OS DEVERES DO CORAÇÃO – CHOVOT HALEVAVOT


Os Deveres

Bachia Ibn Pacuda, Editora Sêfer, 358 páginas (14x21cm, capa flexível), ISBN 85-85583-37-1, 2002 (2ª Edição 2010)

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Os Deveres do Coração – Chovot Halevavot

Os Deveres do Coração tem o poder de despertar e desenvolver em cada um de nós o anseio de cumprir de corpo e alma o mais elevado e abrangente de todos os preceitos da Torá: o amor a Deus. Ao longo de de portais que exploram em profundidade questões como a Unicidade Divina, a reflexão, o serviço, a confiança e devoção plenas, a humildade e o arrependimento, o autor envolve o leitor num crescendo de emoções raramente visto nos clássicos de temática judaica. Ao seguir seus passos nesta jornada iluminada, somos levados a conhecer melhor aquilo que nos é permitido saber a respeito da essência do Criador, e a compreender a importância dos aspectos que, abordados com verdade e pureza, nos guiam em Sua direção. Trata-se de um livro que, sem dúvida, merece ser lido como foi escrito: com o coração.

Os Deveres do Coração é uma descrição sistemática de todas as obrigações religiosas que tocam o coração humano.

Enfoca todas as forças do caráter, como o sentimento, o direcionamento da vontade e o conhecimento intelectual.
Esta obra criou uma nova trilha na literatura religiosa: o caminho do Mussar (moral), que vê no amor a Deus o centro de tudo, desde a necessidade de conhecê-Lo e reconhecer Suas dádivas, até servi-Lo e amá-Lo.
Assim, o amor aos seres humanos tem valor somente como reflexo do amor a Deus, e a meta é revelar o âmbito interior do homem e sua tendência em viver uma vida moral elevada, unindo sua vontade à do Criador.

CONSELHOS EXTRAORDINÁRIOS – PELE IOETZ


Conselhos

Rabino Eliezer Papo, Editora Sêfer, 336 páginas (14x21cm, capa flexível), ISBN 85-85583-40-0, 2003 (2ª Edição 2010)

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Conselhos Extraordinários – Pele Ioetz

Conselhos Extraordinários (“Péle Ioêts”) é um dos mais aclamados livros de “Mussár”, a Ética Judaica, publicados até hoje. Fiel ao título deste seu maravilhoso trabalho, o Rabino Eliezer Papo (1785-1828) no abençoa com sábios conselhos de ordem prática que se aplicam a todas as situações cotidianas e relacionamentos interpessoais. Seus ensinamentos vêm da Torá, fonte primeira, e de todas as suas ramificações – o Talmud, o Midrash, a Halachá, a Hagadá, a Cabalá e o Chassidismo.

Profundo conhecedor da natureza humana, suas falhas e fraquezas, virtudes e potencial, o Rabino Papo tem o dom de falar à mente e ao coração, às pessoas simples e aos estudiosos. Suas palavras são impregnadas de amor e sua grande aspiração era queConselhos Extraordinários pudesse ser lido pelo maior número de pessoas. Que tão caro anseio seja atendido também nesta tradução inédita para o português.

TALMUD TORÁ


Graduation

 

TALMUD TORÁ

A Mitzvá (mandamento) de Talmud Torá – O Estudo da Torá – é um preceito fundamental do judaísmo. Os sábios ensinam-nos que a Torá é uma das três coisas sobre as quais o mundo se apoia, e que o “estudo da Torá supera todas as outras Mitsvót” em importância e na recompensa que encerra. As dimensões de conhecimento derivadas do estudo são teóricas e práticas, abstratas e concretas, uma orientação de vida.

O estudo da Torá é não só um meio mas um fim, uma componente essencial do judaísmo. A noção judaica de “um reino de sacerdotes e uma nação sagrada” apoia-se, no fato de o conhecimento judaico não estar limitado a uma casta instruída separada, mas ser incumbência de todos.

No estudo da Torá, há uma relação dialética entre demandas objectivas e afinidades pessoais; algum atalho plausível deve ser procurado, entre os dois. A pessoa deve ter em mente a diferença entre experiência e conhecimento.

Um elemento essencial, independentemente do assunto, é a regularidade do estudo, um compromisso inflexível com o estudo que deve ser em grupo, com um professor ou alguém mais experimentado. Um professor deve servir de mentor, mestre e guia.

Um tipo de conhecimento que é essencial é a linguagem das fontes, especialmente o idioma hebraico (mesmo que só a compreensão passiva), apenas confiar no “judaísmo traduzido” é perigoso tanto para as comunidades, como para os indivíduos.

É muito importante conhecer a Bíblia Hebraica – Tanach, se possível na sua totalidade. O que é essencial é o conhecimento do conteúdo global dos vários livros, os temas e as estórias.

Chumash (Torá) é coberto na totalidade uma vez por ano e cada porção lida e estudada semanalmente.

Outra área importante de estudo é a Halachá que oferece orientação para a maneira de proceder: leis de observância diária, como as da oração, Shabat, Cashrut, e Taharat Hamishpachá (pureza familiar). O Kitsur Shulchan Aruch é um dos pontos de partida para o estudo de todas estas leis e costumes.

Talmud (Torá Oral) e os seus comentários representam outra área significativa de estudo e aprendizado. A ignorância do Talmud é mais grave que a ignorância das escrituras, pois ele é a base para quase todas as áreas do judaísmo, que estão direta ou indiretamente ligadas a ele; dá equilíbrio ao espírito e restringe as inclinações mais extremas.

O estudo do misticismo judaico, a Cabala, apresenta um problema especial pois apesar de ser provavelmente o único sistema teológico judaico existente, não é uma disciplina em si mesma, mas está estritamente relacionada com a prática religiosa em geral. É um comentário (em certo sentido) sobre a Torá escrita e oral e não pode ser separada nem na teoria nem na prática, de todo o conjunto das Mitsvót. É falso e desorientado visualizar a tradição mística judaica separada do contexto maior do judaísmo como um todo.

Por último o estudo do Pensamento Judaico em suas muitas facetas.

O estudo da Torá é portanto, uma mistvá fundamental por direito próprio, da incumbência de todo judeu, enquanto viver.

 

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Bibliografia:

Teshuvá – Um Guia para o Judeu Recém Praticante

Adin Even Yisrael (Steinsaltz), Editora Maayanot, 254 páginas (14×21 cm, brochura), ISBN 85-85512-21-0, 1994 (reedição de 2006)

Link: http://www.judaicaportugal.com/TESHUV_/p440356_1884963.aspx

 

A Mitzvá (mandamento, conexão) de Talmud Torá – O Estudo da Torá – é um preceito fundamental do judaísmo. Os sábios ensinam-nos que a Torá é uma das três coisas sobre as quais o mundo se apoia, e que o “estudo da Torá supera todas as outras Mitsvót” em importância e na recompensa que encerra. As dimensões de conhecimento derivadas do estudo são teóricas e práticas, abstratas e concretas, uma orientação na vida.
O estudo da Torá é não só um meio mas um fim, uma componente essencial do judaísmo. A noção judaica de “um reino de sacerdotes e uma nação sagrada” apoia-se, no fato de o conhecimento judaico não estar limitado a uma casta instruída separada, mas ser incumbência de todos.
No estudo da Torá, há uma relação dialética entre demandas objectivas e afinidades pessoais; algum atalho plausível deve ser procurado, entre os dois. A pessoa deve ter em mente a diferença entre experiência e conhecimento.
Um elemento essencial, independentemente do assunto, é regularidade do estudo, um compromisso inflexível com o estudo que deve ser em grupo, com um professor ou alguém mais experimentado. Um professor deve servir de mentor, mestre e guia.
Um tipo de conhecimento que é essencial é a linguagem das fontes, especialmente o idioma hebraico (mesmo que só a compreensão passiva), apenas confiar no “judaísmo traduzido” é perigoso tanto para as comunidades, como para os indivíduos.
É muito importante conhecer a Bíblia Hebraica – Tanach, se possível na sua totalidade. O que é essencial é o conhecimento do conteúdo global dos vários livro, os temas e as estórias.
O Chumash (Torá) é coberto na totalidade uma vez por ano e cada porção lida e estudada semanalmente.
Outra área importante de estudo é a Halachá que oferece orientação para a maneira de proceder: leis de observância diária, como as da oração, Shabat, Cashrut, e Taharat Hamishpachá (pureza familiar). O Kitsur Shulchan Aruch é um dos pontos de partida para o estudo de todas estas leis e costumes.
O Talmud (Torá Oral) e os seus comentários representam outra área significativa de estudo e aprendizado. A ignorância do Talmud é mais grave que a ignorância das escrituras, pois ele é a base para quase todas as áreas do judaísmo, que estão direta ou indiretamente ligadas a ele; dá equilíbrio ao espírito e restringe as inclinações mais extremas.
O estudo do misticismo judaica, a Cabala, apresenta um problema especial pois apesar de ser provavelmente o único sistema teológico judaico existente, não é uma disciplina em si mesma, mas está estritamente relacionada com a prática religiosa em geral. É um comentário (em certo sentido) sobre a Torá escrita e oral e não pode ser separada nem na teoria nem na prática, de todo o conjunto das Mitsvót. É falso e desorientado visualizar a tradição mística judaica separada do contexto maior do judaísmo como um todo.
Por último o estudo do Pensamento Judaico em suas muitas facetas.
O estudo da Torá é portanto, uma mistvá fundamental por direito próprio, da incumbência de todo judeu, enquanto viver.
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Bibliografia:
Teshuvá – Um Guia para o Judeu Recém Praticante
Adin Even Yisrael (Steinsaltz), Editora Maayanot, 254 páginas (14×21 cm, brochura), ISBN 85-85512-21-0, 1994 (reedição de 2006)

BIRCAT HAMAZON ASHKENAZI E SEFARADI


Bircat Hamazon Sefaradi e Ashkenazi

Edição Jairo Fridlin, Editora Sêfer, 20 páginas para cada rito (14×21 cm), 2009

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BIRCAT HAMAZON – Benção de Graças após a refeição – Ashkenazi e Sefaradi

Edição em papel cuchê da Bênção de Graças Após as Refeições, em três versões: hebraico, tradução completa e transliteração, e de acordo com os ritos Ashkenazi e Sefaradi – no mesmo livro!!!

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Esta prece é composta de quatro bênçãos:

1ª) Bircat Hazan – elaborada por Moisés, quando a Maná caia do céu, agradecemos a Deus pelos alimentos que Ele nos dá;

2ª) Bircat Haárets – elaborada por Josué, quando ele conduziu o povo para a Terra Prometida, agradecemos a Deus por ter-nos dado Érets Israel;

3ª) Bircat Ierushaláyim – elaborada por David e Salomão, quando construíram Jerusalém e o Templo, oramos pela reconstrução de Jerusalém;

4ª) Bircat Hatov Vehametiv – elaborada pelo tribunal de Raban Gamliel, o Ancião, por ocasião do enterro das vítimas do massacre Romano em betar, agradecemos a Deus por Sua infinita bondade para connosco.

CONTOS DE TSADIKIM – VAICRÁ


Contos  Vaicrá

G. MaTov, Editora Sêfer, 272 páginas (16×23 cm, brochura), ISBN 978-85-7931-004-1,  2010

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Contos de Tsadikim – Vaicrá (3º volume da coleção)

O Talmud ensina que um aluno pode aprender mais das ações de seu mestre do que de suas palavras, pois existem preciosas lições a serem aprendidas dos atos praticados por pessoas boas, os quais fazem as pessoas ao seu redor absorverem os ensinamentos da Torá desses “anjos que caminham entre os mortais”, como bem ilustra o sábio Chazon Ish.

Este livro é, na verdade, uma arca do tesouro repleta das mais belas histórias do Talmud, do Midrash e de grandes homens através dos séculos. Elas estão repletas da sabedoria da Torá, esse elixir de inspiração que preenche e dá sentido à vida do povo judeu.

Esta coletânea está dividida de acordo com as leituras semanais da Torá, para que cada Shabat seja enriquecido com histórias fascinantes relacionadas à parashá correspondente. 
Mas não pense o leitor que poderá ler somente as histórias daquela semana e abandonar o livro até a próxima… Esse é um livro que – felizmente – será folheado diversas vezes!

Com linguagem e apresentação adaptadas aos dias de hoje, Contos de Tsadikim já é considerado um best-seller em diversas partes do mundo. Do começo ao fim, enriquece o conhecimento e faz brilhar mais forte a chama da Torá em nossos corações. 
Que possamos aprender de nossos Tsadikim lições que carregaremos para o resto de nossas vidas, iluminando e indicando o caminho certo a seguir.

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Prefácio à Edição Brasileira

A edição do terceiro volume da série Contos de Tsadikim sobre o Livro de Vaicrá têm um gostinho todo especial. Nossos sábios nos instruem que as crianças devem iniciar o seu estudo justamente pelo terceiro livro da Torá, aquele que trata das oferendas que eram levadas ao altar do Beit Hamicdash.

O Rav Assi disse: “Por que iniciam (o estudo) com as criancinhas com o Livro de Torat Cohanim – Vaicrá e não com o livro de Bereshit? Porque as crianças são puras e os corbanot (oferendas) são puros. Venham os puros e estudem sobre os puros.” (Vaicrá Rabá, cap.7 letra 3)

Apesar de o Livro de Bereshit ser o início da história e, didaticamente, teria certa lógica iniciar o estudo pelo começo, nossos sábios dão preferência à “essência”. Assim, quando estudam o assunto das oferendas trazidas pelo homem ao Todo-Poderoso com o coração puro, a pureza das crianças que, em sua ingenuidade, não experimentaram a malícia e o pecado, têm uma força especial sobre o próprio carácter das crianças e, de forma mística, sobre a humanidade como um todo.

Muitas vezes, a forma e a didática ditam as diretrizes sobrepondo-se até sobre os conteúdos. Mas, desta vez, a essência foi prioritária em relação à “forma”,  a alma ao corpo, o coração à razão e “o quê” ao “como”.

Vamos então aproveitar, pais e filhos, para curtirmos novamente as histórias sobre as passagens da Parashat Hashavúa, para embelezarmos a santidade de nossas refeições do Shabat. Vamos sentir a pureza de nossas almas e a beleza da nossa Torá.

Rabino Raphael Shammah

CONTOS DE TSADIKIM – SHEMOT


Tsadikim  shemot

G. MaTov, Editora Sêfer, 272 páginas (16×23 cm, brochura), ISBN 978-85-85583-90-3, 2008

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Contos de Tsadikim – Shemot (2 volume da coleção)

O Talmud ensina que um aluno pode aprender mais das ações do seu mestre do que de suas palavras, pois existem preciosas lições a serem aprendidas dos atos praticados por pessoas boas, os quais fazem as pessoas ao seu redor absorverem os ensinamentos da Torá desses “anjos que caminham entre os mortais”, como bem ilustra o sábio Chazon Ish.

Este livro é, na verdade, uma arca do tesouro repleta das mais belas histórias do Talmud, do Midrash e de grandes homens através dos séculos. Elas estão repletas da sabedoria da Torá, esse elixir de inspiração que preenche e dá sentido à vida do povo judeu.

Esta colectânea está dividida de acordo com as leituras semanais da Torá, para que cada Shabat seja enriquecido com histórias fascinantes relacionadas à parashá correspondente. Mas não pense o leitor que poderá ler somente as histórias daquela semana e abandonar o livro até à próxima… Esse é um livro que – felizmente – será folheado diversas vezes!

Com linguagem e apresentação adaptadas aos dias de hoje, Contos de Tsadikim já é considerado um best-seller em diversas partes do mundo. Do começo ao fim, enriquece o conhecimento e faz brilhar mais forte a chama da Torá em nossos corações. Que possamos aprender de nossos Tsadikim lições que carregaremos para o resto de nossas vidas, iluminando e indicando o caminho certo a seguir.

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Prefácio à Edição Brasileira

Após o grande sucesso da publicação de Contos de Tsadikim – Bereshit, tenho a grata satisfação de apresentar o segundo volume dessa coleção: Contos de Tsadikim – Shemot.

Muitos pais me relataram entusiasmados sobre o grande benefício percebido no ambiente da mesa do Shabat e no relacionamento com seus filhos por meio das histórias desta coleção.

No Livro de Shemot (Êxodo), recebemos a ordem Divina sobre a construção do Mishcan (Tabernáculo), a tenda na qual a Shechiná (Presença Divina) se revelava. No lugar mais sagrado do Mishcan, a sala do Codesh Hacodashim (“Santo dos Santos”), ficava a Arca Sagrada onde estavam guardadas as Tábuas da Lei. Sobre a Arca havia dois querubins, uma alusão aos anjos que pairavam sobre a Arca.

Qual o significado desses anjos e como entender seu valor, uma vez que o judaísmo sempre se afastou de qualquer símbolo material de forças espirituais?

A resposta é que esses anjos tinham faces de crianças (em aramaico keruvia, que quer dizer “como crianças”). Na verdade, era isso que estava sobre a Arca que guardava as Tábuas: a mensagem de que deveríamos investir na educação das novas gerações a fim de assegurar a preservação da Torá oelo povo judeu.

Constam no Midrash Shir Hashirim as palavras do Rabi Meir:

“Na hora em que o Povo de Israel estava no Monte Sinai para receber a Torá, ouviu-se o seguinte diálogo entre Deus e o povo judeu:

– Eu decidi entregar a Torá a vocês – disse Deus. – Contudo tragam-me bons fiadores que Me garantam que vocês a respeitarão, e então Eu a darei a vocês.

– Senhor do Universo – respondeu o povo, – nossos antepassados serão nossos fiadores! Nossos profetas serão nossos fiadores!

– Mas estes também necessitam de fiadores por eles mesmos – disse Deus. – Tragam-Me bons fiadores, e então Eu darei a Torá a vocês.

– Nossos filhos serão nossos fiadores! – retrucou o povo judeu.

Ao ouvir isso, Deus afirmou:

– Estes certamente serão bons fiadores. Por causa deles Eu darei a Torá a vocês!”

Ao contar histórias como as deste livro aos nossos filhos  estamos garantindo que a Torá se perpetue em nosso povo. As nossas crianças são os verdadeiros “anjos da guarda” das Tábuas da Lei. Cada pai e cada mãe que transmite mais um ensinamento do Sinai está se aliando e reforçando a corrente milenar de nossa Torá e dando mais um passo rumo ao nosso ideal.

Por fim, gostaria de agradecer e parabenizar os patrocinadores desta ediçãoo por darem esta grande oportunidade a toda a comunidade brasileira.

Rabino Raphael Shammah

CASHER NA TEORIA


Casher na Teoria

Rabino Ezra Dayan, Editora Sêfer, 132 páginas (21,5×14,5 cm, capa dura), ISBN 978-85-7931-009-6, 2010

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Casher na Teoria

“A dieta alimentar judaica não só preserva o corpo e a alma do judeu, mas também lhe serve como documento de identidade. A cashrut é algo que une o povo… Ao comer casher, estaremos unindo os integrantes do povo judeu e, quem sabe, aproximando a vinda do Mashiach.”

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Depois do sucesso de CASHER NA PRÁTICA, o autor escreve agora sobre os porquês da Cashrut, baseado em inúmeros comentaristas e pensadores judeus de todas as épocas.

Leitura indispensável para quem deseja entender os meandros e significados da milenar dieta alimentar judaica.

Índice

Cartas de Anuência

Agradecimentos

Prefácio

Sobre os motivos das mitsvót

Afinal, carne faz bem ou mal?

Os porquês das mitsvót relacionadas aos animais

Guid hanashê O nervo ciático

Otô veet benô

Trefá

Chelev Sebo

Dam sangue

Os decretos contra o abate casher

Ever min hachai

Carne com leite

Tolaim vermes e insetos

Peixes com escamas

Chazir Porco

Col haiotse min hatamê, tamê

Os porquês das mitsvót relacionadas aos vegetais

Chalá

Orlá e neta revai

Chadash cereais novos

Cuidado com as posses

Chamets em Pessach

Kitniyot

Yain nessech e stam yenam

Comentaristas e conceitos

ALÉM DO ESPELHO


Capinha alem do espelho

Gina Manolson, Editora Sêfer, 104 páginas (14×21 cm, brochura), ISBN 85-85583-39-8, 2002

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Além do Espelho – Um Enfoque Actual sobre Tsniut

Se você acha que Tsniut – termo judaico, em geral traduzido por “discrição” – significa somente:

•Regras e preceitos relacionados ao vestuário.

•Um tema dirigido exclusivamente às mulheres.

•Algo cujo propósito principal é manter a cabeça dos homens em seu devido lugar.

Este livro certamente vai mexer com você.

A Tsniut é para ambos, homens e mulheres.

Começa quando você se vê sob uma luz diferente. E, pouco a pouco, pode mudar profundamente a sua vida, mostrando-lhe como chegar ao mais íntimo do seu ser.

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Cada geração tem os seus próprios desafios, seus testes específicos, sua missão a vencer. Qual será a nossa?

Será que a nossa forma de nos vestir e de nos expormos ao mundo não é um assunto particular de cada um?

Como cidadãos do mundo moderno, somos educados, desde a infância, a quebrar as barreiras entre nós e o mundo exterior, a revelar tudo, com a finalidade de atrair as atenções e sermos abertos em todas as áreas.

Mas será que não nos esquecemos de abrir o caminho ao nosso próprio espaço interior? Ainda existe espaço reservado para nós mesmos? Recato e privacidade são palavras obsoletas?

Conseguir viver uma vida plena, que proporcione harmonia entre o interior e o exterior, é o nosso desafio.

Abordando inúmeras questões – do código de leis da Torá à psicologia humana, de perguntas polémicas a pontos de vista inovadores – , este livro entrega-nos a “Tsniut” (que pode ser descrita por discrição) como a chave que abre caminhos para manter a integridade do povo judeu no mundo moderno, e revela que o “sucesso” se encontra onde menos esperamos.

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Uma visão reveladora sobre a “Tsniut”. “Além do Espelho faz com que vejamos na discrição, no recato, não somente regras e leis, mas uma forma de viver. Abre um canal para que o nosso íntimo possa ver o mundo de forma compatível com nossa essência, libertando-nos de aparências e do superficial.”

Rabino Raphael Shammah

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Sobre a Autora:

Gina Manolson (née Marilyn Fisch) nasceu e cresceu no nordeste dos EUA, graduando-se com louvor em música pela Universidade de Yale. Estudou mais tarde na Neve Yerushalayim College for Women, passando a viver em Jerusalém. Por cinco anos foi supervisora residente do Heritage House, um albergue da juventude judaico na cidade velha. Deu aulas no programa Discovery, da Jerusalem Fellowships; no programa para alunos estrangeiros da Michlalah Jerusalem College for Women; no Beit Midrash Program, da universidade Hebraica de Jerusalém; e em outros lugares. Actualmente é professora do Isralight Institute. É também a autora de  The Magic Touch; A Candid Look at the Jewish Approach to Relationships.

O QUE É RESPEITAR O SHABAT?


O Que é Respeitar o Shabat

Daian Dr. Isidor Grunfeld, Editora Sêfer, 104 páginas (16×23 cm, brochura), ISBN 978-85-85583-80-4, 2008

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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O que é Respeitar o Shabat? – Um guia para seu cumprimento e compreensão

Este livro foi escrito inicialmente há cerca de 50 anos. A presente edição foi revista e ampliada para atender ao estilo e às normas do século 21. Nele, foram incluídas histórias da nossa literatura, para mostrar como os princípios apresentados aqui afetaram a vida dos judeus em todas as eras.

Este singelo livro foi a estreia literária do Daian Grunfeld. Ele foi considerado “a melhor exposição disponível em inglês sobre o Shabat”, sendo traduzido para vários idiomas, inclusive para o hebraico sob o título de Mataná Guenuzá, e agora é publicado também em português, numa tradução de David Gorodovits, que também assina o posfácio, e ricamente ilustrado por Ivo Minkovicius.

A particularidade deste livro sobre todos os outros que dissertam sobre o Shabat é que ele destaca seu significado haláchico, demonstrando que a abstenção de melachá (“atividade”) em qualquer de suas ramificações é o coração pulsante e o núcleo de sua observância. Esse é um aspecto do Shabat judaico classificado frequentemente pelos ignorantes como “uma ênfase sem sentido sobre detalhes triviais”.

Com muita profundidade, o Rabino Hirsch apresentou um conceito majestoso sobre issur melachá, a proibição de executar determinadas atividades. Ele a explica como sendo a abstenção de toda atividade criativa por um dia em cada sete, o que, por meio dessa atitude, presta um testemunho eloquente da necessidade de vivermos no mundo do Criador como uma de suas criaturas e de usar toda a potencialidade humana a Seu serviço.

Esse conceito, tão bem apresentado neste livro, deve pôr um fim a esse tipo de incompreensão de uma vez por todas. Seguramente, alguém que tenha lido esta obra não poderá, honestamente, voltar a argumentar que, por exemplo, a lei do Shabat contra acender fogo aplicava-se apenas na época em que isso envolvia o árduo trabalho de atritar pesadas pedras…

O quarto de século decorrido desde o lançamento deste livro, durante o qual houve uma crescente desumanização e despersonalização do ser humano, assim como uma grave erosão dos padrões morais, serviu apenas para reforçar a mensagem com a qual o Daian Grunfeld estava tão apaixonadamente comprometido – a eterna relevância das leis da Torá, especialmente aquelas referentes ao Shabat, e a regeneração espiritual do povo judeu e de toda a humanidade.

Rabino Aryeh Carmell

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Sobre o autor:

O Daian (juiz rabínico) Isidor (Ishai) Grunfeld (1900-1975), que atuava no tribunal do Rabinato-Chefe da Grã-Bretanha, era advogado, um líder comunitário, educador e escritor prolífico, além de, acima de tudo, um ardente seguidor do Rabino Samson Raphael Hirsch (1808-1888).

Ele dedicou toda a sua vida à interpretação das ideias e dos trabalhos de seu mestre, tornando-os acessíveis à nossa geração. Foi um advogado eloquente da aplicação dos pontos de vista “Hirschianos” aos problemas correntes do século 20. Herdou do Rabino Hirsch a amplitude de visão que o imortalizou. Ele tinha amplo conhecimento das correntes do pensamento secular e considerava bem-vinda cada oportunidade que se lhe deparava para demonstrar a relevância da Torá na solução dos problemas mais complexos da humanidade.

Ele lutou conta a mentalidade estreita do shtiebel (pequenas casas de oração características das cidadezinhas da Europa) que consideravam que a posse e o interesse da Torá eram apanágio apenas de uma pequena porção do povo. Entretanto, manteve-se sempre em bons termos com os participantes desses círculos, conquistando sua admiração, afeto e respeito.

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ÍNDICE

Introdução à 5ª Edição em Inglês

In Memoriam ao autor

In Memoriam ao editor

Prefácio do Autor

Capítulo 1 – O ESPÍRITO DO SHABAT

O significado do Shabat

O Shabat e a vida

Capítulo 2 – O CONCEITO DE MELACHÁ

O que é melachá?

A idéia contida no conceito de melachá

Classificação por objetivos

Significado especial de “transportar”

Capítulo 3 – OBSERVÂNCIA DO SHABAT NA PRÁTICA

Salvaguardas do Shabat

Visão prática das categorias de melachá

Trabalho executado por um não-judeu

Doenças no Shabat

Descanso dos animais

Capítulo 4 – A CELEBRAÇÃO DO SHABAT

1. O espírito de Menuchá

2. Recebendo o Shabat

3. As velas do Shabat

4. O início do Shabat

5. A santificação (Kidush)

6. Os dois pães do Shabat

7. A alegria do Shabat

8. A despedida do Shabat (Havdalá)

9. Atividades no Shabat e nos dias de semana

10. Viagens durante o Shabat

11. As crianças e o Shabat

Capítulo 5 – O SHABAT E O MUNDO MODERNO

1. Os aspectos econômicos da observância do Shabat

2. O Shabat e o Estado de Israel

Posfácio à Edição Brasileira

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Assista a uma verdadeira “aula” de judaísmo sobre o SHABAT no Youtube com David Gorodovits no link abaixo (copie e cole no Explorer):

http://www.youtube.com:80/watch?v=dL73mu7WjSE

A ÉTICA DO SINAI


A Ética do Sinai

Irving M. Bunim, Editora Sêfer, 544 páginas (21×28 cm, brochura), ISBN 85-85583-512-6, 1998 – 4ª edição de 2009

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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A Ética do Sinai – Ensinamentos dos Sábios do Talmud

“Vivemos numa época em que o ensinamento ético é considerado ultrapassado; uma época em que o castigo, a advertência e a crítica moral construtiva são considerados de mau gosto; onde o autoquestionamento e a busca do aperfeiçoamento religioso são vistos como ofensivos. Nada poderia ser mais contrário à abordagem do judaísmo. Se nosso propósito fundamental na travessia da vida é buscar o desenvolvimento e o crescimento pessoal através da ética e da moral, é vital que possamos aprender e ensinar seus princípios e fundamentos. Somente assim chegaremos a alcançar o aperfeiçoamento de nossa espiritualidade. Este é precisamente o objectivo do trabalho que você tem nas mãos. Nele, cada um dos ensinamentos dos sábios do Talmud é interpretado e explicado demoradamente, de diversas maneiras, para que a compreensão se dê da forma mais completa possível.”

da Introdução do Autor

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Hilel dizia:

Se eu não for por mim, quem será por mim?

Mas se eu for só por mim, o que sou eu?

E se não for agora, quando?

Capítulo I: Mishná 14

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“Aquele que deseja tornar-se piedoso, que cumpra os ensinamentos de Avót.”

A frase acima, dita por Raba, um dos maiores estudiosos do Talmud de todos os tempos, sintetiza a suprema importância que Pirquê Avót, a Ética dos Pais, tem para o judaísmo.

O livro que você tem nas mãos traz, comentados e explicados um a um, em detalhes, os capítulos que compõem este breve e precioso tratado talmúdico. Raba não teria sido o único a exaltar-lhe à riqueza. Para muitos, Pirkê Avót contém a essência da Torá e do judaísmo.

A Ética do Pais aplica o código ético e moral da Torá à vida quotidiana, e é justamente nessa transposição, do erudito ao popular, do complexo ao compreensível, que encontra-se a essência de sua grandeza. A vida à luz das lições de Avót é uma vida à luz de Deus.

Os textos de A Ética do Sinai nasceram das brilhantes conferencias sobre Pirkê Avót feitas ao longo de 40 anos por Irving M. Bunim, um dos expoentes do judaísmo ortodoxo norte-americano deste século. Bunim foi um grande estudioso, um homem de negócios excepcional, uma figura humana de raras proporções. Mas, ao transmitir a centenas de milhares de pessoas, com humildade, humor, fervor e profunda sabedoria as lições de Pirkê Avót, actividade que tornou-se sua profissão de fé, elevou o espírito e ampliou os horizontes de nada menos do que duas gerações de judeus norte-americanos.

A Editora Sêfer sente-se honrada pelo privilégio de trazer ao público de língua portuguesa esta obra inigualável, de valor reconhecido em todo o mundo. Esperamos que você desfrute da leitura.

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Durante muitos anos esperei por uma tradução comentada do Pirkê Avót em português e saudei, com grande alegria, o lançamento de A Ética do Sinai pela Editora Sêfer.

O tratado Pirkê Avót é o mais importante conjunto de ditos de natureza ética conservado pelos sábios judeus durante muitos séculos. É um grande guia de vida. Um justo pode ser definido pelas suas palavras.

Por isso, esta não é uma obra de leitura obrigatória apenas para a comunidade judaica, mas para todos os homens e mulheres de bem que querem estar aos pés da Sabedoria.

Prof. João Bosco Lodi

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Sobre o autor:

Irving M. Bunim nasceu em 1901, em Volozhin, na Lituânia, uma cidade famosa em todo o mundo judaico pela excelência de sua Ieshivá, o seminário rabínico Êts Chayim.

Quando imigrou com a família para os Estados Unidos, aos 9 anos de idade, Bunim trouxe consigo as palavras de seu mestre, o chefe da ieshivá de Volozhin, que lhe ordenou “construir a Torá na América”.

Foi exactamente o que fez. Ainda muito jovem, teve o discernimento necessário para perceber quão fácil seria aos jovens judeus das primeiras levas migratórias deixarem-se assimilar por uma cultura emergente como a cultura norte-americana dos anos 20. Sua resposta foi criar um movimento ortodoxo destinado a trazer estes jovens de volta a casa, de volta ao judaísmo. Assim nasceu a sinagoga Young Israel, sede de um abrangente trabalho religioso e social que começou no Lower East Side nova iorquino. Um dos traços mais marcantes da personalidade e da conduta de Irving M. Bunim foi a sua generosidade. Viveu de acordo com os princípios mais elevados da Tsedacá, o mandamento judaico de ajudar ao próximo. Mas a tónica de sua Tsedacá sempre foi, comprovadamente, a bondade – Chessed, em hebraico, um ingrediente sem o qual o ato de estender a mão a quem precisa perde grande parte de seu sentido. Durante a perseguição nazista aos judeus da Europa, Irving M. Buning não mediu esforços para salvar o maior número possível de vidas. Organizou, ao lado do ilustre rabino Aaron Kotler, um comité de resgate que efectivamente conseguiu ampliar as cotas de imigração abertas para judeus pelos Estados Unidos, livrando da morte dezenas de milhares de pessoas. Foi um incansável propagador dos horrores que estavam sendo cometidos por Hitler numa época em que governos de todo o mundo livre, inclusive o dos Estados Unidos, preferiam fechar os olhos às atrocidades. Da mente e, sobretudo, do coração deste grande homem nasceram as ideias, percepções e ensinamentos que você, caro leitor, está prestes a conhecer.

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