SHOFAR – A Mercearia Judaica de Portugal


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SABORES PARA SEMPRE – Culinária Sefaradi


Sabores para Sempre

Congregação Monte Sinai, Editora Sêfer, 90 páginas (21,5 x 21,5 cm, Capa Dura), ISBN 85-85583-33-9, 2001

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt.

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Sabores para Sempre – Culinária Sefaradi

Lindo e prático livro de culinária, que tem como objectivo documentar e deixar como legado receitas que durante décadas vêm fazendo parte das mesas das famílias da Congregação Monte Sinai, que completou 30 anos de existência, mostrando a importância da comida na tradição da cultura sefaradi. Uma ênfase toda especial foi dedicada aos saborosos temperos da rica culinária judaica do médio-oriente.

COZINHA JUDAICA – 5000 ANOS DE HISTÓRIAS E GASTRONOMIA


Cozinha Judaica  MA

Marcia Algranti, Editora Record, 344 páginas (20,5×20,5 cm, Brochura), ISBN 978-85-01-06361-8, 2009 (4ª edição)

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Cozinha Judaica (MA) – 5000 anos de histórias e gastronomia

A variada culinária judaica adaptou aos seus costumes religiosos os ingredientes de várias culturas e dos países por onde os judeus vaguearam durante os anos de exílio.
 
É por esta razão que a autora afirma que, quando se quer saber do que é feita a cozinha judaica, é melhor antes perguntar do que é feito um judeu.
 
Marcia é autora do pequeno Dicionário da Gula e com muita classe junta história e culinária e, por meio de receitas, conta a saga do povo judeu.
 
Segundo Marcia, mesmo mantendo as severas leis dietéticas impostas pela religião e os costumes relativos a cada uma das festividades judaicas, cada grupo de judeus, dependendo de onde estava, desenvolveu seus próprios pratos.
 
É uma obra importante mesmo para quem imagina que já sabe de tudo.
da Introdução do Autor 

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Marcia Algranti, autora de vários livros na área de gastronomia, percebeu uma importante lacuna nas prateleiras das livrarias: um livro de culinária judaica em português.

Confirmou esta falta não apenas em suas buscas, mas também na consulta informal a amigos e amigas, judeus ou não, apaixonados por uma culinária rica e variada, descoberta em casa, co avós vindos do Velho Mundo, ou em viagens ao exterior.

Começou, então, uma vasta pesquisa. Procurou em livros e in loco, em delis e restaurantes espalhados por algumas das principais comunidades judaicas do mundo, e reuniu receitas com os melhores sabores, O resultado é Cozinha Judaica – 5000 anos de histórias e gastronomia, um livro que extrapola os limites da comunidade e merece estar nas melhores bibliotecas de gastronomia do país.

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Neste livro, Marcia Algranti, conta um pouco da história dos judeus e seus costumes através da variada culinária judaica, que adaptou aos seus preceitos religiosos ingredientes de diversas culturas. Unindo história e culinária e, através de receitas, conta a saga do povo judeu. Após serem banidos da Palestina, sem um país e se espalhando pelo mundo, os judeus incorporaram à sua cozinha a culinária de vários países, fazendo uso dos ingredientes de que podiam dispor. Conservando as leis dietéticas impostas pela religião, e os costumes alimentares relativos às festividades judaicas, cada grupo de judeus desenvolveu seus próprios pratos.
Muito da vida em grupo dos judeus se centraliza em torno de uma mesa. No preparo de pratos deliciosos, cada ato dentro da cozinha judaica tem fortes laços com a religião. Possuindo uma longa e variada história, os judeus acreditam que comidas cheias de simbolismo devem ser preparadas, exaltando, conforme a ocasião, a fertilidade, a prosperidade, a boa sorte e a imortalidade.
A cozinha judaica tem pelo menos cinco mil anos de história e se inspira nos quatro cantos do mundo. De qualquer forma, a ênfase fica com os ingredientes nativos: trigo, cevada, figos, tâmaras, romãs, azeitonas e eras, sete elementos bíblicos mencionados no Deuteronômio.
Marcia Algranti desvenda todos os segredos da culinária judaica, apresentando receitas tradicionais do Pessach, Rosh Hashanah, Iom Kippur, Shabat e outras datas comemorativas judaicas. A autora ensina como elaborar pratos milenares e saborosos entre peixes, sopas, pães, aves, carnes, massas, saladas e sobremesas, como, por exemplo, os deliciosos bagels, o Gelfilte fish, as borekas de Pessach e o falafel.

O QUE É CASHRUT


Capinha cashrut

Rabino Eliahu Birnbaum e Prof. Shalom Rosember, Editora Sêfer, 96 páginas (16×23 cm, brochura), ISBN 85-85583-30-4, 2003

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Antologia do Pensamento Judaico sobre as Leis Dietéticas Judaicas

Agora que tudo foi dito e feito, qual é o principal motivo destas leis? Ao longo dos anos, muitas pessoas eruditas têm procurado alguma explicação racional e lógica que se aplicasse às leis de Cashrut, para que fornecessem motivos racionais para esta observância tão fora do comum – entre as quais promover a saúde e evitar práticas pagãs. Mas nenhuma delas realmente explica esta prática multidimensional. Uma coisa é clara: qualquer que seja o motivo pelo qual Deus deu estas limitações sobre a comida para os judeus, suas meta funcional é tornar o povo distinto, evitando assim que se assimilem a outras populações e grupos religiosos. Funcionam também como lembretes constantes, especialmente ao viajar, de que um Deus distinto exige uma dieta distinta. Vive la différence!

Rabino Maurice Lamm

“Bem-Vindo ao Judaísmo” – Editora Sêfer

KOSHER LIGHT – SAÚDE E SABOR


Kosher Light

Márcia Jablonka Kelman e Débora Gidali Menaged, Emunah, 161 páginas (29×21,5 cm, brochura), ISBN 85-9916-01-X, 2005

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Kosher Light – Saúde e Sabor

Este livro é mais que uma reunião de receitas de culinária Kasher. Nele, as autoras adaptaram algumas receitas tradicionais e criaram outras para que as delícias da culinária judaica possam ser saboreadas com prazer e de forma saudável até por pessoas portadoras das principais doenças da vida moderna, como hipertensão, diabetes, obesidade, doenças cardiovasculares e o aumento dos níveis de colesterol.

É possível alimentar-se com prazer, sem abrir mão de receitas carregadas de afeto ou, muitas vezes, de sua própria história de vida. Afinal, receitas não são feitas apenas com uma lista de ingredientes culinários. São também compostas de memórias, lições de vida e amor.

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Palavra do Rabino

Hoje em dia, quando muitos estão preocupados em viver uma vida mais significativa e sadia, materialmente e espiritualmente, e muito se fala sobre alimentação saudável, a publicação do livro “Kosher Light – Saúde e Sabor”, pelo Movimento Feminino Emunah, chega num momento oportuno e certamente servirá como valioso incentivo a todos aqueles que buscam aprimorar a saúde  de seu corpo e a de sua alma.

A Cashrut (dieta alimentar judaica) desempenha um papel vital para a preservação do povo judeu. A Torá, que é a sabedoria Divina, nos ensina de forma detalhada a dieta alimentar apropriada para um judeu. Como em todos os mandamentos Divinos, o cumprimento deste preceito só nos traz benefícios; já uma alimentação não adequada para o judeu, além dos prejuízos físicos, D’us nos livre, ainda dificulta as suas aspirações espirituais. Os livros místicos dizem que tais alimentos dificultam nossa capacidade mental e sensibilidade emocional, prejudicando nosso serviço ao Criador.

Por outro lado, a Torá também zela pela nossa saúde física, conforme podemos constatar nos diversos detalhes do Código da Lei Judaica. Como diz o Alter Rebe, o primeiro Rebe de Lubavitch: “Não podemos sequer imaginar como o corpo de um judeu é querido por D’us”. Seu mestre, o Maguid de Mezritch, dizia: “Um pequeno orifício no corpo é um grande buraco na alma”. Ambas ressaltavam a importância de a pessoa possuir um veículo saudável para a alma Divina poder se expressar. Os cientistas, na sua linguagem, dizem “mens sana in corpore sano”, e hoje em dia muito se fala e se pesquisa sobre a medicina psicossomática.

Entre as diversa opiniões sobre as leis e costumes alimentares, Maimônides – grande legislador, filósofo e médico – afirma: “Garanto que todo aquele que seguir estas orientações não ficará doente em toda a sua vida, nem precisará de médico, e seu corpo será sadio e perfeito” (Códex Mishné Torá,Hilchot Deot, 4:20). Porém, outro grande sábio, Rabino Yitschac Abarbanel, contesta a visão de Maimônides, sustentando que as leis Divinas são tão saudáveis para o corpo como para a alma judia. Até a medicina moderna já comprovou que vários alimentos proibidos, como os frutos do mar, a carne suína, a mistura de carne e leite, etc., são prejudiciais à saúde, e que a qualidade da alimentação afeta diretamente a saúde física e mental do ser humano.

Desejamos que o objectivo desta obra seja alcançado em sua plenitude, e que todos os leitores, com almas e corpos saudáveis e perfeitos, possam viver uma vida sadia, física e espiritualmente, repleta de alegrias e felicidades.

2 de Lyar, 5765

11 de Maio, 2005

Rabino Y. David Weitman

CASHER NA PRÁTICA


Casher na Prática

Rabino Ezra Dayan, Editora Sêfer, 191 páginas (14,5×21,5 cm, capa dura), Meor Hatora – Kolel Ohel Yossef, 2006

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Colectânea de Leis e Costumes Ligados à Dieta Alimentar Judaica

“A dieta alimentar judaica não só preserva o corpo e a alma do judeu, mas também serve-lhe como documento de identidade. A Cashrut é algo que une o povo… Ao comer casher, estaremos unindo os integrantes do povo judeu e, quem sabe, aproximando a vinda do Mashiach.”

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