AS MELHORES PIADAS DO HUMOR JUDAICO


101

Abram Zylbersztajn, Editora Garamond, 174 páginas (21×21 cm, brochura), ISBN 85-86435-57-0, 2001 – 8ª edição

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

BRASIL:http://www.sefer.com.br/details/101/as-melhores-piadas-do-humor-judaico-1

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As Melhores Piadas do Humor Judaico vol. 1

Na sua estreia no mundo das letras, o autor reuniu o melhor do humor Yidish em língua portuguesa e piadas contadas por ele em festas, palestras e apresentações que faz para a comunidade, sempre com a finalidade de trazer um pouco de alegria e divertimento.

Este livro é uma bela contribuição para a preservação desta vertente do humor que, no Brasil, ainda é desconhecida, mas que faz a base do melhor humor americano por gente como Woody Allen, Lenny Bruce, Groucho Marx, Milton Berle, Mel Brooks, Art Buchwald, Seinfeld e tantos outros.

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Na sua estreia no mundo das letras, Abram reuniu o melhor do humor Yidish em língua portuguesa. Anedotas clássicas, muito engraçadas e que Zylberstajn conta em festas, palestras e apresentações que faz para a comunidade, sempre com a finalidade de trazer um pouco de alegria e divertimento. Este livro é uma bela contribuição para a preservação desta vertente do humor que, no Brasil, ainda é desconhecida, mas que faz a base do melhor humor americano por gente como Woody Allen, Lenny Bruce, Grouch Marx, Milton Berle, Mel Brooks, Art Buchwald, Seinfeld e tantos outros. Marcelo Madureira

O humor judaico é, sem dúvida, uma das grandes heranças desta forma de expressão humana. Seu mais eficaz instrumento é fazer graça de suas próprias características com cruel subtileza… Este livro, com exemplos deliciosos, não é apenas mais um do género. Quem o escreve é, em si, um de seus personagens. Abram é aquele sujeito que antes de dizer “bom dia” lhe conta uma piada. Os ingredientes estão aí: material divertido, escrito de alma e que lhe fará rir muito. Nilton Bonder

Quando vejo Abram se aproximar já preparo o riso: lá vem a última anedota do humor judaico. Inúmeras vezes pedi ao Abram para compilar essas piadas, para utilizá-las em programas de humor de televisão. Ele dizia que um dia ia escrever um livro, mas que a renda Seia em benefício de uma instituição de caridade. Bravo Abram! Sempre digno e amigo. Com seu livro, posso tê-lo ao meu lado sempre que precisar dar boas gargalhadas.Maurício Sherman

Abram é um grande piadista. Como ele é amigo dos meus pais, há muitos anos tenho o prazer de ouvi-lo, em festas e reuniões, desfilando seu repertório de humor judaico e provocando um turbilhão de risadas. Com este livro, felizmente, temos o “Abram de bolso”, para alegrar a vida. Um livro imperdível. Carlos Minc

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O verdadeiro humor não tem a função de ser apenas hilariante. Como as histórias nos falam de inconsciente a inconsciente, as piadas nos falam de existência a existência. Nossas angústias, dúvidas, perplexidades, insensatez e tanto mais da experiência humana são codificados não em prosa ou verso, mas em piadas. O humor judaico é, sem dúvida, uma das grandes heranças desta forma de expressão humana.

Seu mais eficaz instrumento é fazer graça das próprias características com cruel subtileza. Como é um telegrama judaico?: “Segue carta. Comece a se preocupar.” E três judeus juntos, quantas opiniões? Quatro, em caso de um ser esquizofrénico.

Este livro, com exemplos deliciosos deste humor, não é apenas mais um do género. Quem o escreve é, em si, um de seus personagens. Abram é aquele sujeito que antes de dizer “bom dia” lhe conta uma piada. Aquele sujeito que nos leva da displicência ao riso em dois segundos; aquele que não se desconcerta: quando a piada não tem grande impacto, de imediato vem outra e outra piada. Afinal, os personagens destas piadas são Jacós, Saras – e por que não Abrams?

Os ingredientes estão aí: material divertido, escrito de alma e que lhe fará rir muito. Isto tudo com direito ao bónus maior de reflectir sobre a vida e a existência. Uma “metsie”, um bom negócio!

Você conhece aquela do…?

Nilton Bonder (rabino e escritor)

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Sobre o autor:

Abram Zilbersztajn nasceu em 1929, no Rio de Janeiro. Administrador de empresas, desde muito jovem desenvolve actividades artísticas e culturais. Foi actor em várias companhias de teatro amador, intérprete de shows humorísticos no colégio Pedro II (onde estudou) e, mais tarde, em inúmeras associações judaicas, ao lado de Maurício Sherman. Há anos faz espectáculos de humor em hospitais, asilos e instituições beneficentes. Fundador de inúmeros coros, Zilbersztajn participa há 44 anos no Coral Israelita Brasileiro.

O CAMINHO DOS JUSTOS – MESSILAT IESHARIM


Capinha caminho dos justos

Rabino Moshe Chaim Luzzato, 328 páginas (14×21 cm, capa flexível), ISBN 85-85583-31-2, 2002

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

BRASIL:http://www.sefer.com.br/details/170/caminho-dos-justos

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Messilat Iesharim

Este clássico da literatura religiosa judaica, escrito no século 18, ensina como alcançar uma vida santificada, baseada na mais pura e verdadeira devoção a Deus e às Suas leis.

O Caminho, descrito e explorado etapa por etapa, parte da observação e do pensamento na busca por valores como Dedicação, Integridade, Pureza, Virtude, Humildade e Temor, para se atingir o ideal da Santidade em nossa existência.

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Sobre o Autor:

O Rabino Moshe Chaim Luzzatto, o “Ramchal”, assim conhecido por suas iniciais em hebraico, foi uma das figuras mais extraordinárias da história judaica. Nascido em Pádua, na Itália, em 1707, revelou ainda criança sua verdadeira genialidade no estudo da Torá. Aos 11 anos de idade, já dominava totalmente o Talmud e, aos 14, escreveu seu primeiro livro. Também muito jovem, aos 13 anos, mergulhou no estudo da Cabalá a partir das obras do Ari ZAL, e seu talento fez com que se tornasse um dos grandes cabalistas de todos os tempos.

Como havia ocorrido séculos antes com Maimónides, também o Ramchal foi um dos eruditos mais polémicos e discutidos de sua geração. Sua extrema capacidade, especialmente no campo do misticismo judaico, chegou a levantar desconfiança entre os estudiosos, pois vivia-se a época posterior à dos falsos messias, e as desastrosas deturpações espirituais que produziram ainda traziam à tona a profunda cautela da comunidade rabínica.

A natureza inovadora e rica do seu trabalho provocou que um sábio da época escrevesse aos rabinos de Ancona, para que investigassem o Ramchal “da cabeça aos pés”, pois havia sido informado de que ele, o Ramchal, receberia mensagens de um Maguid (anjo) que, por sua vez, lhe revelaria segredos místicos.

As sanções da comunidade rabínica local contra o Ramchal acabaram tornando-o objecto de um “Cherem” (carta de excomunhão). Nesta situação dolorosa e injusta, ele deixou Pádua e seguiu para Amesterdão, esperando encontrar um ambiente receptivo às suas ideias e ao seu trabalho. Apenas mais tarde se tornaria claro que o alto rabinato da Itália e de alguns outros países europeus havia se deixado tomar pelo medo frente à postura inovadora do Ramchal, e que, na verdade, ele era um ilustre estudioso que viria a iluminar o caminho de gerações futuras. Com o tempo, a verdade emergiu mais forte do que nunca, e o Ramchal foi consagrado como um dos sábios mais importantes de todas as gerações. Seus livros – entre os quais se destacam “O Caminho de Deus” e o “Caminho dos Justos” – são tratados até hoje como fontes de referência no estudo da Torá.

Como muitos dos líderes da história judaica, o Ramchal acalentava o sonho de morar na Terra de Israel, para poder se aproximar ainda mais de Deus. E assim fez, indo morar para a cidade de Aco. Porém, três anos depois de sua chegada, faleceu precocemente aos 39 anos de idade, sendo enterrado na cidade de Tiberíades, ao lado do túmulo do Rabi Akiva.

O CAMINHO DOS JUSTOS


Capinha caminho dos justos

Rabino Moshe Chaim Luzzato, 328 páginas (14×21 cm, capa flexível), ISBN 85-85583-31-2, 2002

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

BRASIL: http://www.sefer.com.br/details/170/caminho-dos-justos

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Messilat Iesharim

Este clássico da literatura religiosa judaica, escrito no século 18, ensina como alcançar uma vida santificada, baseada na mais pura e verdadeira devoção a Deus e às Suas leis.

O Caminho, descrito e explorado etapa por etapa, parte da observação e do pensamento na busca por valores como Dedicação, Integridade, Pureza, Virtude, Humildade e Temor, para se atingir o ideal da Santidade em nossa existência.

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Sobre o Autor:

O Rabino Moshe Chaim Luzzatto, o “Ramchal”, assim conhecido por suas iniciais em hebraico, foi uma das figuras mais extraordinárias da história judaica. Nascido em Pádua, na Itália, em 1707, revelou ainda criança sua verdadeira genialidade no estudo da Torá. Aos 11 anos de idade, já dominava totalmente o Talmud e, aos 14, escreveu seu primeiro livro. Também muito jovem, aos 13 anos, mergulhou no estudo da Cabalá a partir das obras do Ari ZAL, e seu talento fez com que se tornasse um dos grandes cabalistas de todos os tempos.

Como havia ocorrido séculos antes com Maimónides, também o Ramchal foi um dos eruditos mais polémicos e discutidos de sua geração. Sua extrema capacidade, especialmente no campo do misticismo judaico, chegou a levantar desconfiança entre os estudiosos, pois vivia-se a época posterior à dos falsos messias, e as desastrosas deturpações espirituais que produziram ainda traziam à tona a profunda cautela da comunidade rabínica.

A natureza inovadora e rica do seu trabalho provocou que um sábio da época escrevesse aos rabinos de Ancona, para que investigassem o Ramchal “da cabeça aos pés”, pois havia sido informado de que ele, o Ramchal, receberia mensagens de um Maguid (anjo) que, por sua vez, lhe revelaria segredos místicos.

As sanções da comunidade rabínica local contra o Ramchal acabaram tornando-o objecto de um “Cherem” (carta de excomunhão). Nesta situação dolorosa e injusta, ele deixou Pádua e seguiu para Amesterdão, esperando encontrar um ambiente receptivo às suas ideias e ao seu trabalho. Apenas mais tarde se tornaria claro que o alto rabinato da Itália e de alguns outros países europeus havia se deixado tomar pelo medo frente à postura inovadora do Ramchal, e que, na verdade, ele era um ilustre estudioso que viria a iluminar o caminho de gerações futuras. Com o tempo, a verdade emergiu mais forte do que nunca, e o Ramchal foi consagrado como um dos sábios mais importantes de todas as gerações. Seus livros – entre os quais se destacam “O Caminho de Deus” e o “Caminho dos Justos” – são tratados até hoje como fontes de referência no estudo da Torá.

Como muitos dos líderes da história judaica, o Ramchal acalentava o sonho de morar na Terra de Israel, para poder se aproximar ainda mais de Deus. E assim fez, indo morar para a cidade de Aco. Porém, três anos depois de sua chegada, faleceu precocemente aos 39 anos de idade, sendo enterrado na cidade de Tiberíades, ao lado do túmulo do Rabi Akiva.

EM BUSCA DA VERDADE – Sod Hamussar “Michtav MeEliyahu”


Capinha em busca da verdade

Eliyahu E. Dessler, Editado pelo Rabino Aryeh Carmell, Editora Sêfer, 292 páginas (14×21 cm, capa flexível), ISBN 85-85583-49-5, 2003

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BRASIL: http://www.sefer.com.br/details/3098/em-busca-da-verdade

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Sod Hamussar “Michtav MeEliyahu” Mutam Lacore Bem Zemanênu

A sabedoria vai além do conhecimento. Ela implica um coração sensível, profundo respeito para com o próximo e, acima de tudo, amor incondicional ao Criador, um amor que nos leva a rejeitar todo o tipo de mentira e a abraçar a árdua jornada em busca da verdade. Dono de alma sábia e dadivosa, o Rabino Eliyahu E. Dessler ZL, um dos grandes nomes contemporâneos da Torá, comparte também connosco nas páginas desta colectânea de cartas e artigos seus pensamentos sobre o significado e o propósito desta busca. É o trabalho de uma vida inteira dedicada aos que desejam aperfeiçoar o espírito e, assim, chegar mais perto de Deus.

BATE-PAPO – Reflexões sobre questões essenciais do judaísmo.


Capinha bate papo

Nechemia Coopersmith, Editora Sêfer, Aish Hatorah e Or Israel College, 200 páginas (10×14 cm, brochura), ISBN 85-85583-35-5, 2001

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Um guia para discussões que nos façam reflectir sobre questões essenciais do judaísmo

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Bate-Papo é escrito de forma magistral – clara, concisa e ponderada. Nechemia Coopersmith deu ao universo judaico um instrumento eficiente e provocativo, para engajar judeus espiritualmente inquisitivos num discurso absorvente e produtivo. Todo indivíduo preocupado com a continuidade judaica, deve acolher entusiasticamente “Bate-Papo” em seu repertório intelectual.

Rabino Michel Twerski, Milwaukee

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Acredito que “Bate-Papo” é um instrumento prazeiroso, criativo e positivo de aprendizagem e ensino. Ao suscitar questões num contexto filosófico judaico, oferece uma contribuição relevante à educação informal no campus universitário. “Bate-Papo” provoca um debate ponderado entre amigos e familiares judeus, não só ao considerar cuidadosamente as questões de vida significativas, como também ao fornecer fontes judaicas que fundamentam a discussão.

Richard Joel, Presidente e Director Internacional de Hilel, Fundação para a Vida Judaica no Campus Universitário

O QUE É CASHRUT


Capinha cashrut

Rabino Eliahu Birnbaum e Prof. Shalom Rosember, Editora Sêfer, 96 páginas (16×23 cm, brochura), ISBN 85-85583-30-4, 2003

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Antologia do Pensamento Judaico sobre as Leis Dietéticas Judaicas

Agora que tudo foi dito e feito, qual é o principal motivo destas leis? Ao longo dos anos, muitas pessoas eruditas têm procurado alguma explicação racional e lógica que se aplicasse às leis de Cashrut, para que fornecessem motivos racionais para esta observância tão fora do comum – entre as quais promover a saúde e evitar práticas pagãs. Mas nenhuma delas realmente explica esta prática multidimensional. Uma coisa é clara: qualquer que seja o motivo pelo qual Deus deu estas limitações sobre a comida para os judeus, suas meta funcional é tornar o povo distinto, evitando assim que se assimilem a outras populações e grupos religiosos. Funcionam também como lembretes constantes, especialmente ao viajar, de que um Deus distinto exige uma dieta distinta. Vive la différence!

Rabino Maurice Lamm

“Bem-Vindo ao Judaísmo” – Editora Sêfer

OS DEVERES DO CORAÇÃO – CHOVOT HALEVAVOT


Os Deveres

Bachia Ibn Pacuda, Editora Sêfer, 358 páginas (14x21cm, capa flexível), ISBN 85-85583-37-1, 2002 (2ª Edição 2010)

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Os Deveres do Coração – Chovot Halevavot

Os Deveres do Coração tem o poder de despertar e desenvolver em cada um de nós o anseio de cumprir de corpo e alma o mais elevado e abrangente de todos os preceitos da Torá: o amor a Deus. Ao longo de de portais que exploram em profundidade questões como a Unicidade Divina, a reflexão, o serviço, a confiança e devoção plenas, a humildade e o arrependimento, o autor envolve o leitor num crescendo de emoções raramente visto nos clássicos de temática judaica. Ao seguir seus passos nesta jornada iluminada, somos levados a conhecer melhor aquilo que nos é permitido saber a respeito da essência do Criador, e a compreender a importância dos aspectos que, abordados com verdade e pureza, nos guiam em Sua direção. Trata-se de um livro que, sem dúvida, merece ser lido como foi escrito: com o coração.

Os Deveres do Coração é uma descrição sistemática de todas as obrigações religiosas que tocam o coração humano.

Enfoca todas as forças do caráter, como o sentimento, o direcionamento da vontade e o conhecimento intelectual.
Esta obra criou uma nova trilha na literatura religiosa: o caminho do Mussar (moral), que vê no amor a Deus o centro de tudo, desde a necessidade de conhecê-Lo e reconhecer Suas dádivas, até servi-Lo e amá-Lo.
Assim, o amor aos seres humanos tem valor somente como reflexo do amor a Deus, e a meta é revelar o âmbito interior do homem e sua tendência em viver uma vida moral elevada, unindo sua vontade à do Criador.

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