O MAIS COMPLETO GUIA SOBRE JUDAÍSMO


Rabino Benjamin Blech, Editora Sêfer, 496 páginas (16×23 cm, brochura), ISBN 85-85583-53-3, 2004

Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Você não precisa de ser Judeu para conhecer esta religião milenar! É claro que você não é tolo. Você sabe que o cristianismo e o islamismo derivam do judaísmo, a “religião-mãe”, mas não têm a certeza do que elas têm em comum e em que são diferentes. O que faz do Judaísmo uma religião singular? O que os Judeus encontram em sua crença que lhes dá sabedoria, conforto e plenitude espiritual?

Compreender o judaísmo não é assim tão difícil – especialmente se você tem O Mais Completo Guia sobre Judaísmo nas mãos. Este livro traz:

·O bê-á-bá do judaísmo.

·Explicações claras e precisas das primeiras crenças, leis e costumes de um povo milenar.

·Origens e interpretações das tradições mantidas por judeus de todo o mundo.

·Apresentação concisa das principais obras do judaísmo – da Bíblia aos ensinamentos da Cabalá.

·A visão judaica sobre sexo, casamento, criação dos filhos, luto e muito mais.

·Comentários e reflexões sobre os desafios contemporâneos do povo judeu.

Aprenda mais sobre:

·Tradições populares, rituais e cerimónias.

·O que acontece em uma sinagoga.

·As três diferentes maneiras de rezar.

·As grandes festas e como celebrá-las.

·Os estágios do luto segundo o judaísmo.

·Misticismo e Cabalá.

·Reflexões do Talmud e do Midrásh.

Sobre o Autor:

O Rabino Benjamin Blech é um educador, líder religioso, escritor e um orador conhecido nos Estados Unidos e Internacionalmente. Ele é professor associado da Yeshiva University e rabino emérito da Congregação Young Israel of Oceanside, em Nova York. Aparece com frequência em canais de TV norte-americanos e escreve para jornais e revistas como Newsweek e The New York Times. Seu sítio na internet é www.benjaminblech.com.

Comentário sobre esta obra:

Com sensibilidade e conhecimento, o rabino Blech expõe as muitas cores do pensamento judaico um verdadeiro arco-íris em technicolor. Através de uma mescla única de relatos, midrashim, princípios éticos e história, somos convidados a conhecer de perto este rico universo.

Richard M. Joel, ex-presidente e director internacional da Fundação Hillel: Fundação para uma Vida Universitária Judaica, e a actual presidente da Yeshiva University de Nova York.

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NA ESPIRAL DO TEMPO



Uma viagem pelo calendário judaico

David Gorodovits, 182 páginas (14×21 cm, brochura), ISBN 978-85-85583-92-7, 2008

Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Descreve, comenta e explica as datas e festas do calendário judaico, entremeando as lindas parábolas do autor, que tanto emocionam seus ávidos ouvintes e leitores.
As festas e as comemorações nacionais representam os pontos de inserção na história da nação, em seus momentos mais significativos e marcantes, para que não se esqueçam seus caminhos no passado como um indicador de quem somos e dos caminhos para o nosso futuro. As festas e as comemorações religiosas nos inserem na espiritualidade da fé, na comunhão com o Divino, contraponto necessário para dar um sentido à vida que transcende o materialismo do dia-a-dia. As festas e comemorações populares, folclóricas, nos remetem à alegria de uma cultura autêntica, que é ao mesmo tempo a expressão de nossa maneira de viver e de como queremos viver. As festas e comemorações judaicas reúnem, todas e cada uma delas, esses significados, como nos conta David Gorodovits em seu livro Na Espiral do Tempo. Com clareza, leveza, fluência e bom humor, ele nos apresenta a cada uma das comemorações judaicas ao longo do ano, ao longo dos meses, ao longo da semana; explica seu significado, sua raiz histórica, os costumes a elas vinculados, assim como nos dá uma visão humana e humanística de sua repercussão no corpo e na alma, da emoção que elas evocam, da memória que suscitam, das vivências que proporcionam, dos pequenos e grandes aspectos que as cercaram no passado e as criaram como elo entre este passado, o presente e o futuro dos judeus e do povo judeu.
Neste livro não só se aprende tudo sobre esses momentos cruciais da história e da religião judaicas, mas aprendemos também como eles repercutem na vida real das pessoas, como seu significado se traduz em vivência, e não só em culto e memória. As histórias e episódios que o autor nos conta com maestria formam um verdadeiro midrash, e os poemas e excertos que ele reúne em torno de temas heróicos ou dramáticos da história são a reverberação da alma judaica que exulta ou que sofre, que resiste ou que festeja, que chora ou que ri.
Na espiral do tempo justifica seu nome da primeira à última página. Uma espiral que se enraíza no mais distante passado, há milhares de anos atrás, e nos traz esse passado, transformado em recordação, em comemoração, em vivência ao presente, para que possamos vislumbrar essa espiral nos levando de encontro ao futuro inevitável do povo judeu, que é o do eterno reencontro com si mesmo.Paulo Geiger

Sobre o autor:
DAVID GORODOVITS, natural de Salvador, na Bahia, é pós-graduado em Engenharia Civil e Engenharia de Segurança, tendo feito vários cursos nas áreas de Administração de Empresas e Física. Actuou nos últimos 25 anos na área de Suprimentos e actualmente é o Director Executivo do Centro de História e Cultura Judaica (CHCJ). Mora no Rio de Janeiro há mais de 50 anos e é membro actuante em quase todas as entidades judaicas da cidade, onde encanta os participantes de suas palestras, prédicas e cursos, com pérolas da milenar sabedoria judaica. É membro do Conselho Editorial da Sêfer e participou decisivamente na edição das obras SALMOS, A ÉTICA DO SINAI, TORÁ, O CAMINHO DOS JUSTOS, NEGÓCIO FECHADO, BÍBLIA HEBRAICA e O QUE É RESPEITAR O SHABAT? É casado com a pedagoga Augusta, pai de 3 filhos, 11 netos e 2 bisnetos.

PEQUENOS MILAGRES JUDAICOS


Yitta Halberstam e Judith Leventhal, Editora Sêfer, 200 páginas (14×21 cm, brochura), ISBN 978-85-85583-87-3, 2008

Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Desde a abertura do Mar Vermelho, o povo judeu tem acreditado em milagres… e pequenos milagres continuam acontecendo até hoje!

Em aproximadamente quatro milénios de história, o povo judeu sobreviveu a todo tipo de adversidade; A Diáspora, as perseguições, o Holocausto e, mesmo assim, ele continua a celebrar os milagres de Deus, grandes ou pequenos, durante suas festas e comemorações. Além disso, pessoas comuns continuam a vivenciar incríveis viradas em seus destinos, provando e confirmando a certeza de que nada acontece por acaso. Essas “coincidências extraordinárias” podem ser consideradas pequenos milagres, provavelmente artimanhas dos Céus ou mensagens do Poder Superior.

Em Pequenos Milagres Judaicos, você vai encontrar histórias reais que lhe parecerão envoltas em mágica ou simplesmente surpreendentes, não importando qual seja a sua crença ou fé. Você vai ler sobre reencontros incríveis, revelações extraordinárias e coincidências misteriosas, que vão inspirá-lo ou, até mesmo, abrir seus olhos para as bênçãos que nos rodeiam o tempo todo.

Yitta Halberstam e Judith Leventhal reuniram uma variedade de contos que certamente vão mudar o seu modo de encarar a vida.

Euroenigma associa-se ao Evento Letras do Mundo na Byblos



Vai decorrer na Livraria Byblos, entre 26 de Maio e 5 de Junho de 2008, a primeira edição das «Letras do Mundo», dedicada a Israel, actualmente a celebrar o seu 60º aniversário.

Durante esse período, mais de uma centena de títulos, em português mas também em inglês e francês, bem como um ciclo de conferências e outras iniciativas afins, proporcionarão ao público a possibilidade de conhecer muitas das obras mais significativas da literatura hebraica moderna, contemporânea do regresso à Palestina, da criação de Israel e das suas seis décadas de existência, bem como o contexto histórico em que ela se afirmou como uma da mais vibrantes literaturas do mundo.

Como não podia deixar de ser, a editora Sêfer através da Euroenigma associa-se a este evento e estará presente com grande parte do seu sortido de títulos, que mesmo depois do evento continuarão disponíveis na livraria e no “website” da Byblos.

A cerimónia de abertura (dia 26 de Maio) será presidida por S. E. o Embaixador de Israel, Sr. Aaron Ram, e incluirá um concerto de música klezmer, pelo Mucznik Quintet.

Richard Zimler, autor do best-seller mundial «O último cabalista de Lisboa», abordará na sua conferência (dia 27 de Maio) o tema da «busca de identidade» judaica, traçando o mapa dos «paralelismos entre a ficção da diáspora e a ficção israelita».

Lúcia Liba Mucznik, tradutora para português de autores como Amos Oz, David Grossman, Alona Kimhi ou Etgar Keret, partilhará com o público (dia 28 de Maio) «reflexões em torno da língua e literatura hebraicas contemporâneas», considerando o movimento que transportou o hebraico – língua dormente durante dois mil anos, reservada apenas aos actos de culto – «do texto sagrado para a rua».

Lídia Jorge, a autora de «O dia dos prodígios» e «O cais das merendas», debruçando-se sobre a obra «Em carne viva», de David Grossman, falará (dia 30 de Maio) da «chamada da terra», isto é, nas suas palavras, da forma exemplar como naquele autor israelita o impulso poético existe em permanente tensão com a urgência do político.

Rui Zink, autor de «Hotel Lusitano» e «Dádiva divina», conversará com o público (dia 4 de Junho) «em torno de Amos Oz».

A história e a actualidade serão abordadas por João Pereira Coutinho, colunista do «Expresso» e da «Folha de São Paulo», numa conferência (dia 3 de Junho) intitulada «Operação Shylock: Ficções e Realidade».

O ciclo encerra dia 5 de Junho, com uma palestra de Esther Mucznik, investigadora de Estudos Judaicos e co-autora e editora da obra «Israel, ontem e hoje», sobre «Israel ou a Difícil Busca da “Normalidade”».

Durante as «Letras do Mundo» terá lugar uma leitura de poemas (dia 27 de Maio), de Rami Saari e por Rami Saari, poeta israelita contemporâneo e tradutor de Fernando Pessoa para hebraico. A leitura será em hebraico e o poeta Nuno Moura fará a leitura dos poemas em tradução portuguesa.

Além de uma vasta mostra e oferta de livros, a Livraria Byblos terá disponível ao público, durante toda a duração das «Letras do Mundo», uma selecção de discos de música judaica e israelita.

Byblos Amoreiras
Rua Carlos Alberto da Mota Pinto, 17
Lisboa

 

In Revista Shalom (Brasil) – Maio de 2007


Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

Editora brasileira lança Bíblia Hebraica em Portugal


In Público 02.04.2007, Luís Miguel Queirós

Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

Edição acaba de chegar ao mercado português. A obra tem a particularidade de ter sido traduzida directamente dos textos originais hebraicos.

A Bíblia Hebraica, lançada no final do ano passado no Brasil, pela editora e livraria Sêfer, está agora disponível no mercado português, onde só tinham aparecido pontualmente alguns exemplares. Para assinalar a distribuição da obra em Portugal, a distribuidora Euroenigma, parceira da Sêfer para a Europa, promoveu na semana passada duas sessões de lançamento, em Lisboa e no Porto, ambas com a presença de Jairo Fridlin, editor da Sêfer e um dos responsáveis por esta tradução, juntamente com David Gorodovits.
Esta Bíblia judaica em português tem a particularidade de ter sido directamente traduzida dos textos originais hebraicos, algo que, até agora, só fora feito para a Torá, isto é, para os cinco livros a que os cristãos chamam o Pentateuco. Seria preciso recuar a meados do século XVI e à famosa Bíblia de Ferrara, encomendada por Gracia Nasi, para se encontrar uma versão integral, e mesmo assim não em português, mas em “ladino”, um idioma muito próximo do castelhano que os judeus sefarditas levaram para os Balcãs e para a Turquia após terem sido expulsos da Península Ibérica no final do século XV.
O conteúdo do Tanach, ou Bíblia hebraica, corresponde sensivelmente ao Antigo Testamento na Bíblia protestante, e está um pouco mais distante do cânone católico, já que este inclui os chamados “livros deuterocanónicos” – Macabeus (I e II), Tobias, Judite, Sabedoria, Eclesiástico e Baruch -, além de algumas passagens suplementares nos livros de Ester e Daniel, aos quais tanto os judeus como as várias correntes cristãs evangélicas recusam o estatuto de textos escritos sob inspiração divina. Não surpreende, portanto, que na lista de obras consultadas os responsáveis por esta Bíblia Hebraica incluam a tradução seiscentista do português João Ferreira de Almeida, ainda hoje a Bíblia de referência para os evangélicos portugueses e brasileiros, actualmente a ser reeditada pela Assírio & Alvim e pelo Círculo de Leitores, numa versão em oito volumes organizada por José Tolentino Mendonça.
As diferenças mais ostensivas dizem respeito à organização dos textos. O Tanach inclui 24 livros – não aceita a divisão de alguns deles em duas partes, como acontece nas Bíblias cristãs -, divididos em três núcleos principais: Torá (Pentateuco), Neviim (Profetas) e Ketuvim (Escritos). O próprio termo Tanach constitui, aliás, um acrónimo elaborado a partir das iniciais destas três designações.
Mas se as divergências se resumissem a questões de arrumação, talvez Fridlin não tivesse gasto alguns anos da sua vida a preparar esta tradução. O problema, do ponto de vista dos judeus, é que o credo do tradutor deixa inevitavelmente marcas no seu trabalho. Segundo Fridlin, os estudantes dos primeiros graus das escolas hebraicas no Brasil viam-se obrigados a recorrer a traduções cristãs da Bíblia “e acabavam por ir assimilando conceitos que são próprios do cristianismo”.
Visão judaica
Uma das principais motivações dos responsáveis deste projecto foi a de fornecer uma visão judaica do Tanach, apoiando-se numa longa lista de comentadores das mais diversas épocas. A edição apresenta-se como sendo “baseada no hebraico e à luz do Talmud e das fontes judaicas”. E, como os comentadores nem sempre estavam de acordo, foi preciso decidir caso a caso. Uma das reservas que tem sido colocada a esta tradução é precisamente a de não explicitar os critérios de escolha entre diversas tradições interpretativas.
O objectivo de Fridlin e Gorodovits foi, todavia, o de preparar uma edição acessível e de fácil legibilidade, e daí que tivessem optado por não incluir notas. Esta preocupação levou também, por exemplo, a que fosse adoptado o recurso aos capítulos e versículos, que não existiam nos textos hebraicos originais. Ou que se grafasse o som gutural “rr” com um “h” sublinhado por baixo, ao invés do habitual “ch”, para evitar confusões com a fonética portuguesa. Em alguns casos de passagens que poderiam ser mal percebidas pelos leitores de hoje, os tradutores incluíram ainda breves informações contextuais.
Para Fridlin, a utilidade desta tradução não se limita aos seus potenciais leitores judeus, mas também aos cristãos, e designadamente aos exegetas e tradutores bíblicos, que terão interesse em “consultar uma fonte judaica”.

Lançamento Oficial em Portugal da Bíblia Hebraica (Tanach) – Ladina Tertúlias a 28 de Março de 2007


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