ENSAIOS SOBRE A TORÁ – VAICRÁ


Ensaios  Vaicrá

Ruben Rosemberg, Editora Sêfer, 291 páginas (16×23 cm, capa dura), ISBN 978-85-7931-013-3, 2010

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Colectânea de ensaios sobre as porções semanais da Torá – o volume 3 é sobre o Levítico-, apresentando uma visão inovadora e bastante didática sobre os temas tratados. Capa dura.

“Diferentemente do senso comum, educar não é “treinar” ? levar o aluno a fazer coisas por medo ou costume. Educar significa ajudá-lo a começar seu próprio caminho, até o ponto em que o aluno irá caminhar só, autonomamente. Eu tive o meu início e alguém que me ajudou a caminhar por meu próprio caminho como um verdadeiro mechanêch (educador/inaugurador). 
Nas aulas do Moré Rubinho pude ter contato com o grande profissional e educador que é. Graças a suas aulas, pude chegar onde estou hoje: ensinando Torá em Érets Israel. Mas também, fora das quatro paredes das salas de aula, pude conhecer o grande mechanêch que é quando não está lecionando. Afinal, educar não é só dar aulas, mas também tratar os alunos como filhos e acompanhá-los por toda a vida. E agora, tivemos o mérito de conhecer mais um lado do grande mechanêch: o de escritor. 
Depois do grande sucesso dos dois primeiros volumes de sua série, temos agora o prazer de receber mais um: Ensaios Sobre a Torá – Vaicrá, que me levam de volta a um tempo muito especial da minha vida, onde tudo começou: dentro das quatro paredes do Colégio Bialik.”

Rabino Daniel Segal

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Sobre o autor:

Ruben Rosenberg estudou no Colégio Barilan e foi ativista do Movimento Juvenil Bnei Akiva do Rio de Janeiro. Cursou a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFRJ, transferindo-se posteriormente para o Technion (Israel Institute of Technology) de Haifa. Nesse período, estudou no Bêt Midrash do Technion, dirigido pelo Rabino Eliahu Zini. Desde 1992, quando se fixou em São Paulo, Rubinho é professor da Área Judaica do Colégio Bialik, actuando também no Colégio Iavne, no projeto Kiruv e, mais recentemente, no projecto Chinuch Marcha da Vida, do Fundo Comunitário. É formado em Letras – Português e Hebraico. É casado e pai de 4 filhos.

Veja do mesmo autor:

Ensaios sobre a Torá – Bereshit (Génesis)

http://www.judaicaportugal.com/ENSAIOS_SOBRE_A_TOR__-_BERESHIT/p440356_1618314.aspx

Ensaios sobre a Torá – Shemot (Êxodo)

http://www.judaicaportugal.com/ENSAIOS_SOBRE_A_TOR__-_SHEMOT/p440356_2957995.aspx

Ensaios sobre a Torá – Vaicrá (Levítico)

http://www.judaicaportugal.com/ENSAIOS_SOBRE_A_TOR__-_VAICR_/p440356_2957864.aspx

ENSAIOS SOBRE A TORÁ – SHEMOT


Ensaios  Shemot

Ruben Rosemberg, Editora Sêfer, 322 páginas (16×23 cm, capa dura), ISBN 978-85-85583-89-7, 2009

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Coletânea de ensaios sobre as porções semanais da Torá – o volume 2 é sobre o Êxodo -, apresentando uma visão inovadora e bastante didática sobre os temas tratados. Capa dura.

“O Livro Shemot e seus ramificados ensinamentos, repletos de preceitos como uma romã, representam a base para o nosso comportamento como judeus corretos, em nossa aproximação ao Todo-Poderoso e à Sua Torá e em nossa fé em Sua grandeza.
Ruben Rosenberg é um artista, um desenhista em sua natureza; um entendido com seu pincel e as tintas, conseguindo criar imagens com temas sagrados que encantam os olhos. Ele também é entendido e ágil com sua pena, através da qual consegue unir letras sagradas, idéias e artigos de nossos Sábios ZL da Guemará, do Midrash, da Agadá, Rishonim eAcharonim, Gigantes da Torá e seus exegetas. Por meio dessa união, ele cria uma composição esplendorosa. Suas palavras são concisas e claras, capazes de despertar a alma para o amor à Torá e o temor aos Céus.
Bem-aventurado todo aquele que ler seu livro, cheio de sabedoria e conhecimento, escrito de forma clara e elucidativa. Aquele que examinar seu texto poderá, com a ajuda de Deus, subir pela escada da Torá e se unir ao Criador – louvado seja! – e servi-Lo em santidade, em estudo, em oração e no cumprimento de mitsvot, com amor, alegria e entusiasmo.”

Rabino David Benayon

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Sobre o autor:

Ruben Rosenberg estudou no Colégio Barilan e foi ativista do Movimento Juvenil Bnei Akiva do Rio de Janeiro. Cursou a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFRJ, transferindo-se posteriormente para o Technion (Israel Institute of Technology) de Haifa. Nesse período, estudou no Bêt Midrash do Technion, dirigido pelo Rabino Eliahu Zini. Desde 1992, quando se fixou em São Paulo, Rubinho é professor da Área Judaica do Colégio Bialik, actuando também no Colégio Iavne, no projeto Kiruv e, mais recentemente, no projecto Chinuch Marcha da Vida, do Fundo Comunitário. É formado em Letras – Português e Hebraico. É casado e pai de 4 filhos.

Veja do mesmo autor:

Ensaios sobre a Torá – Bereshit (Génesis)

http://www.judaicaportugal.com/ENSAIOS_SOBRE_A_TOR__-_BERESHIT/p440356_1618314.aspx

Ensaios sobre a Torá – Shemot (Êxodo)

http://www.judaicaportugal.com/ENSAIOS_SOBRE_A_TOR__-_SHEMOT/p440356_2957995.aspx

Ensaios sobre a Torá – Vaicrá (Levítico)

http://www.judaicaportugal.com/ENSAIOS_SOBRE_A_TOR__-_VAICR_/p440356_2957864.aspx

ENSAIOS SOBRE A TORÁ – BERESHIT


Ensaios  Bereshit

Ruben Rosemberg, Editora Sêfer, 329 páginas (16×23 cm, capa dura), ISBN 85-85583-79-8, 2007

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Colectânea de ensaios sobre as porções semanais da Torá – o volume 1 é sobre o Gênesis -, apresentando uma visão inovadora e bastante didáctica sobre os temas tratados. Capa dura.

“O livro Bereshit é também chamado por nossos Sábios de “Livro dos Correctos”, pois conta a história de nossos patriarcas, que eram correctos em suas atitudes, procurando fazer o bem a todas as criaturas e agir com honestidade e rectidão. Contudo, as palavras da Torá incluem muito mais do que as próprias histórias, englobando lições de moral, segredos Divinos da Criação e da humanidade.

Este trabalho nos ajuda a desvendar parte destas lições e segredos, numa linguagem clara, trazendo ao público brasileiro sínteses de grandes livros que extraíram do texto da Torá esses grandes ensinamentos.

O autor destaca-se pelo seu bom senso, cultura, carisma e clareza na divulgação de valores éticos e judaicos, além da originalidade na forma de transmiti-los. Sem dúvida, será de grande utilidade a educadores, alunos e todos aqueles que procuram o verdadeiro significado do judaísmo.”

Rabino Raphael Shammah

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Sobre o autor:

Ruben Rosenberg estudou no Colégio Barilan e foi ativista do Movimento Juvenil Bnei Akiva do Rio de Janeiro. Cursou a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFRJ, transferindo-se posteriormente para o Technion (Israel Institute of Technology) de Haifa. Nesse período, estudou no Bêt Midrash do Technion, dirigido pelo Rabino Eliahu Zini. Desde 1992, quando se fixou em São Paulo, Rubinho é professor da Área Judaica do Colégio Bialik, actuando também no Colégio Iavne, no projeto Kiruv e, mais recentemente, no projecto Chinuch Marcha da Vida, do Fundo Comunitário. É formado em Letras – Português e Hebraico. É casado e pai de 4 filhos.

Veja do mesmo autor:

Ensaios sobre a Torá – Shemot (Êxodo)

http://www.judaicaportugal.com/ENSAIOS_SOBRE_A_TOR__-_SHEMOT/p440356_2957995.aspx

Ensaios sobre a Torá – Vaicrá (Levítico)

http://www.judaicaportugal.com/ENSAIOS_SOBRE_A_TOR__-_VAICR_/p440356_2957864.aspx

ZEMIRÓN COMPLETO


Zemirón Completo

Edição Jairo Fridlin, Editora Sêfer, 160 páginas (14×21 cm, capa dura de luxo), ISBN 978-85-85583-95-8, 2008

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Zemirón Completo – com Tradução e Transliteração

Edição luxuosa, em papel cuchê e colorida, de todas as rezas e canções da mesa do Shabat, em três versões: hebraico, tradução completa e transliteração. Inclui a Bênção de Graças Após as Refeições, as Bênçãos Nupciais, o Kidush (Santificação) para os dias de festa, a cerimônia de Ushpizin (inédito em português) e diversas outras canções.

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Significado do Shabat

O Shabat ocupa um lugar central no judaísmo. Sua imagem e seu múltiplo conteúdo encontram sua expressão numa vasta literatura. A ideia do Shabat e sua importância são ressaltadas na Bíblia inteira, a começar pelo relato da Criação e pelo lugar que ocupa nos Dez Mandamentos, dados durante a Revelação no Monte Sinai. É o Shabat que tem sido o factor principal da característica judaica do Povo de Israel, durante os longos séculos de sua Diáspora. O judeu, tão frequentemente oprimido e perseguido por povos malvados e cruéis, voltava a ser um homem livre ao encontrar  sua paz de espírito e descanso espiritual uma vez por semana. A libertação semanal de opressão aliviava a aflição da Galut (Diáspora, dispersão), até reduzi-lo a seis dias semanais, pois que o Shabat proporcionava um intervalo.

Deveras, parece que nunca houve uma geração que precisou tanto do descanso espiritual como a nossa. As muitas atividades de hoje em dia exigem do homem um esforço mental muito maior do que no passado. Os meios de comunicação a ele apelam incessantemente, de todos os lados, e penetram na sua vida particular e pública. O ritmo de vida estonteante da nossa época sujeita o homem a uma grande pressão. Ele não tem tempo para encontrar-se consigo e com seus pensamentos, para refletir sobre seus atos e pensar sobre suas ideias e melhorar seus passos. O ser humano perde sua personalidade. Diminui cada vez mais o número de pessoas com condições de expressar opiniões próprias sem estarem influenciadas e orientadas pelos meios de comunicação. O desligamento do grande mundo e o recolhimento para o ambiente íntimo criado pelo Shabat, por um dia, podem assegurar a liberdade espiritual do indivíduo.

Extraída da Resenha das Festas Judaicas,  do Rabino Abraham Blau, traduçãoo de Rafael Fisch, São Paulo, 1981, in “Sidur Avodat Halev”.

O CUZARÍ


O Cuzarí

Rabino Iehudá Halevi, Editora Sêfer, 440 páginas (12×17 cm, capa dura), ISBN 978-85-7931-006-5, 2003 (2010 – 2ª Edição Revista e Ampliada)

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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O Cuzarí – Edição Ampliada

Um tributo de amor ao Deus de Abrahão e a Tsión, a Terra de Israel, O Cuzarí, obra-prima da literatura clássica judaica, é fruto do coração sensível e da mente privilegiada do Rabino Iehudá Halevi, erudito da Torá que viveu na conturbada Espanha do século XI. Suas palavras, como se escritas a ferro e fogo, desafiaram o tempo e atravessaram incólumes séculos de perseguições, opressão e violência.

O Cuzarí é um livro que reúne intelecto e emoção, moral e história. Mas, acima de tudo, é um livro sobre a essência da Emuna, a Fé em seu sentido mais amplo. Ele nos ensina que não basta entender ou sentir o judaísmo. Fundamental é vivê-lo gloriosamente, em toda sua plenitude.

Nova edição, ampliada com quadros que sintetizam alguns dos tópicos mais importantes da obra.

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“O Cuzarí é um livro santo e puro. Os princípios da fé de Israel e da Torá dependem de seu estudo.”

Gaon de Vilna

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Prólogo: O Sábio-Amigo

Já se passaram novecentos anos desde que esta maravilhosa obra, o Sêfer Hacuzarí, foi escrita, e ela continua a ser um livro básico para o estudo dos fundamentos da fé judaica e da Torá de Israel.

O Chidá (Rabino Chaim David Azulay), em seu livro “O Nome dos Grandes (Sábios) de Israel”, descreve o Rabino Iehudá Halevi como “um poeta magnânimo, que proclamava a sua poesia com total fervor frente a Deus… com expressão cândida e prosa doce como o mel, fala cristalina e aconchegante”. Muitas de suas poesias foram copiadas para o livro judaico de orações. Sua maravilhosa poesia Tsión Halo Tishalí, um cântico de saudades profundas pela Terra de Israel, encerra as lamentações de Tishá be Av. Não conheço em toda a nossa literatura uma poesia tão marcante de saudades por nossa terra.

No livro “O Cuzarí”, ele protesta contra o desleixo dos judeus da Diáspora em tentar ascender à Terra de Israel, povoá-la e reerguê-la dos escombros, tanto no passado, durante o período do Segundo Templo, quanto em sua época (e mesmo agora, na nossa). A lenda popular descreve as circunstâncias de sua trágica morte logo ao chegar na sua amada pátria ancestral. Conta a tradição, que o rabino Iehudá Halevi pôs-se de pé no convés do navio que o trazia de volta a Israel, enquanto este se aproximava do porto de Jaffa, esperando com grande ansiedade o momento de descer à terra. Logo ao chegar ao solo santo, pulou do navio e deitou-se no chão, beijando e abraçando sua areia e e suas pedras. Assim fizeram também os grandes sábios de Israel que o precederam, como o Rabi Abahu e o Rabi Chia bar Gamada (Talmud, Ketubót 112). Um árabe que passava por ali, montado em seu cavalo e sem compreender a cena, pensou que o rabino estava louco. Com muita raiva, subiu sobre ele com o seu cavalo, pisoteando-o até à morte.

O Gaon de Vilna despertou e estimulou seus discípulos a estudarem “O Cuzarí”, “um livro santo e puro, cujos princípios de fé de Israel e da Torá dependem de seu estudo” (Tosséfet Maassê Rav, parágrafo 15).

Um detalhe curioso e peculiar do livro é a forma como o rabino é designado. Ele não chamado de “rabino” e nem mesmo de “sábio” ou “Gaon”, e sim por um termo cujo significado é especial em hebraico e árabe e que não pode ser plenamente traduzido para outros idiomas. Quem lês esta obra em idioma estrangeiro perde muito de seu significado, devido às nuances da linguagem do autor.

Neste livro, o judeu é chamado de Chaver, “amigo”, cujo significado em hebraico é duplo. Na linguagem falada em nossos dias, quer dizer “colega”, “companheiro”. O mesmo se dá no Pirkê Avot (1:6): “Adquire um amigo.” Não obstante, esta palavra tem um significado adicional no hebraico original: na época dos sábios da Mishná, os grandes eruditos em Torá e minuciosos no cumprimento das mitsvót eram chamados de Chaverím (Mishná, Demai 2,3). O Chaver (“amigo”) é um mestre, conselheiro e orientador (ver o Rashi em Gênesis 45:8, com referencia a José, quando o Faraó o nomeou chefe de governo). Chéver é um dos nomes de Moisés, pois ele conectava o povo de Israel com seu Pai Celestial (Talmud, Meguilá 13).

Esta duplicidade idiomática foi bem empregue no livro “O Cuzarí”. As respostas ao rei não foram dadas por um erudito ou académico, enclausurado em sua torre do saber, ou por um génio totalmente distanciado da compreensão das pessoas simples. O sábio judeu, mesmo extremamente versado nos assuntos da Torá, soube falar ao seu interlocutor de modo amistoso e caridoso. As respostas foram dadas “ao nível dos olhos”, podendo ser compreendidas por qualquer um de nós. Deste modo, é mais fácil “amigar-se” com o texto, entendê-lo e aceitá-lo. Não se trata de uma palestra ou aula, mas, sim, de um colóquio ameno e objectivo entre duas pessoas muito próximas espiritualmente uma da outra.

Na tradução do texto ao português, não há como manter o significado mais amplo da palavra Chaver, daí a opção pelo termo “Sábio”. Não obstante, a lembrança do Rabino Iehudá Halevi nos lábio de todos aqueles que estudarem e abraçarem seus ensinamentos, será sempre a do “amigo-sábio”.

Rabino Moshe I. Bergman – Soc. Beneficiente Cultural Bnei Akiva de São Paulo

CASHER NA PRÁTICA


Casher na Prática

Rabino Ezra Dayan, Editora Sêfer, 191 páginas (14,5×21,5 cm, capa dura), Meor Hatora – Kolel Ohel Yossef, 2006

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Colectânea de Leis e Costumes Ligados à Dieta Alimentar Judaica

“A dieta alimentar judaica não só preserva o corpo e a alma do judeu, mas também serve-lhe como documento de identidade. A Cashrut é algo que une o povo… Ao comer casher, estaremos unindo os integrantes do povo judeu e, quem sabe, aproximando a vinda do Mashiach.”

REFLEXÕES SOBRE A TORÁ



Rabino Moshe Grylak, Editora Sêfer, 312 páginas (14×21 cm, brochura), ISBN 85-85583-13-4, 1998 – 3ª edição

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Reflexões sobre a Torá – Parashá Ufishrá

Reflexões sobre a Torá é um livro dedicado àqueles que não estão familiarizados com os textos sagrados ou que buscam neles fontes de inspiração para os dias que vivemos. As explicações e comentários de Moshe Grylak sobre as porções semanais da Torá, originalmente publicadas na coluna Parashá Ufishrá do diário israelita Maariv, fazem chegar ao coração toda a riqueza contida na maior bem do judaísmo. Através de uma linguagem clara e acessível, profunda e repleta de sabedoria, o autor leva o leitor a conhecer de perto a única luz capaz de elevar o espírito humano: a luz da Torá.

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A cada manhã de sábado, judeus observantes do mundo inteiro caminham até suas sinagogas e lêem exactamente a mesma Parashá, a porção da Torá referente àquela semana. Sem jamais abrir mão da profundidade de conteúdo, Reflexões sobre a Torá traz diversas destas passagens explicadas e comentadas em linguagem jornalística, simples e directa. Graças ao dom único de Moshe Grylak, o prazer e o enriquecimento espiritual que derivam desta leitura, normalmente restritos ao universo religioso judaico, tornam-se acessíveis a milhares de pessoas.

Grande parte dos textos que compõem este livro foi originalmente publicada nas edições de fim-de-semana do diário israelita Maariv. Ao longo de 16 anos consecutivos, Parashá Ufishrá, coluna escrita por Grylak, conquistou e tornou cativos leitores de todas as vertentes. Uma das explicações para o sucesso que obteve junto ao grande público diz respeito à sua habilidade inata em trazer para o presente, de forma acessível e coloquial, as lições mais profundas dos textos sagrados.

É com imenso orgulho que a Editora Sêfer lança no Brasil uma obra como esta, capaz de iluminar e alimentar o espírito com os ensinamentos mais caros do judaísmo, expostos de maneira especialmente atraente ao público religioso e laico, a judeus e não judeus.

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Sobre o autor:

Nascido na Bélgica em 1936, Moshe Grylak imigrou aos 9 anos para Israel, onde estudou nos seminários rabínicos Col Torá, em Jerusalém, e Ponowicz, em Bene Brac.

Educador de renome, foi enviado pela Agência Judaica a São Paulo em 1966, onde trabalhou como professor no Colégio Iavne Beit Chinuch até 1970. De volta a Israel, ao lado de sua principal actividade, actuou também como redactor-chefe de diversas publicações especializadas, e responde actualmente pela conceituada revista Mishpachá, palavra hebraica que significa família.

Moshe Grylak manteve por 16 anos consecutivos uma das colunas semanais mais aclamadas do diário israelita Maariv, chamada Parashá Ufishrá, comentando a porção da Torá lida a cada Sábado, o Shabat judaico.

Além de leccionar em seminários rabínicos, Grylak percorre o mundo como conferencista, e seu nome é conhecido e reverenciado entre intelectuais judeus e não judeus. É autor de 12 livros e sua obra, em grande parte já traduzida para o inglês, francês, yidish e espanhol, lhe valeu prémios importantes no circuito literário internacional.

Moshe Grylak vive em Israel, é casado, tem seis filhos e 14 netos.

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