AS 3 DIMENSÕES DA KABALÁ


Chaim David Zukerwar, Editora Sêfer, 200 páginas (14×21 cm, brochura), ISBN 85-85583-16-9, 1999 – 3ª edição

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Essência, Infinito e Alma – Princípios Gerais da Sabedoria da Kabalá

“A fusão com os Livros Verdadeiros activa o homem e lhe traz a vontade e a força dos sábios que escreveram aqueles textos. O saber não é o objectivo do estudo, e sim um meio para semear a Vontade Superior, a Vontade e Desejo de Dar e Beneficiar, no coração do homem. É isso que mede o nível espiritual do homem. Isso é todo o homem.”

Iehudá Leib Halevi Ashlag

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O domínio de uma sabedoria baseia-se no conhecimento dos códigos que levam à compreensão dos fenómenos aos quais ela se dedica. Numa época como a nossa, na qual a informação circula vertiginosamente, influenciando e moldando a opinião pública sem critério ou rigor, textos e manuscritos antigos sobre Kabalá são muitas vezes traduzidos e levados a público de forma subjectiva, pouco responsável. Esta conduta dá origem a inúmeros mal-entendidos acerca da índole, do significado e do propósito de um material singularmente rico, e acaba criando e alimentando uma corrente de leitores aficionados a diversas formas de “misticismo”, “ocultismo”, “esoterismo” etc. Tais “ismos” manipulam trechos isolados, incompletos, de textos e códigos referentes ao tema, contribuindo apenas para aumentar a confusão e a desinformação no que diz respeito aos objectivos do trabalho espiritual judaico.

Por isso, ensinam nossos sábios que é fundamental aprender de um verdadeiro iniciado a linguagem, a terminologia e os objectivos da Kabalá. Somente assim podemos evitar a interpretação dos textos fora do contexto da Torá. O oposto resultaria apenas na produção de sincretismos, pseudo-espiritualidades e mistificação.

Há chegado o momento de discernir onde impera a confusão. É fundamental explicar a sistemática dos registos e dos códigos da sabedoria da Kabalá. É preciso conhecer profundamente a “Sfat há-Anafim”, a linguagem das Ramificações, assinalando com exactidão a direcção e o objectivo de cada um de seus conceitos.

Chaim David Zukerwar

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Sobre o autor:

Chaim David Zukerwar nasceu em 1956, em Montevideu, Uruguai. Passou a dedicar-se ao estudo da Kabalá ainda na adolescência e conheceu seu mestre e sábio kabalista, o rabino Mordechai Shainberguer, em 1988, quando aprofundava seus conhecimentos em seminários rabínicos de Jerusalém, cidade para a qual transferiu-se definitivamente em 1989.

Músico e compositor por formação, Chaim David Zukerwar alia de forma harmónica suas duas áreas de actuação ao expressar, na essência de sua obra escrita e musical, os valores universais da tradição de Israel.

Paralelamente à carreira musical coordena e dirige centros de difusão de Arte e Sabedoria de Israel, lecciona na Universidade Hebraica de Jerusalém, é conferencista convidado da Universidade Bar-Ilan, implanta grupos de estudo por todo o país e, também organiza e participa de seminários sobre a Kabalá em toda a América Latina.

Zukerwar tem obras publicadas sobre o Talmud, arte e psicologia, além da Kabalá. Entre suas composições mais importantes, figuram “O Cântico do Profeta”, para violino e orquestra, “O Triunfo de Jerusalém”, “Os dez cânticos do Rei David”, para viola, violoncelo e orquestra, e a ópera “José e seus irmã”s”.

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IMORTALIDADE, RESSURREIÇÃO E IDADE DO UNIVERSO


Rabino Aryeh Kaplan, Editora Sêfer, 198 páginas (16×23 cm, capa flexível), ISBN 85-85583-49-5, 2003

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Uma Visão Cabalística com o apêndice Derush Or Hachayim

Um dos eruditos mais importantes, prolíficos e criativos da geração passada, o rabino Aryeh Kaplan escreveu sobre a Bíblia, as leis, o misticismo e o pensamento judaicos. Ao falecer, deixou uma série de trabalhos não publicados, entre eles a colectânea Imortalidade, Ressurreição e Idade do Universo: Uma Visão Cabalística.

Ao contrapor ensinamentos antiquíssimos às mais recentes descobertas científicas, o rabino Kaplan brinda-nos com alguns de seus textos mais incisivos e estimulantes. Navegando pelas águas profundas da Cabalá, mostra, por exemplo, como a idade do universo segundo a ciência moderna condiz com a cronologia da Criação relatada no Livro do génesis, e como a longevidade dos Patriarcas antes do Dilúvio e a ressurreição dos mortos podem ser explicadas em termos biológicos.

A obra inclui ainda uma discussão sobre a astrologia e judaísmo e uma visão mística sobre o relacionamento entre o homem e a mulher. Também faz parte deste volume o texto original em hebraico e a tradução do famoso artigo “Deruch Or Hachayim” do rabino Israel Lipschitz, autor do clássico comentário “Tiféret Israel” sobre a Mishná. Escrito em 1845, foi a primeira abordagem judaica sober a descoberta de fósseis de milhões de anos à luz da Torá.

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Sobre o autor:

O Rabino Aryeh Kaplan foi um mundialmente famoso erudito da Torá que produziu mais de cinquenta livros em sua breve vida, entre eles Meditation and Bible, Sêfer Ietsirá – O Livro da Criação e O Bahir.

As obras de Kaplan incluem comentários e traduções de antigas e obscuras obras de eruditas bíblicos e cabalistas, assim como livros aconselhando jovens judeus sobre os méritos do estudo e observância da Torá. Durante um período foi editor da revista Jewish Life, traduziu um enorme comentário sobre a Torá da autoria do Rabino Sefaradi Iaacov Culi e produziu uma original tradução/comentário dos Cinco Livros de Moisés, que chamou de Torá Viva.

Aryeh Kaplan nasceu no Bronx, Nova Iorque, estudou na Yeshivá local e continuou sua educação em Yeshivot de Israel. Durante um tempo entrou no campo da ciência e foi, por um breve período, o mais jovem físico empregado pelo governo dos Estados Unidos antes de devotar sua vida ao estudo da Torá. O Rabino Aryeh Kaplan faleceu aos 48 anos, em 1983.

A ARTE DA ALEGRIA


Rabino Hadar Iehudá Margolin, Editora Sêfer, 303 páginas (14×21 cm, brochura), ISBN 978-85-85583-84-2, 2007

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Bessimchá Uvtuv Levav

“O homem de fé sente que Deus é um Pai misericordioso, que cuida e protege, que lhe faz o bem e não o deixa tropeçar. Mais ainda, tudo o que acontece na vida do homem toma um sentido de “isto também é para o bem” e de “tudo o que vem dos Céus é para o bem”. Ou seja, todas as acções de Deus são direccionadas para o bem, independentemente de como o homem o compreende e sente-o. Assim sendo, qualquer acontecimento que nos é enviado dos Céus é o maior e mais merecido bem. Portanto, que motivo pode haver para preocupação e tristeza?”

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“A alegria não está sob controle total da pessoa. Os sentimentos do coração não são como as mãos e os pés, que são controlados e subordinados às instruções do cérebro. Os sentimentos têm as suas próprias regras. Às vezes, tem-se a impressão que não é qualquer um que cconsegue estar imerso em alegria. Parece que a alegria é algo que chega quando está tudo bem, mas, quando há problemas, a pessoa já não consegue ficar alegre, pois isto está além do seu controle.

Isto é certamente um erro!

Se fomos comandados pela Torá a estar imersos em alegria – ou seja, isto é uma mitsvá” -, então certamente temos a força e a habilidade para cumpri-la. Este é o objectivo do livro A Arte da Alegria: demonstrar como a pessoa pode alcançar a legria e como fortalecer a pessoa que procura pela alegria, direccionando-a no caminho que a fará chegar a essa meta tão sublime.”

Rabino Hadar Iehudá Margolin – Jerusalém

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“É sabido que a alegria sentida ao cumprir-se uma mitsvá é uma mitsvá por si só. E, assim como a mitsvá é um serviço a Deus, bendito seja, a alegria também é chamada de serviço, como está escrito:”Por não teres servido ao Eterno, teu Deus, com alegria e contentamento”; e é por isso que está escrito “Sirvam ao Eterno com alegria” (Salmos 100:2) – querendo dizer que a alegria é o serviço Divino completo.”

Rabênu Bacheiê

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