LIVRO JUDAICO DOS PORQUÊS


Alfred J. Kolatch, Editora Sêfer, 346 páginas (14×21 cm, capa flexível), ISBN 85-85583-04-5, 1998 (5ª Edição)

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Este best-seller explora cerca de 500 questões básicas sobre o judaísmo. Em uma linguagem simples e directa, o rabino Alfred J. Kolatch explica em que os judeus acreditam, como eles observam as suas festividades, qual é o significado dos seus costumes e cerimónias, e quais as diferenças entre as correntes religiosas.

Entre as perguntas respondidas encontram-se:

  • Porque um filho de pai judeu não é necessariamente judeu?
  • Porque os Meninos são circuncidados?
  • Porque se quebra um copo na cerimónia do casamento?
  • Porque porco e camarão não são casher?
  • Porque os judeus comem guefilte fish no Shabat?

O Livro Judaico dos Porquês traz uma importante contribuição para desmistificar muitos dos mal-entendidos e conceitos erróneos que envolvem a observância judaica. Tanto os judeus como os não judeus acharão este livro esclarecedor.

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“Ao longo dos anos, Têm surgido diversos livros que descrevem a vida judaica – suas leis, seus costumes e suas cerimónias. A maioria se dedica a uma exposição de regras de conduta mas poucos, se é que algum deles, dedicam-se a explicar o porquê de certas leis, costumes e cerimónias.

O Livro Judaico dos Porquês não aconselha aos judeus como conduzir suas vidas. Ele não é um livro de Halachá – de lei judaica. Este livro tem como único intuito explicar o raciocínio existente por trás dos costumes seguidos.”

Alfred J. Kolatch

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Sobre o Autor:

O Rabino Alfred J. Kolatch é formado pelo Seminário para Professores e pela Faculdade de Ciências Humanas da Yeshiva University, foi ordenado rabino pelo Jewish Theological Seminary of America, recebendo em seguida o Título Doutor Honoris Causa em Teologia. De 1941 a 1948 exerceu a função de rabino nas congregações de Columbia, Carolina do Sul, Kew Gardens e Nova York, e como rabino do exército dos Estados Unidos. Em 1948, fundou a Jonathan David Publishers, onde ocupa o cargo de director-presidente.

Entre suas inúmeras obras publicadas destacam-se: The New Name Dictionary, The Jewish Home Advisor, The Jewish Child’s Book of Why, Our Religion: The Torah, Jewish Information Quis Book, Who’s Who in the Talmud, The Family Seder e The Complete Dictionary of English and Hebrew First Names.

Em Português foram lançados: Livro Judaico dos Porquês, Segundo Livro Judaico dos Porquês, Os Porquês da Torá e Estórias da Bíblia para Crianças, pela Editora e Livraria Sêfer.

MASMORRAS DA INQUISIÇÃO


Memórias de António José da Silva, O Judeu (Romance Histórico)

Isolina Bresolin Vianna, Editora Sêfer, 144 páginas (14×21 cm, brochura), ISBN 85-85583-07-x, 1997

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Embora classificado como romance Masmorras da Inquisição – Memórias de António José da Silva, o Judeu, apoia-se sobre factos e documentos históricos, entre eles os autos do processo de António José. Nada foi inventado ou falsificado. O que ali está é a triste e dura verdade configurada naqueles depoimentos, todos verdadeiros na sua essência.

É verdade que um gesto de amor livrou-o da morte infamante pelo garrote e da tortura da fogueira inquisitorial, como é verdade que ele sempre foi muito amado, querido e admirado, mas, infelizmente, também muito invejado, uma das causas prováveis da sua injusta morte.

António José da Silva, o Judeu, foi uma das mais ilustres vítimas da Inquisição, sacrificado pela “culpa de não ter culpa”.

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A Ficção histórica não antagoniza os factos históricos, ao contrário, desperta o interesse, mobiliza as atenções e abre caminhos para novas pesquisas e descobertas.

A peça teatral “António José, ou o Poeta e a Inquisição” de Domingos José Gonçalves de Magalhães (1983) abriu o caminho para o romance histórico “O Judeu” de Camilo Castello Branco (1866), que estimulou a publicação de uma parte da documentação inquisitorial do comediógrafo brasileiro (Revista do IHGB, Tomo LIX, 1896) que, por sua vez, levou Teófilo Braga, o primeiro Presidente da República Portuguesa, ao opúsculo “O Mártir da Inquisição Portuguesa” (1910).

António Baião avançou com novas pesquisas em “Episódios Dramáticos da Inquisição Portuguesa (2º volume, 1924) que, finalmente, desembocaram no trabalho seminal de J. Lúcio Azevedo, em “Novas Epanáforas” (1932).

A listagem, evidentemente incompleta, não poderia deixar de registar a narrativa dramática de Bernardo Santareno, “O Judeu” (1968), a monumental pesquisa académica de José de Oliveira Barata, “António José da Silva, Criação e Realidade” (1983) e o filme “O Judeu” de Jom Tob Azulay (1988-1996).

Ao longo da história da cultura percebe-se, nítida, uma interpelação e interlocução entre narração e conhecimento, entre facto e ficção, entre criação e realidade que, longe de se excluírem, acrescentam-se num processo vital, de grande riqueza. Esta memórias ficcionais, “Masmorras da Inquisição“, da historiadora Isolina Bresolin Vianna, são o mais novo elo de um fertilíssimo encadeamento que está longe de ser concluído.

Alberto Dines, autor da monumental obra “Vínculos do Fogo”, Companhia das Letras, 1992.

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Sobre a Autora:

Isolina Bresolin Vianna nasceu em Piratininga (São Paulo) em 1927. Doutorou-se pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras do Sagrado Coração de Jesus (Bauru – SP) por delegação da USP. Sua tese “António José da Silva, o Judeu e as Obras do Diabinho da Mão Furada”, que originou o presente livro, foi apresentada no I Congresso Internacional sobre a Inquisição, promovido pela FFLCHC da USP, em Maio de 1987, e na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (Portugal), em Outubro de 1991. Ocupa a cadeira 12 na Academia Bauruense de Letras.

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