SIDUR NER SHABAT (שדור נר שבת) – Rito Sefaradi


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Rabino Moysés Elmescany e Chazan David Salgado (Elmaleh), Editora Amazônia Judaica, 352 páginas (15,5×23 cm, capa dura), 2006, Jerusalém.
Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt. 

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Sinopse – Sidur Ner Shabat (שדור נר שבת) – Rito sefaradi

Sidur Ner Shabat, pertence a coleção “Ner” compilada e editada pelo Rabino Moisés Elmescany e o Chazan David Salgado. Este sidur – livro de orações judaicas – tem o texto original em hebraico e também a trandução e a transliteração para o português.

É apropriado para judeus sefaraditas, oriundos de Portugal, Espanha e do Marrocos. 

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Prefácio

Nada seria mais gratificante para um frequentador de Sinagoga do que o prazer de poder acompanhar todas as Tefilot (Orações) sem nenhuma interrupção ou expressão do tipo: “Em que página está? O que é isso que o Chazan (Oficiante) está dizendo agora?”.

As comunidades Sefarditas Marroquinas encontraram na Sinagoga o lugar central e principal para suas atividades comunitárias. É o Beit Hakenesset (Sinagoga) quem congrega seus membros inúmeras vezes ao ano; todos os dias da semana, aos sábados especialmente, nas datas e festas religiosas e cívicas, nos chamados Iamin Noraim – Dias Temíveis – (de Rosh Hashaná até ao Iom Kipur) em ocasiões marcantes da vida como núpcias, Berith-Milá, Bar-mitzvá, Bat-Mitzvá, ocasiões menos alegres também, como nas Mishmarot de semana, mês ou ano, as Nachalot que lembram as datas de falecimento, as Hilulot de nossos sábios, Ribi Meyr Baal Hanes e Ribi Shimon Bar Yochai, enfim, uma comunidade tradicional como as sefarditas marroquinas, vivem em torno do Beit Hakenesset.

O Shabat é o dia mais importante para o judeu. As Tefilot para o Shabat são sagradas e os judeus devem fazê-las com Cavaná – com intenção verdadeira –  e para isso, devem compreender o que estão rezando, não podendo fazê-las pelas metade ou em parte. Tampouco devem estar perdidos e desconcentrados o que tornaria uma Sinagoga um lugar à toa – D-us nos livre – ou um simples local para encontros semanais.

Logo, buscamos solucionar e vencer esse obstáculo. Foi então que surgiu a ideia de elaborarmos o Sidur Ner Shabat para as Tefilot de Shabat.
Ner Shabat tem por finalidade colaborar com o leitor e frequentador da Sinagoga facilitando-o para que alcance uma leitura fluente em hebraico, ou quando desconhecer este idioma fazê-lo no transliterado ou ainda traduzido ao português, de modo a cumprir o que disse o Rei Shelomo: “Quanto maior o povo, maior a glória do Rei” (Mishlei 14,128). Atingir assim, todo o Kahal (público), tanto homens como mulheres, jovens e crianças, com o teor mais profundo de nossas Tefilot.

Para obtermos tudo isso, buscamos o melhor e mais moderno que existe no mercado em matéria de digitação electrónica e programação visual para os Sidurim (livros de reza).

Nesta primeira edição temos na leitura do hebraico uma sinalização das Nekudot, ou seja, das vogais, onde as regras são facilmente reconhecidas, pois quando aparecer uma letra que sua vocalização transforma-se, como por exemplo: a vogal Kamats, que é a letra “a”, torna-se “o”, ela aparecerá em destaque, ou seja, maior do que as outras. Mesma situação acontece com o Shevá, que é uma vogal muda, e dependendo da situação gramatical transforma-se em “e”, aparecendo em destaque, num nível maior.

Também sinalizamos a sílaba tónica das palavras paroxítonas com uma Gayá, que é um traço em baixo da letra onde há a tonicidade da palavra. A palavra que não houver sinalização deve-se pronunciá-la como oxítona, ou seja na última sílaba.

Outra característica importante deste trabalho é que as explicações no texto em hebraico estão traduzidas para o português facilitando ao leitor que lê hebraico mas não compreende, característica muito comum nas comunidades judaicas da Diáspora.
Este livro tem por Nussach – ritual de oração – o Nussach Sefaradi, da maneira como recebemos de nossos pais que aportaram no início do século XIX, provenientes em sua maioria do norte de África, de cidades de Marrocos, como Tênger, Tetuan, Salé, Rabat, Fez, Marraquexe, Casablanca e outras. A sequência é devidamente seguida de modo que tudo encontra-se no seu lugar apropriado, tendo quando necessário uma observação para eventos anuais do calendário hebraico, como Rosh Chodesh, Chanucá, Sefirat Haômer, Pirkei Abot, Limud Chodesh Nissan, Shabat Zachor e todas as Parashiot para a  Minchá de Shabat. Também adicionámos as Hashkabot e Mi Sheberach no final do livro.
Pedimos a D’us, que abençoe esta obra e que todos possam dela usufruir.

Belém, 01 de Tamuz de 5766 – Rabino Moysés Elmescany

Yerushalaim, 01 de Tamuz de 5766 – Chazan David Salgado (Elmaleh)

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ZEMIRÓN – Melodias para a Mesa do Shabat


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Edição Jairo Fridlin, Editora Sêfer, 96 páginas (10,5×14 cm, papel couché ), ISBN 85-85583-74-6, 2002 (2006 edição revista)

Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Zemirón – com Tradução e Transliteração

Livro de bolso em papel couché, com 96 páginas, formato 10,5 x 14 cm, colorido, contendo as rezas e canções da mesa do Shabat, em hebraico, transliteração e tradução resumida.

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Significado do Shabat

O Shabat ocupa um lugar central no judaísmo. Sua imagem e seu múltiplo conteúdo encontram sua expressão numa vasta literatura. A ideia do Shabat e sua importância são ressaltadas na Bíblia inteira, a começar pelo relato da Criação e pelo lugar que ocupa nos Dez Mandamentos, dados durante a Revelação no Monte Sinai. É o Shabat que tem sido o factor principal da característica judaica do Povo de Israel, durante os longos séculos de sua Diáspora. O judeu, tão frequentemente oprimido e perseguido por povos malvados e cruéis, voltava a ser um homem livre ao encontrar  sua paz de espírito e descanso espiritual uma vez por semana. A libertação semanal de opressão aliviava a aflição da Galut (Diáspora, dispersão), até reduzi-lo a seis dias semanais, pois que o Shabat proporcionava um intervalo.

Deveras, parece que nunca houve uma geração que precisou tanto do descanso espiritual como a nossa. As muitas atividades de hoje em dia exigem do homem um esforço mental muito maior do que no passado. Os meios de comunicação a ele apelam incessantemente, de todos os lados, e penetram na sua vida particular e pública. O ritmo de vida estonteante da nossa época sujeita o homem a uma grande pressão. Ele não tem tempo para encontrar-se consigo e com seus pensamentos, para refletir sobre seus atos e pensar sobre suas ideias e melhorar seus passos. O ser humano perde sua personalidade. Diminui cada vez mais o número de pessoas com condições de expressar opiniões próprias sem estarem influenciadas e orientadas pelos meios de comunicação. O desligamento do grande mundo e o recolhimento para o ambiente íntimo criado pelo Shabat, por um dia, podem assegurar a liberdade espiritual do indivíduo.

Extraída da Resenha das Festas Judaicas,  do Rabino Abraham Blau, tradução de Rafael Fisch, São Paulo, 1981, in “Sidur Avodat Halev”.

ZEMIRÓN COMPLETO


Zemirón Completo

Edição Jairo Fridlin, Editora Sêfer, 160 páginas (14×21 cm, capa dura de luxo), ISBN 978-85-85583-95-8, 2008

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Zemirón Completo – com Tradução e Transliteração

Edição luxuosa, em papel cuchê e colorida, de todas as rezas e canções da mesa do Shabat, em três versões: hebraico, tradução completa e transliteração. Inclui a Bênção de Graças Após as Refeições, as Bênçãos Nupciais, o Kidush (Santificação) para os dias de festa, a cerimônia de Ushpizin (inédito em português) e diversas outras canções.

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Significado do Shabat

O Shabat ocupa um lugar central no judaísmo. Sua imagem e seu múltiplo conteúdo encontram sua expressão numa vasta literatura. A ideia do Shabat e sua importância são ressaltadas na Bíblia inteira, a começar pelo relato da Criação e pelo lugar que ocupa nos Dez Mandamentos, dados durante a Revelação no Monte Sinai. É o Shabat que tem sido o factor principal da característica judaica do Povo de Israel, durante os longos séculos de sua Diáspora. O judeu, tão frequentemente oprimido e perseguido por povos malvados e cruéis, voltava a ser um homem livre ao encontrar  sua paz de espírito e descanso espiritual uma vez por semana. A libertação semanal de opressão aliviava a aflição da Galut (Diáspora, dispersão), até reduzi-lo a seis dias semanais, pois que o Shabat proporcionava um intervalo.

Deveras, parece que nunca houve uma geração que precisou tanto do descanso espiritual como a nossa. As muitas atividades de hoje em dia exigem do homem um esforço mental muito maior do que no passado. Os meios de comunicação a ele apelam incessantemente, de todos os lados, e penetram na sua vida particular e pública. O ritmo de vida estonteante da nossa época sujeita o homem a uma grande pressão. Ele não tem tempo para encontrar-se consigo e com seus pensamentos, para refletir sobre seus atos e pensar sobre suas ideias e melhorar seus passos. O ser humano perde sua personalidade. Diminui cada vez mais o número de pessoas com condições de expressar opiniões próprias sem estarem influenciadas e orientadas pelos meios de comunicação. O desligamento do grande mundo e o recolhimento para o ambiente íntimo criado pelo Shabat, por um dia, podem assegurar a liberdade espiritual do indivíduo.

Extraída da Resenha das Festas Judaicas,  do Rabino Abraham Blau, traduçãoo de Rafael Fisch, São Paulo, 1981, in “Sidur Avodat Halev”.

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