DICIONÁRIO SEFARADI DE SOBRENOMES – DICTIONARY OF SEPHARDIC SURNAMES


Dicionário Sefaradi

Guilherme Faiguenboim, Paulo Valadares, Anna Rosa Campagnano, Editora Fraiha, 528 páginas (28,5 cm x 21,5 cm, capa dura), ISBN 85-85989-20-3, Ano 1946 (2ª edição revisada, 2004

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Dicionário Sefaradi de Sobrenomes – Dictionary of Sephardic Surnames

Inclusive Cristãos-Novos,Conversos, Marranos, Italianos, Bérberes e sua História na Espanha, Portugal e Itália.

Souza, Miranda, Pinto e até Silva. Sobrenomes como esses, tipicamente brasileiros, podem revelar em sua origem alguma ascendência judaica. É o que mostra o maior estudo já realizado sobre a trajetória dos judeus sefaradis entre os séculos XIV e XX. O resultado desse trabalho está reunido no Dicionário Sefaradi de Sobrenomes, que chega ao mercado após oito anos de extensa pesquisa.

A publicação, bilíngue (português/inglês) é inédita, tem 528 páginas e foi escrita por Guilherme Faiguenboim, Anna Rosa Campagnano e Paulo Valadares, e tem o prefácio assinado por Marcio Souza.

Além dos quase 17.000 sobrenomes e 12.000 verbetes, o livro possui uma introdução histórica, ilustrada, coma proximadamente 120 páginas em papel cuchê a quatro cores, sobre a trajetóriados judeus na Espanha e Portugal desde o ano 700 até a Inquisição, narrando o seu destino e a formação de comunidades judaicas em outros países, inclusive no Brasil.

A primeira parte histórica, que vai do ano 700 até a Inquisição, foi escrita por Reuven Faingold, doutor em História pela Universidade Hebraica de Jerusalém, e a parte da dispersão, após a Inquisição, foi escrita pelo professor Paulo Valadares, historiador pela PUC-CAMP e mestrando pela USP, sob a orientação da professora Anita Novinsky.

Guilherme Faiguenboim escreveu o texto sobre a onomástica sefaradita, que explica a etimologia, transformação emorfologia dos nomes próprios. Alguns critérios foram utilizados no estudo eclassificação dos nomes, como: formas básicas e variantes, transliterações, línguas e alfabetos, critérios socioculturais, confiabilidade das fontes, estatística para comparação e checagem das fontes, classificação dos nomes, metodologia, entre outros.

Esta obra foi premiada internacionalmente e já está na 2ª-edição.

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OPINION

Mention has been made of the recent Brazilian book “Dicionário Sefaradi de Sobrenomes” (Dictionary of Sephardic surnames). Having just received my copy I thought to share some of my early impressions because of the great interest in this publication.

This superb bilingual addition to the library ofessential books for Sephardic Genealogy has 528 pages divided into several sections. The first section, dealing with a brief Sephardic history and explanations of Sephardic onomastic is printed on 150 pages of glossy paper, beautifully illustrated and reminiscent of an “art book”. The right hand page is in Portuguese and the left hand in English, which – though translated by someone for whom English is obviously not a first language – is quite enjoyable and informative.

The remainder of the book, printed in non-glossypaper, consists of the dictionary of 16,000 Sephardic surnames. For this, the authors modeled themselves on Beider’s Surnames of the Russian Empire, albeit with a few modifications necessitated by dealing with surnames written in avariety of alphabets and languages (instead of just Cyrillic), and covering aperiod of 6 centuries and 335 sources instead of the much narrower period and sources used by Beider.

The dictionary section presents the surname, some spelling variants, geographical locations, type (patronymic, descriptive,etc.), meaning of, and sources where found. The dictionary does not include the rich individual biographic data and name variants occasioned by country and language changes due to the mobility of Sephardic Jews over the centuries as found in Abraham Laredo’s landmark “Les Noms the Juifs du Maroc”. That would have required several volumes instead of one. On the other hand, Faiguenboim’s book includes a much larger number of surnames difficult to find elsewhere and is a remarkable achievement for which we owe the authors a debt of gratitude.

I would highly recommend this book as essential in any serious library of Sephardic genealogy books.

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Jeff Malka

Author of “Sephardic Genealogy: Discovering your Sephardic Ancestors and their World”, Avotaynu, 2002.(http://www.avotaynu.com/books/sephardic.htm).

Reference Book of the Year Award for 2002 from the Association of Jewish Libraries.

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BREVE HISTÓRIA DO JUDAÍSMO


Breve História do Judaísmo

Isidore Epstein, Editora Sêfer, 368 páginas (16×23 cm, flexível), ISBN 978-85-7931-003-4, 2010

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Breve descrição da origem e desenvolvimento dos ensinamentos, práticas, pensamento filosófico e doutrinas místicas da religião e moral judaicas ao longo de 4.000 anos de história dos judeus

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Breve História do Judaísmo

Este breve mas compreensivo estudo do judaísmo é apresentado contra um fundo de 4.000 anos de história dos judeus, que vai desde as migrações de Abraão, o progenitor do povo judeu, até o estabelecimento do moderno Estado de Israel.

O livro narra o nascimento, crescimento e desenvolvimento das crenças, dos ensinamento e das práticas do judaísmo, assim como as suas esperanças, aspirações e ideias. São expostos também os movimentos espirituais e as influências que têm moldado a religião judaica nas suas variadas manifestações.

São descritas as várias contribuições feitas por profetas, legisladores, mestres, salmistas, sábios, rabinos, filósofos e místicos através dos quais o judaísmo veio a se tornar a força viva religiosa que é hoje. No tratamento destes temas é mantido o equilíbrio entre os fatos e a interpretação, com clareza e simplicidade.

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“O saudoso Rabino Dr. Isidore Epstein foi um dos mais destacados acadêmicos da comunidade judaica britânica; um homem de vasta erudição cujo trabalho se estendeu sobre quase todas as áreas do judaísmo história, legislação, literatura e filosofia. Suas obras, sempre magistrais, permanecem atuais até os dias de hoje.”

Jonathan Sacks, Rabino-Chefe da Grã-Bretanha e Comunidade Britânica

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