ZEMIRÓN COMPLETO


Zemirón Completo

Edição Jairo Fridlin, Editora Sêfer, 160 páginas (14×21 cm, capa dura de luxo), ISBN 978-85-85583-95-8, 2008

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Zemirón Completo – com Tradução e Transliteração

Edição luxuosa, em papel cuchê e colorida, de todas as rezas e canções da mesa do Shabat, em três versões: hebraico, tradução completa e transliteração. Inclui a Bênção de Graças Após as Refeições, as Bênçãos Nupciais, o Kidush (Santificação) para os dias de festa, a cerimônia de Ushpizin (inédito em português) e diversas outras canções.

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Significado do Shabat

O Shabat ocupa um lugar central no judaísmo. Sua imagem e seu múltiplo conteúdo encontram sua expressão numa vasta literatura. A ideia do Shabat e sua importância são ressaltadas na Bíblia inteira, a começar pelo relato da Criação e pelo lugar que ocupa nos Dez Mandamentos, dados durante a Revelação no Monte Sinai. É o Shabat que tem sido o factor principal da característica judaica do Povo de Israel, durante os longos séculos de sua Diáspora. O judeu, tão frequentemente oprimido e perseguido por povos malvados e cruéis, voltava a ser um homem livre ao encontrar  sua paz de espírito e descanso espiritual uma vez por semana. A libertação semanal de opressão aliviava a aflição da Galut (Diáspora, dispersão), até reduzi-lo a seis dias semanais, pois que o Shabat proporcionava um intervalo.

Deveras, parece que nunca houve uma geração que precisou tanto do descanso espiritual como a nossa. As muitas atividades de hoje em dia exigem do homem um esforço mental muito maior do que no passado. Os meios de comunicação a ele apelam incessantemente, de todos os lados, e penetram na sua vida particular e pública. O ritmo de vida estonteante da nossa época sujeita o homem a uma grande pressão. Ele não tem tempo para encontrar-se consigo e com seus pensamentos, para refletir sobre seus atos e pensar sobre suas ideias e melhorar seus passos. O ser humano perde sua personalidade. Diminui cada vez mais o número de pessoas com condições de expressar opiniões próprias sem estarem influenciadas e orientadas pelos meios de comunicação. O desligamento do grande mundo e o recolhimento para o ambiente íntimo criado pelo Shabat, por um dia, podem assegurar a liberdade espiritual do indivíduo.

Extraída da Resenha das Festas Judaicas,  do Rabino Abraham Blau, traduçãoo de Rafael Fisch, São Paulo, 1981, in “Sidur Avodat Halev”.

O CUZARÍ


O Cuzarí

Rabino Iehudá Halevi, Editora Sêfer, 440 páginas (12×17 cm, capa dura), ISBN 978-85-7931-006-5, 2003 (2010 – 2ª Edição Revista e Ampliada)

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O Cuzarí – Edição Ampliada

Um tributo de amor ao Deus de Abrahão e a Tsión, a Terra de Israel, O Cuzarí, obra-prima da literatura clássica judaica, é fruto do coração sensível e da mente privilegiada do Rabino Iehudá Halevi, erudito da Torá que viveu na conturbada Espanha do século XI. Suas palavras, como se escritas a ferro e fogo, desafiaram o tempo e atravessaram incólumes séculos de perseguições, opressão e violência.

O Cuzarí é um livro que reúne intelecto e emoção, moral e história. Mas, acima de tudo, é um livro sobre a essência da Emuna, a Fé em seu sentido mais amplo. Ele nos ensina que não basta entender ou sentir o judaísmo. Fundamental é vivê-lo gloriosamente, em toda sua plenitude.

Nova edição, ampliada com quadros que sintetizam alguns dos tópicos mais importantes da obra.

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“O Cuzarí é um livro santo e puro. Os princípios da fé de Israel e da Torá dependem de seu estudo.”

Gaon de Vilna

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Prólogo: O Sábio-Amigo

Já se passaram novecentos anos desde que esta maravilhosa obra, o Sêfer Hacuzarí, foi escrita, e ela continua a ser um livro básico para o estudo dos fundamentos da fé judaica e da Torá de Israel.

O Chidá (Rabino Chaim David Azulay), em seu livro “O Nome dos Grandes (Sábios) de Israel”, descreve o Rabino Iehudá Halevi como “um poeta magnânimo, que proclamava a sua poesia com total fervor frente a Deus… com expressão cândida e prosa doce como o mel, fala cristalina e aconchegante”. Muitas de suas poesias foram copiadas para o livro judaico de orações. Sua maravilhosa poesia Tsión Halo Tishalí, um cântico de saudades profundas pela Terra de Israel, encerra as lamentações de Tishá be Av. Não conheço em toda a nossa literatura uma poesia tão marcante de saudades por nossa terra.

No livro “O Cuzarí”, ele protesta contra o desleixo dos judeus da Diáspora em tentar ascender à Terra de Israel, povoá-la e reerguê-la dos escombros, tanto no passado, durante o período do Segundo Templo, quanto em sua época (e mesmo agora, na nossa). A lenda popular descreve as circunstâncias de sua trágica morte logo ao chegar na sua amada pátria ancestral. Conta a tradição, que o rabino Iehudá Halevi pôs-se de pé no convés do navio que o trazia de volta a Israel, enquanto este se aproximava do porto de Jaffa, esperando com grande ansiedade o momento de descer à terra. Logo ao chegar ao solo santo, pulou do navio e deitou-se no chão, beijando e abraçando sua areia e e suas pedras. Assim fizeram também os grandes sábios de Israel que o precederam, como o Rabi Abahu e o Rabi Chia bar Gamada (Talmud, Ketubót 112). Um árabe que passava por ali, montado em seu cavalo e sem compreender a cena, pensou que o rabino estava louco. Com muita raiva, subiu sobre ele com o seu cavalo, pisoteando-o até à morte.

O Gaon de Vilna despertou e estimulou seus discípulos a estudarem “O Cuzarí”, “um livro santo e puro, cujos princípios de fé de Israel e da Torá dependem de seu estudo” (Tosséfet Maassê Rav, parágrafo 15).

Um detalhe curioso e peculiar do livro é a forma como o rabino é designado. Ele não chamado de “rabino” e nem mesmo de “sábio” ou “Gaon”, e sim por um termo cujo significado é especial em hebraico e árabe e que não pode ser plenamente traduzido para outros idiomas. Quem lês esta obra em idioma estrangeiro perde muito de seu significado, devido às nuances da linguagem do autor.

Neste livro, o judeu é chamado de Chaver, “amigo”, cujo significado em hebraico é duplo. Na linguagem falada em nossos dias, quer dizer “colega”, “companheiro”. O mesmo se dá no Pirkê Avot (1:6): “Adquire um amigo.” Não obstante, esta palavra tem um significado adicional no hebraico original: na época dos sábios da Mishná, os grandes eruditos em Torá e minuciosos no cumprimento das mitsvót eram chamados de Chaverím (Mishná, Demai 2,3). O Chaver (“amigo”) é um mestre, conselheiro e orientador (ver o Rashi em Gênesis 45:8, com referencia a José, quando o Faraó o nomeou chefe de governo). Chéver é um dos nomes de Moisés, pois ele conectava o povo de Israel com seu Pai Celestial (Talmud, Meguilá 13).

Esta duplicidade idiomática foi bem empregue no livro “O Cuzarí”. As respostas ao rei não foram dadas por um erudito ou académico, enclausurado em sua torre do saber, ou por um génio totalmente distanciado da compreensão das pessoas simples. O sábio judeu, mesmo extremamente versado nos assuntos da Torá, soube falar ao seu interlocutor de modo amistoso e caridoso. As respostas foram dadas “ao nível dos olhos”, podendo ser compreendidas por qualquer um de nós. Deste modo, é mais fácil “amigar-se” com o texto, entendê-lo e aceitá-lo. Não se trata de uma palestra ou aula, mas, sim, de um colóquio ameno e objectivo entre duas pessoas muito próximas espiritualmente uma da outra.

Na tradução do texto ao português, não há como manter o significado mais amplo da palavra Chaver, daí a opção pelo termo “Sábio”. Não obstante, a lembrança do Rabino Iehudá Halevi nos lábio de todos aqueles que estudarem e abraçarem seus ensinamentos, será sempre a do “amigo-sábio”.

Rabino Moshe I. Bergman – Soc. Beneficiente Cultural Bnei Akiva de São Paulo

CASHER NA PRÁTICA


Casher na Prática

Rabino Ezra Dayan, Editora Sêfer, 191 páginas (14,5×21,5 cm, capa dura), Meor Hatora – Kolel Ohel Yossef, 2006

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Colectânea de Leis e Costumes Ligados à Dieta Alimentar Judaica

“A dieta alimentar judaica não só preserva o corpo e a alma do judeu, mas também serve-lhe como documento de identidade. A Cashrut é algo que une o povo… Ao comer casher, estaremos unindo os integrantes do povo judeu e, quem sabe, aproximando a vinda do Mashiach.”

REFLEXÕES SOBRE A TORÁ



Rabino Moshe Grylak, Editora Sêfer, 312 páginas (14×21 cm, brochura), ISBN 85-85583-13-4, 1998 – 3ª edição

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Reflexões sobre a Torá – Parashá Ufishrá

Reflexões sobre a Torá é um livro dedicado àqueles que não estão familiarizados com os textos sagrados ou que buscam neles fontes de inspiração para os dias que vivemos. As explicações e comentários de Moshe Grylak sobre as porções semanais da Torá, originalmente publicadas na coluna Parashá Ufishrá do diário israelita Maariv, fazem chegar ao coração toda a riqueza contida na maior bem do judaísmo. Através de uma linguagem clara e acessível, profunda e repleta de sabedoria, o autor leva o leitor a conhecer de perto a única luz capaz de elevar o espírito humano: a luz da Torá.

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A cada manhã de sábado, judeus observantes do mundo inteiro caminham até suas sinagogas e lêem exactamente a mesma Parashá, a porção da Torá referente àquela semana. Sem jamais abrir mão da profundidade de conteúdo, Reflexões sobre a Torá traz diversas destas passagens explicadas e comentadas em linguagem jornalística, simples e directa. Graças ao dom único de Moshe Grylak, o prazer e o enriquecimento espiritual que derivam desta leitura, normalmente restritos ao universo religioso judaico, tornam-se acessíveis a milhares de pessoas.

Grande parte dos textos que compõem este livro foi originalmente publicada nas edições de fim-de-semana do diário israelita Maariv. Ao longo de 16 anos consecutivos, Parashá Ufishrá, coluna escrita por Grylak, conquistou e tornou cativos leitores de todas as vertentes. Uma das explicações para o sucesso que obteve junto ao grande público diz respeito à sua habilidade inata em trazer para o presente, de forma acessível e coloquial, as lições mais profundas dos textos sagrados.

É com imenso orgulho que a Editora Sêfer lança no Brasil uma obra como esta, capaz de iluminar e alimentar o espírito com os ensinamentos mais caros do judaísmo, expostos de maneira especialmente atraente ao público religioso e laico, a judeus e não judeus.

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Sobre o autor:

Nascido na Bélgica em 1936, Moshe Grylak imigrou aos 9 anos para Israel, onde estudou nos seminários rabínicos Col Torá, em Jerusalém, e Ponowicz, em Bene Brac.

Educador de renome, foi enviado pela Agência Judaica a São Paulo em 1966, onde trabalhou como professor no Colégio Iavne Beit Chinuch até 1970. De volta a Israel, ao lado de sua principal actividade, actuou também como redactor-chefe de diversas publicações especializadas, e responde actualmente pela conceituada revista Mishpachá, palavra hebraica que significa família.

Moshe Grylak manteve por 16 anos consecutivos uma das colunas semanais mais aclamadas do diário israelita Maariv, chamada Parashá Ufishrá, comentando a porção da Torá lida a cada Sábado, o Shabat judaico.

Além de leccionar em seminários rabínicos, Grylak percorre o mundo como conferencista, e seu nome é conhecido e reverenciado entre intelectuais judeus e não judeus. É autor de 12 livros e sua obra, em grande parte já traduzida para o inglês, francês, yidish e espanhol, lhe valeu prémios importantes no circuito literário internacional.

Moshe Grylak vive em Israel, é casado, tem seis filhos e 14 netos.

MEDICINA, JUDAÍSMO E HUMANISMO


Auro del Giglio, Editora Sêfer, 121 páginas (16×23 cm, brochura), ISBN 85-85583-69-X, 2004

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“O livro do Professor Auro del Giglio é de uma clareza cristalina, não faz críticas ao status quo. Analisa, com prudência e elegância, as causas da actual relação médico-paciente. Trazendo para o leitor conceitos e citações filosóficas numa linguagem fácil e agradável, que nos enche de esperança de que, um dia, voltaremos a ser mais humanos.

…Enfim, poderemos dizer, com certeza, que este livro atingirá seus objectivos e o leitor terá a satisfação de rever conceitos relevantes do dia-a-dia da prática médica, assim como a oportunidade de identificar a genial figura médica e humanista do autor.”

Prof. Dr. Abraham Pfeferman

Professor Adjunto de Clínica Médica e Cardiologia da Escola paulista de medicina/UNIFESP, e cardiologista do Hospital Israelita Albert Einstein

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Sobre o Autor:

Auro del Giglio nasceu em São Paulo, em 1962. Graduou-se (1985) e doutorou-se (1994) pela Faculdade de medicina da Universidade de São Paulo. Defendeu sua Livre Docência em 2001 na mesma Universidade. De 1986 a 1992 foi residente em Medicina Interna na Universidade de Miami, Fellow em Oncologia Clínica e Hematologia no MD Anderson Cancer Center e Baylor College of Medicine, em Houston, Texas. É Fellow do American College of Physicians e, desde 1996, professor titular de Hematologia e Oncologia da Faculdade de Medicina da Fundação ABC onde desenvolve actividades de ensino, assistência e pesquisa tanto básica e clínica. É autor de cerca de 100 trabalhos científicos publicados em revistas internacionais e nacionais.

De 1995 a 1999 estudou Talmud sob a supervisão do rabino Boruch Twersky e, actualmente, estuda sob a supervisão do rabino M. A. Illovits. É casado e tem 4 filhos. É autor dos livros “Iniciação ao Talmud” (2000) e ” Iniciação ao Estudo da Torá” (2003), ambos pela Editora e Livraria Sêfer.

2º LIVRO JUDAICO DOS PORQUÊS



Alfred J. Kolatch, Editora Sêfer, 408 páginas (14×21 cm, capa flexível), ISBN 85-85583-19-3, 1998

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O 2º Livro Judaico dos Porquês não é uma mera continuação, mas sim uma consequência.

No Livro Judaico dos Porquês, o rabino Alfred J. Kolatch havia abordado centenas de questões fundamentais sobre todos os aspectos do judaísmo – o Shabat e os feriados religiosos; as leis de Cashrut; os rituais observados nas sinagogas e os vários marcos da vida, como o nascimento, a circuncisão, Bar e Bat- Mitzvá, casamento e divórcio, morte e luto. Alguns destes temas são aqui retomados, ora explorados em maior profundidade, ora comentados de forma mais extensa ou, ainda, enriquecidos por informações totalmente novas.

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“A resposta entusiástica que a publicação do Livro Judaico dos Porquês recebeu foi algo inesperado e bastante encorajador. A obra respondia a cerca de 500 perguntas, mas também provocava novas dúvidas…

O 2º Livro Judaico dos Porquês explora alguns daqueles temas com maior profundidade e discute outros assuntos mais complexos como, aborto, conversão, controle de natalidade, inseminação artificial, transplante de órgãos, tabagismo, proselitismo, casamentos mistos, detalhes referentes à observância do Shabat e as relações de entre judeus e cristãos.”

Alfred J. Kolatch

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Sobre o Autor:

O Rabino Alfred J. Kolatch é formado pelo Seminário para Professores e pela Faculdade de Ciências Humanas da Yeshiva University, foi ordenado rabino pelo Jewish Theological Seminary of America, recebendo em seguida o Título Doutor Honoris Causa em Teologia. De 1941 a 1948 exerceu a função de rabina das congregações de Columbia, Carolina do Sul, Kew Gardens e Nova York, e como rabino do exército dos Estados Unidos. Em 1948, fundou a Jonathan David Publishers, onde ocupa o cargo de director-presidente. Entre suas inúmeras obras publicadas destacam-se: The New Name Dictionary, The Jewish Home Advisor, Estórias da Bíblia para Crianças (lançado pela Editora Sêfer), The Jewish Child’s First Book of Why, Our Religion: The Torah, Jewish Information Quiz Book, Who’s Who in the Talmud, The Family Seder, This is the Torah e The Complete Dictionary of English and Hebrew Names.

UMA HISTÓRIA DO POVO JUDEU


Uma História do Povo Judeu, volume 1: De Canaã à Espanha

Hans Borger, Editora Sêfer, 480 páginas (16×23 cm, capa flexível), ISBN 85-85583-22-3, 1999 (3ª edição)

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Uma História do Povo Judeu, volume 2: Das Margens do Reno ao Jordão

Hans Borger, Editora Sêfer, 656 páginas (16×23 cm, capa flexível), ISBN 85-85583-41-X, 2002

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Creio que o público leitor interessado na temática terá, pela primeira vez, a oportunidade de manusear uma história judaica, abrangendo desde o período bíblico a do Segundo Templo até à expulsão dos judeus da Espanha e de Portugal, escrito com honestidade intelectual, isenção de espírito e conhecimento dos factos. Na verdade, desde que foram publicados em língua portuguesa os resumos da história judaica do clássico Simon Dubnov e de Cecil Roth, nas décadas de 40 e de 50, pouco se fez para actualizar o nosso conhecimento sobre o assunto. Portanto, um dos méritos, entre outros, da obra de Hans Borger é o de apresentar a matéria em questão sob a luz das novas descobertas arqueológicas e da pesquisa mais recente numa síntese amena e atraente, enriquecida de farto material ilustrativo e cartográfico.

Prof. Dr. Nachman Falbel, Titular de História Medieval, Universidade de São Paulo

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Sobre o autor:

Hans Borger nasceu em Berlim, Alemanha, e chegou como adolescente ao Brasil em 1936, com sua família, fugida do nazismo. Integrou-se rapidamente na comunidade judaica paulistana, participou de vários movimentos juvenis e, adulto, ocupou cargos de direcção na vida comunitária.

Ávido leitor e apaixonado da história judaica é, ao lado de alguns cursos que fez, essencialmente um autodidacta, e este livro é o resultado de dezenas de anos de convivência com académicos e de estudo e pesquisa próprios.

OS PORQUÊS DA TORÁ



Alfred J. Kolatch, Editora Sêfer, 416 páginas (14×21 cm, brochura), ISBN 85-85583-57-6, 2004

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Embora a Torá, composta pelos cinco primeiros livros da Bíblia, seja o objecto mais amado e celebrado no judaísmo, sua origem Divina ainda é questionada. Muitos se perguntam qual é a fonte desse documento sem igual que existe há 3500 anos? Quais são as origens das incontáveis leis, costumes e tradições que determinam seu texto e sua leitura? Por que judeus ortodoxos e não ortodoxos seguem certas práticas de maneiras diferentes?

Nesta obra, o rabino Alfred J. Kolatch segue a mesma fórmula bem sucedida de perguntas e respostas que criou para o Livro Judaico dos Porquês e sua sequência, o Segundo Livro Judaico dos Porquês, ambos publicados no Brasil pela Editora Sêfer. O rabino Alfred J. Kolatch não apenas dá respostas, mas também explica os diversos rituais e procedimentos referentes à Torá do modo como são observados hoje em dia.

Como se escreve uma Torá no pergaminho? O que são Notas Massoréticas? Por que certos textos são escritos de determinada maneira e lidos de outra forma? Qual o critério para se deixar certos espaços no texto? Qual a ligação entre os textos lidos dos profetas a cada semana com a porção semanal da Torá? Por que a Torá foi outorgada no Monte Sinai e não em Israel?

Estas e muitas outras dúvidas são respondidas de forma concisa, objectiva e acessível a todos os leitores, de leigos a eruditos e pesquisadores. Afinal, “Esta é a Lei que Moisés pôs diante dos filhos de Israel, de acordo com o Eterno, por intermédio de Moisés”.

Jairo Fridlin

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Sobre o Autor:

O Rabino Alfred J. Kolatch é formado pelo Seminário para Professores e pela Faculdade de Ciências Humanas da Yeshiva University, foi ordenado rabino pelo Jewish Theological Seminary of America, recebendo em seguida o Título Doutor Honoris Causa em Teologia. De 1941 a 1948 exerceu a função de rabino nas congregações de Columbia, Carolina do Sul, Kew Gardens e Nova York, e como rabino do exército dos Estados Unidos. Em 1948, fundou a Jonathan David Publishers, onde ocupa o cargo de director-presidente.

Entre suas inúmeras obras publicadas destacam-se: The New Name Dictionary, The Jewish Home Advisor, The Jewish Child’s Book of Why, Our Religion: The Torah, Jewish Information Quis Book, Who’s Who in the Talmud, The Family Seder e The Complete Dictionary of English and Hebrew First Names.

Em Português foram lançados: Livro Judaico dos Porquês, Segundo Livro Judaico dos Porquês, Os Porquês da Torá e Estórias da Bíblia para Crianças, pela Editora e Livraria Sêfer.

LIVRO JUDAICO DOS PORQUÊS


Alfred J. Kolatch, Editora Sêfer, 346 páginas (14×21 cm, capa flexível), ISBN 85-85583-04-5, 1998 (5ª Edição)

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Este best-seller explora cerca de 500 questões básicas sobre o judaísmo. Em uma linguagem simples e directa, o rabino Alfred J. Kolatch explica em que os judeus acreditam, como eles observam as suas festividades, qual é o significado dos seus costumes e cerimónias, e quais as diferenças entre as correntes religiosas.

Entre as perguntas respondidas encontram-se:

  • Porque um filho de pai judeu não é necessariamente judeu?
  • Porque os Meninos são circuncidados?
  • Porque se quebra um copo na cerimónia do casamento?
  • Porque porco e camarão não são casher?
  • Porque os judeus comem guefilte fish no Shabat?

O Livro Judaico dos Porquês traz uma importante contribuição para desmistificar muitos dos mal-entendidos e conceitos erróneos que envolvem a observância judaica. Tanto os judeus como os não judeus acharão este livro esclarecedor.

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“Ao longo dos anos, Têm surgido diversos livros que descrevem a vida judaica – suas leis, seus costumes e suas cerimónias. A maioria se dedica a uma exposição de regras de conduta mas poucos, se é que algum deles, dedicam-se a explicar o porquê de certas leis, costumes e cerimónias.

O Livro Judaico dos Porquês não aconselha aos judeus como conduzir suas vidas. Ele não é um livro de Halachá – de lei judaica. Este livro tem como único intuito explicar o raciocínio existente por trás dos costumes seguidos.”

Alfred J. Kolatch

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Sobre o Autor:

O Rabino Alfred J. Kolatch é formado pelo Seminário para Professores e pela Faculdade de Ciências Humanas da Yeshiva University, foi ordenado rabino pelo Jewish Theological Seminary of America, recebendo em seguida o Título Doutor Honoris Causa em Teologia. De 1941 a 1948 exerceu a função de rabino nas congregações de Columbia, Carolina do Sul, Kew Gardens e Nova York, e como rabino do exército dos Estados Unidos. Em 1948, fundou a Jonathan David Publishers, onde ocupa o cargo de director-presidente.

Entre suas inúmeras obras publicadas destacam-se: The New Name Dictionary, The Jewish Home Advisor, The Jewish Child’s Book of Why, Our Religion: The Torah, Jewish Information Quis Book, Who’s Who in the Talmud, The Family Seder e The Complete Dictionary of English and Hebrew First Names.

Em Português foram lançados: Livro Judaico dos Porquês, Segundo Livro Judaico dos Porquês, Os Porquês da Torá e Estórias da Bíblia para Crianças, pela Editora e Livraria Sêfer.

MASMORRAS DA INQUISIÇÃO


Memórias de António José da Silva, O Judeu (Romance Histórico)

Isolina Bresolin Vianna, Editora Sêfer, 144 páginas (14×21 cm, brochura), ISBN 85-85583-07-x, 1997

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Embora classificado como romance Masmorras da Inquisição – Memórias de António José da Silva, o Judeu, apoia-se sobre factos e documentos históricos, entre eles os autos do processo de António José. Nada foi inventado ou falsificado. O que ali está é a triste e dura verdade configurada naqueles depoimentos, todos verdadeiros na sua essência.

É verdade que um gesto de amor livrou-o da morte infamante pelo garrote e da tortura da fogueira inquisitorial, como é verdade que ele sempre foi muito amado, querido e admirado, mas, infelizmente, também muito invejado, uma das causas prováveis da sua injusta morte.

António José da Silva, o Judeu, foi uma das mais ilustres vítimas da Inquisição, sacrificado pela “culpa de não ter culpa”.

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A Ficção histórica não antagoniza os factos históricos, ao contrário, desperta o interesse, mobiliza as atenções e abre caminhos para novas pesquisas e descobertas.

A peça teatral “António José, ou o Poeta e a Inquisição” de Domingos José Gonçalves de Magalhães (1983) abriu o caminho para o romance histórico “O Judeu” de Camilo Castello Branco (1866), que estimulou a publicação de uma parte da documentação inquisitorial do comediógrafo brasileiro (Revista do IHGB, Tomo LIX, 1896) que, por sua vez, levou Teófilo Braga, o primeiro Presidente da República Portuguesa, ao opúsculo “O Mártir da Inquisição Portuguesa” (1910).

António Baião avançou com novas pesquisas em “Episódios Dramáticos da Inquisição Portuguesa (2º volume, 1924) que, finalmente, desembocaram no trabalho seminal de J. Lúcio Azevedo, em “Novas Epanáforas” (1932).

A listagem, evidentemente incompleta, não poderia deixar de registar a narrativa dramática de Bernardo Santareno, “O Judeu” (1968), a monumental pesquisa académica de José de Oliveira Barata, “António José da Silva, Criação e Realidade” (1983) e o filme “O Judeu” de Jom Tob Azulay (1988-1996).

Ao longo da história da cultura percebe-se, nítida, uma interpelação e interlocução entre narração e conhecimento, entre facto e ficção, entre criação e realidade que, longe de se excluírem, acrescentam-se num processo vital, de grande riqueza. Esta memórias ficcionais, “Masmorras da Inquisição“, da historiadora Isolina Bresolin Vianna, são o mais novo elo de um fertilíssimo encadeamento que está longe de ser concluído.

Alberto Dines, autor da monumental obra “Vínculos do Fogo”, Companhia das Letras, 1992.

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Sobre a Autora:

Isolina Bresolin Vianna nasceu em Piratininga (São Paulo) em 1927. Doutorou-se pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras do Sagrado Coração de Jesus (Bauru – SP) por delegação da USP. Sua tese “António José da Silva, o Judeu e as Obras do Diabinho da Mão Furada”, que originou o presente livro, foi apresentada no I Congresso Internacional sobre a Inquisição, promovido pela FFLCHC da USP, em Maio de 1987, e na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (Portugal), em Outubro de 1991. Ocupa a cadeira 12 na Academia Bauruense de Letras.

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