CONSELHOS EXTRAORDINÁRIOS – PELE IOETZ


Conselhos

Rabino Eliezer Papo, Editora Sêfer, 336 páginas (14x21cm, capa flexível), ISBN 85-85583-40-0, 2003 (2ª Edição 2010)

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

***

Conselhos Extraordinários – Pele Ioetz

Conselhos Extraordinários (“Péle Ioêts”) é um dos mais aclamados livros de “Mussár”, a Ética Judaica, publicados até hoje. Fiel ao título deste seu maravilhoso trabalho, o Rabino Eliezer Papo (1785-1828) no abençoa com sábios conselhos de ordem prática que se aplicam a todas as situações cotidianas e relacionamentos interpessoais. Seus ensinamentos vêm da Torá, fonte primeira, e de todas as suas ramificações – o Talmud, o Midrash, a Halachá, a Hagadá, a Cabalá e o Chassidismo.

Profundo conhecedor da natureza humana, suas falhas e fraquezas, virtudes e potencial, o Rabino Papo tem o dom de falar à mente e ao coração, às pessoas simples e aos estudiosos. Suas palavras são impregnadas de amor e sua grande aspiração era queConselhos Extraordinários pudesse ser lido pelo maior número de pessoas. Que tão caro anseio seja atendido também nesta tradução inédita para o português.

TALMUD TORÁ


Graduation

 

TALMUD TORÁ

A Mitzvá (mandamento) de Talmud Torá – O Estudo da Torá – é um preceito fundamental do judaísmo. Os sábios ensinam-nos que a Torá é uma das três coisas sobre as quais o mundo se apoia, e que o “estudo da Torá supera todas as outras Mitsvót” em importância e na recompensa que encerra. As dimensões de conhecimento derivadas do estudo são teóricas e práticas, abstratas e concretas, uma orientação de vida.

O estudo da Torá é não só um meio mas um fim, uma componente essencial do judaísmo. A noção judaica de “um reino de sacerdotes e uma nação sagrada” apoia-se, no fato de o conhecimento judaico não estar limitado a uma casta instruída separada, mas ser incumbência de todos.

No estudo da Torá, há uma relação dialética entre demandas objectivas e afinidades pessoais; algum atalho plausível deve ser procurado, entre os dois. A pessoa deve ter em mente a diferença entre experiência e conhecimento.

Um elemento essencial, independentemente do assunto, é a regularidade do estudo, um compromisso inflexível com o estudo que deve ser em grupo, com um professor ou alguém mais experimentado. Um professor deve servir de mentor, mestre e guia.

Um tipo de conhecimento que é essencial é a linguagem das fontes, especialmente o idioma hebraico (mesmo que só a compreensão passiva), apenas confiar no “judaísmo traduzido” é perigoso tanto para as comunidades, como para os indivíduos.

É muito importante conhecer a Bíblia Hebraica – Tanach, se possível na sua totalidade. O que é essencial é o conhecimento do conteúdo global dos vários livros, os temas e as estórias.

Chumash (Torá) é coberto na totalidade uma vez por ano e cada porção lida e estudada semanalmente.

Outra área importante de estudo é a Halachá que oferece orientação para a maneira de proceder: leis de observância diária, como as da oração, Shabat, Cashrut, e Taharat Hamishpachá (pureza familiar). O Kitsur Shulchan Aruch é um dos pontos de partida para o estudo de todas estas leis e costumes.

Talmud (Torá Oral) e os seus comentários representam outra área significativa de estudo e aprendizado. A ignorância do Talmud é mais grave que a ignorância das escrituras, pois ele é a base para quase todas as áreas do judaísmo, que estão direta ou indiretamente ligadas a ele; dá equilíbrio ao espírito e restringe as inclinações mais extremas.

O estudo do misticismo judaico, a Cabala, apresenta um problema especial pois apesar de ser provavelmente o único sistema teológico judaico existente, não é uma disciplina em si mesma, mas está estritamente relacionada com a prática religiosa em geral. É um comentário (em certo sentido) sobre a Torá escrita e oral e não pode ser separada nem na teoria nem na prática, de todo o conjunto das Mitsvót. É falso e desorientado visualizar a tradição mística judaica separada do contexto maior do judaísmo como um todo.

Por último o estudo do Pensamento Judaico em suas muitas facetas.

O estudo da Torá é portanto, uma mistvá fundamental por direito próprio, da incumbência de todo judeu, enquanto viver.

 

***

Bibliografia:

Teshuvá – Um Guia para o Judeu Recém Praticante

Adin Even Yisrael (Steinsaltz), Editora Maayanot, 254 páginas (14×21 cm, brochura), ISBN 85-85512-21-0, 1994 (reedição de 2006)

Link: http://www.judaicaportugal.com/TESHUV_/p440356_1884963.aspx

 

A Mitzvá (mandamento, conexão) de Talmud Torá – O Estudo da Torá – é um preceito fundamental do judaísmo. Os sábios ensinam-nos que a Torá é uma das três coisas sobre as quais o mundo se apoia, e que o “estudo da Torá supera todas as outras Mitsvót” em importância e na recompensa que encerra. As dimensões de conhecimento derivadas do estudo são teóricas e práticas, abstratas e concretas, uma orientação na vida.
O estudo da Torá é não só um meio mas um fim, uma componente essencial do judaísmo. A noção judaica de “um reino de sacerdotes e uma nação sagrada” apoia-se, no fato de o conhecimento judaico não estar limitado a uma casta instruída separada, mas ser incumbência de todos.
No estudo da Torá, há uma relação dialética entre demandas objectivas e afinidades pessoais; algum atalho plausível deve ser procurado, entre os dois. A pessoa deve ter em mente a diferença entre experiência e conhecimento.
Um elemento essencial, independentemente do assunto, é regularidade do estudo, um compromisso inflexível com o estudo que deve ser em grupo, com um professor ou alguém mais experimentado. Um professor deve servir de mentor, mestre e guia.
Um tipo de conhecimento que é essencial é a linguagem das fontes, especialmente o idioma hebraico (mesmo que só a compreensão passiva), apenas confiar no “judaísmo traduzido” é perigoso tanto para as comunidades, como para os indivíduos.
É muito importante conhecer a Bíblia Hebraica – Tanach, se possível na sua totalidade. O que é essencial é o conhecimento do conteúdo global dos vários livro, os temas e as estórias.
O Chumash (Torá) é coberto na totalidade uma vez por ano e cada porção lida e estudada semanalmente.
Outra área importante de estudo é a Halachá que oferece orientação para a maneira de proceder: leis de observância diária, como as da oração, Shabat, Cashrut, e Taharat Hamishpachá (pureza familiar). O Kitsur Shulchan Aruch é um dos pontos de partida para o estudo de todas estas leis e costumes.
O Talmud (Torá Oral) e os seus comentários representam outra área significativa de estudo e aprendizado. A ignorância do Talmud é mais grave que a ignorância das escrituras, pois ele é a base para quase todas as áreas do judaísmo, que estão direta ou indiretamente ligadas a ele; dá equilíbrio ao espírito e restringe as inclinações mais extremas.
O estudo do misticismo judaica, a Cabala, apresenta um problema especial pois apesar de ser provavelmente o único sistema teológico judaico existente, não é uma disciplina em si mesma, mas está estritamente relacionada com a prática religiosa em geral. É um comentário (em certo sentido) sobre a Torá escrita e oral e não pode ser separada nem na teoria nem na prática, de todo o conjunto das Mitsvót. É falso e desorientado visualizar a tradição mística judaica separada do contexto maior do judaísmo como um todo.
Por último o estudo do Pensamento Judaico em suas muitas facetas.
O estudo da Torá é portanto, uma mistvá fundamental por direito próprio, da incumbência de todo judeu, enquanto viver.
***
Bibliografia:
Teshuvá – Um Guia para o Judeu Recém Praticante
Adin Even Yisrael (Steinsaltz), Editora Maayanot, 254 páginas (14×21 cm, brochura), ISBN 85-85512-21-0, 1994 (reedição de 2006)

O ZOHAR – O Livro do Esplendor


O Zohar

Passagens selecionadas pelo Rabino Ariel Bension, Editora Polar, 368 páginas (14×21,5 cm, capa dura), ISBN 978-85-86775-06-2, 2010

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

***

O ZOHAR: O Livro do Esplendor

O Sêfer ha-Zohar (Livro do Esplendor) apareceu na Espanha no fim do século XIII e é a obra literária mais importante da Cabalá, a tradição mística judaica.

Como diz Gershom Scholem, um dos maiores especialistas nessa área, nenhuma outra obra “teve uma influência e um sucesso sequer aproximadamente similares ao seu. […] uma fonte de doutrina e revelação igual em autoridade à Bíblia e ao Talmud, e com o mesmo grau canônico: o que é uma prerrogativa que não pode ser postulada por nenhuma outra obra da literatura judaica.”

O Zohar foi escrito na forma de uma longa novela em que grandes rabinos do século II discutem e explicam os segredos dos cinco livros de Moisés (a Torá) e de outros livros das Escrituras Sagradas. Dentre esses grandes rabinos, destaca-se a figura de Shimon ben Yochai, um dos maiores santos da história do judaísmo.

Esta seleção de passagens do Livro do Esplendor recém-lançada em português foi publicada em inglês em 1932 pelo rabino Ariel Bension. Nascido em Jerusalém, Bension era filho do rabino e místico Joshua Sion Halevi, que migrou de Fez, Marrocos, para Israel quando ainda jovem. Bension recebeu sua formação religiosa e rabínica na Academia Quasad-El (fundada por seu avô materno), no Instituto Tiféret Jerusalém e na Comunidade Santa de Beit-El. Posteriormente, estudou em universidades alemãs e suíças, onde graduou-se em história, filosofia, literatura e filologia asiática. Doutorou-se em filosofia e línguas semíticas na Universidade de Berna.

As passagens selecionadas e traduzidas por Bension ao inglês foram extraídas da terceira e da quarta partes das edições completas do Zohar: Idra Rabba (Grande Assembleia) e Idra Zuta (Pequena Assembleia). Na primeira delas estão as revelações feitas pelo santo rabi Shimon ben Yochai a seus discípulos durante sua vida; na segunda, as revelações que lhes fez quando estavam ao redor do seu leito de morte. Além dessas passagens, Bension também selecionou passagens do Zohar que falam do mestre Shimon e de seus discípulos, que constituem a terceira parte desta edição brasileira.

Na presente edição, as três partes do Zohar citadas são precedidas de um Prólogo do pensador espanhol Miguel de Unamuno e de um estudo de Bension sobre as origens do Livro do Esplendor.

***

“O Zohar, ou Livro do Esplendor, que Ariel Bension, enterrado há pouco em Jerusalém, aqui tão bem nos apresenta, é qualquer coisa como o Evangelho Místico dos hebreus sefarditas […]”

Miguel de Unamuno (1864-1936). Filósofo e escritor espanhol

***

“Sêfer ha-Zohar, O Livro do Esplendor, assombrou e maravilhou leitores por setecentos anos, desde que apareceu misteriosamente na Espanha, no fim do século XIII. O Zohar é a obra-prima da Cabalá, a tradição mística judaica. O Zohar é um comentário sobre a Torá — os cinco livros de Moisés —, escrito na forma de uma novela mística. O herói é o rabi Shimon, filho de Yochai, um santo que viveu na Terra de Israel no século II.”

Daniel C. Matt. Tradutor para o inglês da edição completa do Zohar

***

“O livro do Zohar, a obra literária mais importante da Cabalá, […] nenhuma teve uma influência e um sucesso sequer aproximadamente similares ao seu. […] uma fonte de doutrina e revelação igual em autoridade À Bíblia e ao Talmud, e com o mesmo grau canónico, o que é uma prerrogativa que não pode ser postulada por nenhuma outra obra da literatura judaica.”

Gershom Scholem. Grande especialista em mística judaica

***

“Não são muito comuns as publicações destinadas à divulgação que têm o cuidado e a seriedade desta edição de excertos do grande compêndio místico judaico, O Livro do Esplendor (Zohar, em hebraico)…”

O Estado de São Paulo.

A ARTE DA TESHUVÁ – COM A TRADUÇÃO INTEGRAL DE “LUZES DE RETORNO”


Capinha arte teshuvá

Rabino David Samson e Tsvi Fishman/Rav kook, Editora Sêfer e Bnei Akiva, 384 páginas (16×23 cm, capa dura), ISBN 85-85583-65-7, 2004

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

***

Orot Hateshuvá – Com a tradução integral de Luzes de Retorno do Rabino Avraham Yitschac Hacohen Kook

“A Teshuvá é o sentimento mais saudável da alma. Uma alma saudável, em um corpo saudável, inevitavelmente chegará à grande felicidade da Teshuvá, sentindo em si o maior prazer da natureza.”

Luzes de Retorno 5:1

***

Rabino Avraham Yitschac HaCohen Kook (1865-1935)

Ainda como menino-prodígio no estudo da Torá na Europa Oriental, o menino Kook exibia grande intelecto, alma e personalidade. Além da maestria conceitual em lei e filosofia judaicas, mergulhou no calor e na mística chassídica. Ansioso pela libertação nacional judaica, o retorno à Terra Santa após dois mil anos , adoptou o hebraico como sua língua no dia-a-dia. O rabino Kook abandonou as proeminentes posiçlões rabínicas e tornou-se de todo coração, rabino de uma pequena comunidade judaica em Iafo, na Terra de Israel. Mais tarde assumiu o posto de Rabino-Chefe de Jerusalém e de primeiro Rabino-Chefe da Terra de Israel. Fundou a maior academia rabínica de Israel, Ieshivat Mercaz Harav, com a qual cumpriu seu sonho de formar jovens líderes profundamente religiosos, com grande actuação nos assuntos humanos e que se sentem parte integrante de sua nação. O rabino Kook é considerado um pensador moderno original e destacado que mistura psicologia, sociologia e religião em uma visão de mundo unificada e abrangente.

JARDIM DAS ALMAS


Jardim das Almas

Rabino Avraham Greenbaum, Editora Sêfer, 176 páginas (14×21 cm, brochura), ISBN 978-85-85583-83-5, 2010

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

***

Jardim das Almas – Ensinamentos do Rebe Nachman de Breslav sobre o sofrimento

Jardim das Almas é uma das mais belas e aclamadas lições do Rebe Nachman de Breslav (1722-1810). Seus ensinamentos advêm do sofrimento do próprio Rebe – em consequência da trágica perda de seu filho ainda bebê – e oferece orientação e conforto para lidar com a dor e o sofrimento em nossas próprias vidas e daqueles que nos cercam.

Por que nós normalmente fechamos os olhos nos momentos de dor? Esse reflexo físico demonstra um anseio espiritual de transcender o sofrimento, focando nosso olhar interno no objetivo final desta vida. É a crença na bondade Divina que torna possível encontrar significado nos testes deste mundo, superar as adversidades e transformá-las em experiências capazes de nos elevar e alcançar uma alegria profunda. Esta edição traz ainda outros ensinamentos relacionados ao tema e preces elaboradas por esse grande conhecedor da alma humana.

***

Fé e esperança são os princípios fundamentais capítulo central deste livro: a bela lição chamada de “Jardim das Almas” (Licutê Moharan I:65). Escrito a partir do seu próprio sofrimento, provocado pela perda de seu filho Shlomo Efraim ainda bebé, o Rebe Nachman oferece orientação e conforto para lidar com a dor e o sofrimento. O ponto crucial que daqui emerge é que o sofrimento nos é enviado com o sentido de nos aproximar de Deus. Quando acreditamos e reconhecemos isso firmemente, é possível encontrar maneiras de utilizar a própria dor e as adversidades para nos aproximar do objectivo final nesta vida.

Devido à grande distância existente entre o mundo de hoje e a fé, mesmo os fundamentos da Torá sobre a dor e sofrimento soam estranhos a muitas pessoas. Por isso, o capítulo “Uma questão de fé” apresenta uma síntese de algumas das ideias centrais que sustentam o ponto de vista da Torá. Já o capítulo “A visão da Torá sobre o sofrimento” apresenta trechos do livro “O Caminho de Deus”, do Rabino Moshe Chaim Luzzato (o Ramchal), que constituem a essência dos ensinamentos clássicos da Torá sobre este assunto.

Rabino Avraham Greenbaum

Conheça também a obra Anatomia da Alma do Rabino Chaim Kramer (publicada pela editora Sêfer)

***

Sobre o autor:

O Rabino Nachman de Breslav nasceu em 1º de Nissan de 5532 (1772), na cidade de Medzeboz, na Ucrânia, e era bisneto do Baal Shem Tov (“Mestre do Bom Nome”), o fundador do movimento chassídico. Ao se destacar como grande “tsadic” (justo), sábio da Torá, professor e mestre chassídico, passou a atrair seguidores que o consideravam sua fonte mais importante de orientação espiritual na busca por Deus. Ele viveu na cidade de Breslav, na Ucrânia, do outono de 1802 até à primavera de 1810, mudando-se depois para Uman, aonde veio a falecer de tuberculose seis meses depois, em 18 de Tishrê de 5571 (1811), aos trinta e oito anos, sendo ali enterrado.

O Rebe Nachman era um grande místico e cabalista, mas, ao mesmo tempo, um homem prático e realista. Ele narrava contos de príncipes e princesas, mendigos e reis, demónios e santos, e ensinou sobre a necessidade de se viver com fé, honestidade e simplicidade.

Quando o Rebe Nachman faleceu, seus seguidores não foram capazes de encontrar ninguém que o substituísse. Em vez de nomearem outro Rebe, eles continuaram a buscar inspiração e orientação nos ensinamentos do próprio Rebe Nachman, que continuou sendo o Rebe deles. Os seguidores do chassidismo de Breslav têm agido assim desde então, estudando seus escritos e empenhando-se na prática de seus ensinamentos em suas vidas. Nesse sentido, pode-se afirmar que o Rebe Nachman continua a ser o líder dos seguidores do chassidismo de Breslav.

ENXERGANDO DEUS – DEZ LIÇÕES DE VIDA DA CABALÁ


Enxergando Deus

Rabino David Aaron, Editora Sêfer, 176 páginas (14×21 cm, brochura), ISBN 978-85-7931-005-8, 2009

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

***

Enxergando Deus – Dez lições de vida da Cabalá

Deus está diante de seus olhos – os olhos da alma.

Só é preciso a lente certa para enxergar…

Neste livro inspirador, importante e prático, o Rabino David Aaron, fundador do renomado Instituto Isralight, nos ensina a ver Deus através da sabedoria da Cabalá. Tornando antigas e poderosas verdades acessíveis aos leitores atuais, Enxergando Deus oferece orientação para se viver uma vida mais significativa, além de trazer exercícios simples para colocar os princípios em prática. Profundo e estimulante, Enxergando Deus nos habilita a trazer o extraordinário a tudo que fazemos e a tudo que somos. Aprenda a…

·Superar medos de infância sobre Deus, que limitam a felicidade e a realização espiritual.

·Redescobrir o amor e a compaixão de Deus e a preencher a vida com mais criatividade e vitalidade.

·Atingir nova clareza e maior consciência – para ver e aproveitar o extraordinário naquilo que é habitual.

·Conectar-se à força Divina de vida, única fonte verdadeira de amor, sabedoria e sucesso.

Deus está aqui, agora, esperando para ser visto, querendo ser conhecido. Tudo o que você tem de fazer é abrir os olhos para enxergar, abrir o coração para sentir e abrir a mente para conhecer.

***

Inspirador, sábio, afetuoso e espirituoso… David Aaron nos oferece uma compreensão prática da Cabalá, revelando os segredos de se viver uma vida emocionante, feliz e mais significativa.

Deepak Chopra, autor de “Como conhecer Deus”

***

Há algumas noites, eu conversava com um aluno sobre crer em Deus e percebi, mais uma vez, a dificuldade das pessoas em relação a esse tema. Neste livro, o Rabino David Aaron nos impacta mais uma vez, ao mostrar como ajudar as pessoas a entender esse relacionamento e como abrir uma pequena porta em seus corações para, devagarinho, conseguirem sentir algo nunca antes imaginado. Essa facilidade em lidar com temas tão abstratos de forma tão simples e gostosa é simplesmente incrível! Com certeza, este livro será um dos grandes companheiros dos jovens em suas buscas pela verdade. Aliás, se você gostou do Luz Infinita, não perca este por nada!

Rabino Shlomo Safra

***

Após ler este excelente livro, pela primeira vez realmente senti os poderes espirituais que a Cabalá transmite. Para mim, o que era um exercício filosófico e abstrato passou a ser uma realidade visceral. O Rabino David Aaron nos faz ver o contexto Divino de toda existência nas tarefas do dia-a-dia e nos mostra o caminho para alcançar esse objetivo.

Dr. Gerald Shroeder, autor de “A face oculta de Deus”

***

Convincente, claro e fácil de ler… Adoro, adoro, adoro este livro!

Yitta Halberstam, autora da série “Pequenos Milagres”

***

Enxergando Deus é um livro necessário atualmente, pois abrirá seus olhos para experimentar a vida de novas maneiras.

Rabino Simon Jacobson, autor de “Rumo a uma Vida Significativa”

***

[David Aaron] apresenta com êxito um dos conceitos mais complexos da Cabalá em linguagem simples e de fácil compreensão.

Publishers Weekly

***

Enxergando Deus traz um olhar “pé-no-chão” sobre a Cabalá… David Aaron conta histórias de sua vida, que tornam o texto interessante e acessível.

Revista “Spokesman”

***

Sobre o autor:

O rabino David Aaron é um pensador perspicaz, escritor produtivo e de fácil compreensão, e educador cheio de inspiração e entusiasmo. Ele é fundador e reitor do Instituto Isralight, organização internacional que promove o tão difundido renascimento da consciência por meio do retorno às raízes espirituais e valores fundamentais que deveriam ser a essência da vida quotidiana. O instituto tem, em Israel e na América do Norte, centros de estudos que oferecem programas para descanso e aprendizado, seminários, “escapadas espirituais” de fim-de-semana, workshops sobre crescimento espiritual, cursos de formação de líderes, viagens à Israel e programas de trabalho voluntário em Israel.

O rabino David Aaron acredita que o básico da espiritualidade é constituído das coisas mais profundas e também das mais ignoradas na educação contemporânea. Nos últimos 18 anos, ele tem se dedicado a compartilhar a antiga sabedoria da Torá e do misticismo judaico, e a incentivar as pessoas a embarcar no longo processo de transformação, de amor e de ganho de força pessoal.

Filho de um sobrevivente do Holocausto, David Aaron se esforça desde muito jovem para entender o potencial do mundo, tanto para o ódio quanto para o desejo de propósito, amor e criatividade. A sua própria jornada espiritual o levou à Israel, onde estudou Torá e Cabalá com grandes mestres, como o grande rabino Shlomo Fischer (Shelita). Em 1979, David Aaron recebeu ordenação rabínica da Yeshivá (centro de estudos) Israel Torah Research Institute (ITRI).

Palestrante popular e convidado frequente de programas de TV e de rádio, David Aaron atrai a cobertura da mídia, incluindo o talk-show americano Larry King Live e o canal americano de TV E! Entertainment. Ele mora na Cidade Velha de Jerusalém com a mulher, sete filhos e quatro netos.

ANATOMIA DA ALMA – ENSINAMENTOS DO REBE NACHMAN DE BRESLAV


Anatomia da Alma

Chaim Kramer, Editora Sêfer, 536 páginas (16×23 cm, flexível), ISBN 978-85-85583-82-8, 2008

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

***

Anatomia da Alma –  Ensinamentos do REBE NACHMAN DE BRESLAV

Você já se perguntou qual é o significado da passagem bíblica que afirma que “o homem foi criado à imagem de Deus”? Como Deus não têm forma nem figura, em que consiste essa “imagem Divina”? Onde e como ela se manifesta?

Nos textos bíblicos, talmúdicos e midráshicos, há muitas referências aos “poderes Divinos” que o ser humano possui. Porém, é a Cabalá que explica conceitos como a criação do mundo dentro do espaço esvaziado, a formação dos universos celestiais, as personas Divinas e as dez sefirot. Ele também esclarece como a humanidade – o ser humano físico – reflete a estrutura completa dos amplos poderes e atributos espirituais que Deus criou.

***

Anatomia da Alma baseia-se nos ensinamentos do Rebe Nachman de Breslav (1772-1819), um dos maiores mestres chassídicos, e de seu discípulo mais próximo, o Reb Natan (1780-1844), e examina essas ideias e os poderes espirituais e místicos do homem, dando-lhes aplicação prática. O livro apresenta uma análise de todos os aspectos do corpo humano – os sistemas locomotor, circulatório, respiratório, reprodutor e outros – mostrando como eles se relacionam com as dez sefirot, os cinco níveis da alma e a capacidade de controle que o ser humano pode exercer sobre os universos espirituais ocultos.

O Rebe Nachman transmite uma mensagem muito clara: Todo indivíduo – sem exceção – pode começar imediatamente a produzir mudanças em sua vida, dependendo apenas de seu esforço. O ser humano é capaz de subir a escada espiritual e internalizar uma iluminação cada vez maior.

***

Sobre o autor:

O Rabino Chaim Kramer, estudioso dos ensinamentos de Breslav há mais de 40 anos, fundou o Breslav Research Institute em 1979. O Instituto publicou mais de 50 títulos baseados nos escritos do Rebe Nachman. Kramer já produziu comentários para nove volumes da tradução do Licutê Moharan (a obra prima do rebe Nachman), que ainda não foi concluída.

%d bloggers like this: