TORÁ HOJE


Torá Hoje

Pinchas H. Peli, Editora Sêfer, 252 páginas (14×21 cm, brochura), ISBN 978-85-85583-93-4, 2009

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Torá Hoje – Um encontro renovado com a Escritura Sagrada

Um dos elementos centrais da liturgia judaica é a leitura semanal de uma das 54 porções (trechos) da Torá – os cinco primeiros livros da Bíblia, também conhecidos como a Lei de Moisés. Esta obra é a compilação de 54 criativas análises sobre cada uma delas, publicadas originalmente na coluna de Pinchás H. Peli no jornal Israelita Jerusalém Post durante a década de 1980.

Escritos em estilo claro e moderno, cada um desses ensaios aproxima o leitor do precioso mundo da Torá e da forma como o judaísmo encara e enfrenta os desafios da sociedade moderna. Esse tipo de comentários é leitura essencial para judeus em todo o mundo – tanto na hora em que suas famílias se reúnem ao redor da mesa do Shabat, como para rabinos e seus alunos, ou professores e catedráticos da Bíblia. Os hermeneutas cristãos também são devotos e interessados leitores do Rabino Peli.

Esta reedição de Torá Hoje permitirá à nova geração de estudiosos e amantes da Bíblia o acesso a este grande clássico da literatura judaica do século 20.

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“Torá Hoje é um modo efetivo e memorável de se apresentar ao leitor secular contemporâneo as antigas e sagradas tradições da Bíblia, de forma edificante e inspiradora. Nessa obra, o Rabino Peli expressa sua alma judaica e mente pensadora por meio de sua preciosa habilidade poética.”

Rabino Dr. Norman Lamm (ex-presidente da Yeshiva University)

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Sobre o autor:

O Rabino Pinchás Hacohen Peli (1930-1989) ocupou lugar de destaque na vida intelectual e religiosa de Israel. Foi amigo e discípulo do Rabino Joseph B. Soloveitchik e de Abraham Joshua Heschel, bem como chefe do Departamento de Literatura Hebraica e da cátedra de Valores Judaicos da Universidade Ben Gurion, em Beer Shéva.

SALMOS



Vitor e Jairo Fridlin, David Gorodovits, Editora Sêfer, Edição em 2 formatos:

Salmos – Hebraico e Português (de bolso) – 464 páginas (10,5×14 cm, capa dura), ISBN 85-85583-25-8, 2000 (4ª edição)

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Salmos – Com Tradução e Transliteração – 464 páginas (14×21 cm, capa dura), ISBN 85-85583-20-7, 199 (4ª edição)

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Do Prefácio:

«… Partindo de uma tradução literal, consultámos obras de nossos grandes comentaristas (relacionados no livro) para não nos desviar, em momento algum, de seu significado pleno, e tentámos reescrever a obra de David em português.

Se a inspiração que moveu o Rei David a nos legar este monumento conseguir atingir nossos corações e as mentes destes meninos judeus que pretendem voltar para casa, e ajudá-los a recuperar sua herança espiritual, já nos sentiremos recompensados.

Possa o Eterno nos abençoar e nos conduzir pela vereda da Vida a uma existência plena de estudo, oração e Maassim Tovim, boas atitudes.

Que uma Teshuvá completa seja alcançada por cada um de nós. Para que a ética, a prática da nossa religião e seus valores humanitários, a dedicação ao trabalho inspirador e criativo que sempre caracterizou o povo judeu e sua contribuição para o bem-estar dos seres humanos nos permitam constituir uma das parcelas positivas capazes de mudar o destino da Humanidade, dividida e cheia de ódios, desentendimentos, preconceito e incompreensão, para conquistar seus opostos: a compreensão e a paz.

Para que, afinal, penetre em nossos corações o significado do Salmo 19 como exemplo dos demais:

“Os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento atesta a obra de Suas mãos. Um dia ao seguinte transmite esta mensagem, uma noite à outra a comunica.

Não é linguagem humana, não há palavras, e som algum é percebido, mas por toda a terra ressoa o que dizem, e até aos confins chega Sua mensagem;

Para o sol assentou Deus no céu uma tenda; ele é como o noivo que sai da câmara nupcial, e como um herói ansioso para percorrer seu trajecto. Parte de um extremo dos céus e atinge o outro, e nada escapa de seu calor.

A Lei do Eterno é perfeita e reconforta a alma; verdadeiro é o testemunho do Eterno, que torna sábio o mais simples.

De absoluta rectidão são os preceitos do Eterno e trazem alegria ao coração; límpido é o mandamento do Eterno, que ilumina o olhar.

Puro é o temor do Eterno e perdura para sempre; verdadeiros são os julgamentos do Eterno, todos igualmente justos. São mais desejáveis que o outro, que o ouro mais refinado; mais doces que o mel que se forma nos favos.

Teu servo se esmera em cumpri-los e sei que grande é a recompensa por sua observação. Mas quem consegue discernir seus próprios erros?

Purifica-me das faltas involuntárias que não percebo.

Preserva-me também dos pecados conscientes, para que não dominem; serei então plenamente íntegro e estarei inocente de grandes transgressões.

Possam as palavras de minha boca e a prece de meu coração serem aceites por Ti, ó Eterno, minha Rocha e meu Redentor.”

Elul 5759, Agosto 1999.

David Gorodovits, Vitor Fridlin e Jairo Fridlin »

HAGADÁ DE PÊSSACH



Idealização: Jairo Fridlin, Ilustrações: Ruben Rosemberg, Editora Sêfer, 126 páginas (16×23 cm, brochura), ISBN 978-85-85583-17-0, 1993 (10ª edição)

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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INTRODUÇÃO

Um momento especial na vida familiar judaica é a hora do Sêder. Nele, o povo judeu resgata a sua memória tri-milenar e vivencia a época na qual uma grande família conquistou sua liberdade e soberania e passou a conviver no palco das nações no sentido mais pleno.

É revivendo os episódios desta saga que culminou no êxodo do Egipto que a família judaica congraça-se e renova sua crença num mundo livre e mais humano, acalentando a chama da tradição e a aspiração messiânica, sob a égide do Estado de Israel e a grande esperança de continuidade depositada nos jovens e crianças do nosso povo.

Esta Hagadá, que ora apresentamos, reflecte esse anseio. Dirigida aos públicos jovem e adulto, ela pretende reforçar o elo de ligação entre as gerações, possibilitando a todos acompanhar juntos as sublimes lições que há milénios nossos antepassados revivem nas duas primeiras noites de Pêssach.

Através de recursos gráficos sofisticados e uma preocupação constante com a didáctica e a clareza dos textos, esta Hagadá almeja fortalecer a tradição do Sêder nos lares judaicos – de um Sêder com conteúdo religioso, à maneira tradicional.

Nesse sentido, esta Hagadá traz, lado a lado, um moderno texto hebraico, sua transliteração (pronúncia fonética), para aqueles entre nós, que ainda não aprenderam o nosso idioma sagrado, sua tradução para o português, tradução esta explicativa, bem acessível e adaptada para a leitura em voz alta, instruções concisas sobre os procedimentos usuais durante o Sêder, tanto para ashkenazim como para sefaradim, e breves comentários sobre alguns trechos relevantes e conhecidos. As ilustrações e todo o colorido pretendem, ao mesmo tempo, encher os olhos das crianças e servir como instrumento didáctico para certas nuances da Hagadá.

A sensação do dever cumprido sentiremos se mais chefes de família “ousarem” organizar um Sêder em suas casas e descobrirem quão prazeiroso, fácil e recompensador é para um pai ou uma mãe transmitir eles mesmos aos seus filhos a emoção e responsabilidade de ser judeu.

São Paulo, Adar de 5753, Março de 1993

Jairo Fridlin

Editora brasileira lança Bíblia Hebraica em Portugal


In Público 02.04.2007, Luís Miguel Queirós

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Edição acaba de chegar ao mercado português. A obra tem a particularidade de ter sido traduzida directamente dos textos originais hebraicos.

A Bíblia Hebraica, lançada no final do ano passado no Brasil, pela editora e livraria Sêfer, está agora disponível no mercado português, onde só tinham aparecido pontualmente alguns exemplares. Para assinalar a distribuição da obra em Portugal, a distribuidora Euroenigma, parceira da Sêfer para a Europa, promoveu na semana passada duas sessões de lançamento, em Lisboa e no Porto, ambas com a presença de Jairo Fridlin, editor da Sêfer e um dos responsáveis por esta tradução, juntamente com David Gorodovits.
Esta Bíblia judaica em português tem a particularidade de ter sido directamente traduzida dos textos originais hebraicos, algo que, até agora, só fora feito para a Torá, isto é, para os cinco livros a que os cristãos chamam o Pentateuco. Seria preciso recuar a meados do século XVI e à famosa Bíblia de Ferrara, encomendada por Gracia Nasi, para se encontrar uma versão integral, e mesmo assim não em português, mas em “ladino”, um idioma muito próximo do castelhano que os judeus sefarditas levaram para os Balcãs e para a Turquia após terem sido expulsos da Península Ibérica no final do século XV.
O conteúdo do Tanach, ou Bíblia hebraica, corresponde sensivelmente ao Antigo Testamento na Bíblia protestante, e está um pouco mais distante do cânone católico, já que este inclui os chamados “livros deuterocanónicos” – Macabeus (I e II), Tobias, Judite, Sabedoria, Eclesiástico e Baruch -, além de algumas passagens suplementares nos livros de Ester e Daniel, aos quais tanto os judeus como as várias correntes cristãs evangélicas recusam o estatuto de textos escritos sob inspiração divina. Não surpreende, portanto, que na lista de obras consultadas os responsáveis por esta Bíblia Hebraica incluam a tradução seiscentista do português João Ferreira de Almeida, ainda hoje a Bíblia de referência para os evangélicos portugueses e brasileiros, actualmente a ser reeditada pela Assírio & Alvim e pelo Círculo de Leitores, numa versão em oito volumes organizada por José Tolentino Mendonça.
As diferenças mais ostensivas dizem respeito à organização dos textos. O Tanach inclui 24 livros – não aceita a divisão de alguns deles em duas partes, como acontece nas Bíblias cristãs -, divididos em três núcleos principais: Torá (Pentateuco), Neviim (Profetas) e Ketuvim (Escritos). O próprio termo Tanach constitui, aliás, um acrónimo elaborado a partir das iniciais destas três designações.
Mas se as divergências se resumissem a questões de arrumação, talvez Fridlin não tivesse gasto alguns anos da sua vida a preparar esta tradução. O problema, do ponto de vista dos judeus, é que o credo do tradutor deixa inevitavelmente marcas no seu trabalho. Segundo Fridlin, os estudantes dos primeiros graus das escolas hebraicas no Brasil viam-se obrigados a recorrer a traduções cristãs da Bíblia “e acabavam por ir assimilando conceitos que são próprios do cristianismo”.
Visão judaica
Uma das principais motivações dos responsáveis deste projecto foi a de fornecer uma visão judaica do Tanach, apoiando-se numa longa lista de comentadores das mais diversas épocas. A edição apresenta-se como sendo “baseada no hebraico e à luz do Talmud e das fontes judaicas”. E, como os comentadores nem sempre estavam de acordo, foi preciso decidir caso a caso. Uma das reservas que tem sido colocada a esta tradução é precisamente a de não explicitar os critérios de escolha entre diversas tradições interpretativas.
O objectivo de Fridlin e Gorodovits foi, todavia, o de preparar uma edição acessível e de fácil legibilidade, e daí que tivessem optado por não incluir notas. Esta preocupação levou também, por exemplo, a que fosse adoptado o recurso aos capítulos e versículos, que não existiam nos textos hebraicos originais. Ou que se grafasse o som gutural “rr” com um “h” sublinhado por baixo, ao invés do habitual “ch”, para evitar confusões com a fonética portuguesa. Em alguns casos de passagens que poderiam ser mal percebidas pelos leitores de hoje, os tradutores incluíram ainda breves informações contextuais.
Para Fridlin, a utilidade desta tradução não se limita aos seus potenciais leitores judeus, mas também aos cristãos, e designadamente aos exegetas e tradutores bíblicos, que terão interesse em “consultar uma fonte judaica”.

Lançamento Oficial em Portugal da Bíblia Hebraica (Tanach) – Ladina Tertúlias a 28 de Março de 2007


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Lançamento Oficial em Portugal da Bíblia Hebraica (Tanach) a 27 de Março de 2007


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LANÇAMENTO EM PORTUGAL DA BÍBLIA HEBRAICA (TANACH)



COM A PRESENÇA DE JAIRO FRIDLIN DA EDITORA E LIVRARIA SÊFER

A LIVRARIA JUDAICA DO BRASIL

É com grande orgulho que comunicamos a chegada da Editora e Livraria Sêfer – maior editora de livros Judaicos em Português – a Portugal por intermédio da Euroenigma, Lda.

A Euroenigma será a parceira da Sêfer para a Europa e têm o prazer oficializar esta parceria com o lançamento o lançamento da Bíblia Hebraica (Tanach) mais de 500 anos após o início da Inquisição em Portugal colmatando esta lacuna do mercado.

O lançamento desta tradução inédita para o Português é directamente do Hebraico e à luz do Talmud, das fontes Judaicas e com supervisão Rabínica e contará com a presença especial de Jairo Fridlin (um dos autores e editor desta tradução) e está marcado para os seguintes dias:

– 27 de Março 2007 pelas 18:30 na FNAC do Chiado. Este evento conta com o apoio da FNAC, APEJ (Associação Portuguesa de Estudos Judaicos) e da CIL (Comunidade Israelita de Lisboa)

– 28 de Março de 2007 pelas 22:00 no Clube Literário do Porto. Este evento conta com o apoio da Ladina (Associação de Cultura Sefardita) e do CLP (Clube Literário do Porto).

Breve explicação da obra agora apresentada em Português:

Tanach é um acrónimo utilizado dentro do Judaísmo para denominar o principal conjunto de livros sagrados, sendo esta a designação mais próxima de uma Bíblia Judaica. O conteúdo do Tanach é o original e equivalente ao Antigo Testamento, mas ligeiramente diferente no conteúdo. O Tanach contém a Torá (também conhecida por Chumash, isto é “Os Cinco” e refere-se aos cinco livros também conhecidos como Pentateuco), Neviim (Profetas) e Ketuvim (Escritos). De acordo com a tradição Judaica, o Tanach consiste de 24 livros. A Torá possui 5 livros, o Neviim possui 8 e o Ketuvim 11.

A versão em português da Bíblia Hebraica (Tanach) tem 880 páginas, capa dura de luxo e uma lombada de apenas dois centímetros e meio, porque empregou-se o chamado papel bíblia, cuja folha pesa apenas 44 gramas. O livro é uma obra coletiva. Ele o traduziu junto com David Gorodovits, do Rio, e teve a revisão técnico-religiosa dos rabinos Marcelo Borer, Daniel Touitou e Saul Paves, e dos professores Norma e Ruben Rosenberg, Daniel Presman e Marcel Berditchevsky.

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