daqueles temas com maior profundidade e discute outros assuntos mais complexos como, aborto, conversão, controle de natalidade, inseminação artificial, transplante de órgãos, tabagismo, proselitismo, casamentos mistos, detalhes referentes à observância do Shabat e as relações de entre judeus e cristãos.”

Alfred J. Kolatch

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Sobre o Autor:

O Rabino Alfred J. Kolatch é formado pelo Seminário para Professores e pela Faculdade de Ciências Humanas da Yeshiva University, foi ordenado rabino pelo Jewish Theological Seminary of America, recebendo em seguida o Título Doutor Honoris Causa em Teologia. De 1941 a 1948 exerceu a função de rabina das congregações de Columbia, Carolina do Sul, Kew Gardens e Nova York, e como rabino do exército dos Estados Unidos. Em 1948, fundou a Jonathan David Publishers, onde ocupa o cargo de director-presidente. Entre suas inúmeras obras publicadas destacam-se: The New Name Dictionary, The Jewish Home Advisor, Estórias da Bíblia para Crianças (lançado pela Editora Sêfer), The Jewish Child’s First Book of Why, Our Religion: The Torah, Jewish Information Quiz Book, Who’s Who in the Talmud, The Family Seder, This is the Torah e The Complete Dictionary of English and Hebrew Names.

OS PORQUÊS DA TORÁ


Alfred J. Kolatch, Editora Sêfer, 416 páginas (14×21 cm, brochura), ISBN 85-85583-57-6, 2004

Link: http://www.judaicaportugal.com/OS_PORQU_S_DA_TOR_/p440356_1581655.aspx

Embora a Torá, composta pelos cinco primeiros livros da Bíblia, seja o objecto mais amado e celebrado no judaísmo, sua origem Divina ainda é questionada. Muitos se perguntam qual é a fonte desse documento sem igual que existe há 3500 anos? Quais são as origens das incontáveis leis, costumes e tradições que determinam seu texto e sua leitura? Por que judeus ortodoxos e não ortodoxos seguem certas práticas de maneiras diferentes?

Nesta obra, o rabino Alfred J. Kolatch segue a mesma fórmula bem sucedida de perguntas e respostas que criou para o Livro Judaico dos Porquês e sua sequência, o Segundo Livro Judaico dos Porquês, ambos publicados no Brasil pela Editora Sêfer. O rabino Alfred J. Kolatch não apenas dá respostas, mas também explica os diversos rituais e procedimentos referentes à Torá do modo como são observados hoje em dia.

Como se escreve uma Torá no pergaminho? O que são Notas Massoréticas? Por que certos textos são escritos de determinada maneira e lidos de outra forma? Qual o critério para se deixar certos espaços no texto? Qual a ligação entre os textos lidos dos profetas a cada semana com a porção semanal da Torá? Por que a Torá foi outorgada no Monte Sinai e não em Israel?

Estas e muitas outras dúvidas são respondidas de forma concisa, objectiva e acessível a todos os leitores, de leigos a eruditos e pesquisadores. Afinal, “Esta é a Lei que Moisés pôs diante dos filhos de Israel, de acordo com o Eterno, por intermédio de Moisés”.

Jairo Fridlin

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Sobre o Autor:

O Rabino Alfred J. Kolatch é formado pelo Seminário para Professores e pela Faculdade de Ciências Humanas da Yeshiva University, foi ordenado rabino pelo Jewish Theological Seminary of America, recebendo em seguida o Título Doutor Honoris Causa em Teologia. De 1941 a 1948 exerceu a função de rabino nas congregações de Columbia, Carolina do Sul, Kew Gardens e Nova York, e como rabino do exército dos Estados Unidos. Em 1948, fundou a Jonathan David Publishers, onde ocupa o cargo de director-presidente.

Entre suas inúmeras obras publicadas destacam-se: The New Name Dictionary, The Jewish Home Advisor, The Jewish Child’s Book of Why, Our Religion: The Torah, Jewish Information Quis Book, Who’s Who in the Talmud, The Family Seder e The Complete Dictionary of English and Hebrew First Names.

Em Português foram lançados: Livro Judaico dos Porquês, Segundo Livro Judaico dos Porquês, Os Porquês da Torá e Estórias da Bíblia para Crianças, pela Editora e Livraria Sêfer.

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