BATE-PAPO – Reflexões sobre questões essenciais do judaísmo.


Capinha bate papo

Nechemia Coopersmith, Editora Sêfer, Aish Hatorah e Or Israel College, 200 páginas (10×14 cm, brochura), ISBN 85-85583-35-5, 2001

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

***

Um guia para discussões que nos façam reflectir sobre questões essenciais do judaísmo

***

Bate-Papo é escrito de forma magistral – clara, concisa e ponderada. Nechemia Coopersmith deu ao universo judaico um instrumento eficiente e provocativo, para engajar judeus espiritualmente inquisitivos num discurso absorvente e produtivo. Todo indivíduo preocupado com a continuidade judaica, deve acolher entusiasticamente “Bate-Papo” em seu repertório intelectual.

Rabino Michel Twerski, Milwaukee

***

Acredito que “Bate-Papo” é um instrumento prazeiroso, criativo e positivo de aprendizagem e ensino. Ao suscitar questões num contexto filosófico judaico, oferece uma contribuição relevante à educação informal no campus universitário. “Bate-Papo” provoca um debate ponderado entre amigos e familiares judeus, não só ao considerar cuidadosamente as questões de vida significativas, como também ao fornecer fontes judaicas que fundamentam a discussão.

Richard Joel, Presidente e Director Internacional de Hilel, Fundação para a Vida Judaica no Campus Universitário

ENCICLOPÉDIA DO HUMOR JUDAICO


Capinha humor novo cópia

Henry D. Spalding, Editora Sêfer, 320 páginas (21×28 cm, capa flexível), ISBN 85-85583-08-8, 1997 (2ª edição)

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

***

Dos tempos bíblicos à era moderna

39 Capítulos recheados com o melhor do humor judaico em todos os tempos.

Compilado por um expert no assunto e brasileiramente ilustrada, esta obra transforma-se, desde já, em um dos melhores livros de humor ja publicados em português.

O autêntico humor judaico espelha a história do povo judeu. É um reflexo das suas alegrias e angústias, anseios e desalentos, e daqueles períodos tão breves de bem-estar económico e social. Ele expressa suas infindáveis aspirações por um mundo no qual justiça, misericórdia, compreensão e igualdade prevalecerão, não só para si mas para todos os povos.

Nesta abrangente enciclopédia, o autor não apenas apresenta as anedotas mais hilariantes já contadas, como também coloca-as na perspectiva histórica adequada.

Em seus 39 empolgantes capítulos desfilam os mais pitorescos personagens do folclore judaico ao longo de quarenta séculos: desde os tempos bíblicos até a era atómica, de um modo que ilustra os principais pontos da história do povo judeu, retratando as vicissitudes da vida judaica na maioria dos países onde este tem vivido.

Começando pelo sugestivo índice de Henry Spalding, passando pelas criativas ilustrações de Ivo Minkovicius, até o bem-humorado glossário de Dorothy Rochmis, a Enciclopédia do Humor Judaico mostra o excepcional senso de humor do povo judeu, assim como sua disposição de fazer graça de si mesmo.

Incrível visão interior de Spalding do comportamento e do carácter do judeu reflecte-se em sua excelente e reveladora escolha de histórias e anedotas. Todas são apresentadas de um modo delicioso, expressando, efectivamente, a essência deste povo notável. Os pais, médicos, advogados e shnorers do livro – todos se tornam notavelmente vivos, não como estereótipos mas como povo.

ASSIM NASCEU ISRAEL


Assim Nasceu Israel

Jorge García Granados, Editora Sêfer, 328 páginas (16×23 cm, flexível), ISBN 978-85-85583-91-0, 2008

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

***

Assim Nasceu Israel – Nos Bastidores da ONU: a votação que levou à criação do Estado Judeu

Este livro é o primeiro relatório detalhado, feito por uma testemunha que viveu o que a Comissão Especial das Nações Unidas para Palestina (UNSCOP) encontrou na Terra Santa, como se decidiu em favor da partilha e como nasceu Israel.

Além disso, é esta também primeira revelação franca do que ocorreu por trás dos augustos portais das Nações Unidas em todo o processo. Conta como funciona a Assembleia Geral; como, por meio de acordos, se elegiam as comissões especiais; como algumas personalidades dirigem e modelam a política de uma nação; como as grandes potências pressionaram e contra pressionaram os seus satélites antes da proclamação da independência de Israel, em 15 de maio de 1948.

O autor, Jorge García Granados, como chefe da delegação guatemalteca perante as Nações Unidas, foi designado para a Comissão Especial desse organismo para a Palestina, designação que acolheu com simpatia e calor. Permaneceu vários meses na Palestina com a Comissão, entrevistando os ingleses e reunindo-se em segredo com representantes do movimento subterrâneo judeu, com membros da Haganá e com as diversas facções árabes. Conversou com prisioneiros políticos, com motoristas, com operários, com colonos, assim como com funcionários de todo tipo. Foi à Palestina com total imparcialidade e isenção e saiu dali plenamente convencido da justiça da partilha. Em cumprimento de suas tarefas, visitou os campos de refugiados deslocados da Europa. Depois, retornou a Lake Success, então sede da ONU, para lutar por decisões transcendentais.

Com profunda humanidade e sensibilidade, e com o enfoque de um latino-americano que, segundo suas próprias palavras, “é de um país de dores”, García Granados narra neste livro apaixonante o que viu e o que ouviu. Não foi só o jogo duplo, a opressão e a intriga: também o idealismo, a determinação e as proezas presenciadas que foram a causa desta primeira história informal da gênese de Israel.

***

Prefácio à Edição Brasileira:

Este livro é desconhecido da grande maioria do público de língua portuguesa, e seu autor, Jorge García Granados, um jornalista, advogado e diplomata guatemalteco, é pouco mencionado até mesmo nas comunidades judaicas e em Israel, que têm com ele uma dívida de gratidão por sua luta em prol da partilha da Palestina. Ele ajudou a abrir caminho para o nascimento de Israel.

Granados sofreu desde jovem a ditadura e o despotismo em seu país. Por defender a liberdade, foi preso e desterrado. No entanto, isso só fez aumentar seu apego às causas em que acreditava e moldou nele um espírito corajoso que jamais se dobrava aos poderosos. Era uma personalidade ímpar, sempre dedicado à justiça. Quis o destino que fosse o representante da Guatemala na Organização das Nações Unidas (ONU) quando os ingleses resolveram levar o problema da Palestina àquela instituição mundial.

Indicado para integrar a UNSCOP, a Comissão Especial das Nações Unidas para a Palestina, foi para o Oriente Médio com a imparcialidades que o caracterizou por toda a vida. Depois de meses conversando com pessoas de todo o tipo, visitando kibutzim e constatando os “milagres” que os judeus faziam ao transformarem desertos em áreas cultiváveis, em meio a condições extremas do clima, sofrendo o desdém dos britânicos que detinham o Mandato e sangrentos ataques das incitadas turbas árabes, Granados deixou a Palestina convencido da necessidade e da justiça da partilha, tornando-se, então, um dos seus grandes e mais forte arautos na ONU. Ele ainda foi à Europa e percorreu, entre sensibilizado e indignado, os campos onde viviam em estado de completa miséria judeus refugiados e deslocados, que não podiam imigrar para a Palestina nem voltar aos seus países de origem.

Trata-se de uma obra importantíssima, não só para nós judeus como para os não-judeus que se interessam pela questão do Médio Oriente. O relato de Granados, é um documento valioso para a compreensão do tema e um testemunho notável para a história, especialmente deste caso tão manipulado por aqueles que nunca se conformaram com a Independência de Israel. Suas páginas nos apresentam argumentos e fatos históricos paticamente inéditos e tão fortes, ainda desconhecidos do grande público, que acrescentam novas e irrefutáveis provas do direito judaico à Palestina.

É lamentável que, por mais de 60 anos, este livros, que só existia em inglês, espanhol e hebraico, tenha ficado inacessível ao leitor de língua portuguesa. Agora, este poderá conhecer mais a fundo as inúmeras facetas tratadas nesta obra, como, por exemplo, a fragilidade das reclamações árabes: Granados capta um dos motivos pelos quais eles nunca aceitaram o Estado Judeu – “Israel fere a dignidade nacional dos árabes” – ou, ainda, detalhes interessantes sobre a Declaração de Balfour e em que circunstâncias  ela foi elaborada e entregue; e todo o histórico da Liga das Nações ao conceder o mandato que a Inglaterra se encarregasse de criar o Lar Nacional Judaico e como ela se desviou disso por interesses políticos próprios.

O autor descreve também sua indignação com o brutal regime policial dos britânicos, a opressão, as injustiças e os tribunais ditatoriais que os ingleses impuseram aos judeus. Em determinado ponto de seu relato, chega a dizer que a atitude dos ingleses – sempre considerados paladinos do humanitarismo e da não-violência – era muito pior que a dos despóticos ditadores latino-americanos da época.

Há também um comovente testemunho sobre o célebre episódio do navio Exodus, relatado pelo diplomata que o ouviu de um não-judeu norte-americano, um reverendo que foi tripulante voluntário no transporte de imigrantes ilegais para a Palestina. O que se passou nos bastidores das comissões, subcomissões e Assembleia Geral da ONU é outro tema abordado com detalhes, que mostram como eram feitos os acordos entre os países para decidir questões na ONU, as pressões e as manipulações dos votos, especialmente as tentativas dos países árabes em impedir, a todo custo, que a partilha prosperasse e fosse aprovada pela maioria dos países do mundo.

Não menos importante é a corajosa revelação – surpresa para muita gente – de que os Estados Unidos nem sempre foram favoráveis à criação de Israel, chegando a ameaçar com sanções a então iminente jovem nação. O Estados Unidos foram o primeiro país do mundo a reconhecer a independência de Israel, mas fizeram de tudo para impedir que ele nascesse no dia 15 de Maio de 1948 e, além disso, tentaram, seguindo o caminho do apaziguamento, propor a revogação da partilha e criar um fideicomisso após a retirada das tropas britânicas – tudo para agradar os árabes e não ferir seus interesses petroleiros no Médio Oriente.

Este livro, agora em português, é uma homenagem à memória de um dos maiores democratas da América Latina: o seu autor, Jorge García Granados.

Os tradutores: Sara Schulman e Szyja Ber Lorber

BREVE HISTÓRIA DO JUDAÍSMO


Breve História do Judaísmo

Isidore Epstein, Editora Sêfer, 368 páginas (16×23 cm, flexível), ISBN 978-85-7931-003-4, 2010

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

***

Breve descrição da origem e desenvolvimento dos ensinamentos, práticas, pensamento filosófico e doutrinas místicas da religião e moral judaicas ao longo de 4.000 anos de história dos judeus

***

Breve História do Judaísmo

Este breve mas compreensivo estudo do judaísmo é apresentado contra um fundo de 4.000 anos de história dos judeus, que vai desde as migrações de Abraão, o progenitor do povo judeu, até o estabelecimento do moderno Estado de Israel.

O livro narra o nascimento, crescimento e desenvolvimento das crenças, dos ensinamento e das práticas do judaísmo, assim como as suas esperanças, aspirações e ideias. São expostos também os movimentos espirituais e as influências que têm moldado a religião judaica nas suas variadas manifestações.

São descritas as várias contribuições feitas por profetas, legisladores, mestres, salmistas, sábios, rabinos, filósofos e místicos através dos quais o judaísmo veio a se tornar a força viva religiosa que é hoje. No tratamento destes temas é mantido o equilíbrio entre os fatos e a interpretação, com clareza e simplicidade.

***

“O saudoso Rabino Dr. Isidore Epstein foi um dos mais destacados acadêmicos da comunidade judaica britânica; um homem de vasta erudição cujo trabalho se estendeu sobre quase todas as áreas do judaísmo história, legislação, literatura e filosofia. Suas obras, sempre magistrais, permanecem atuais até os dias de hoje.”

Jonathan Sacks, Rabino-Chefe da Grã-Bretanha e Comunidade Britânica

A ARTE DA ALEGRIA


Rabino Hadar Iehudá Margolin, Editora Sêfer, 303 páginas (14×21 cm, brochura), ISBN 978-85-85583-84-2, 2007

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

***

Bessimchá Uvtuv Levav

“O homem de fé sente que Deus é um Pai misericordioso, que cuida e protege, que lhe faz o bem e não o deixa tropeçar. Mais ainda, tudo o que acontece na vida do homem toma um sentido de “isto também é para o bem” e de “tudo o que vem dos Céus é para o bem”. Ou seja, todas as acções de Deus são direccionadas para o bem, independentemente de como o homem o compreende e sente-o. Assim sendo, qualquer acontecimento que nos é enviado dos Céus é o maior e mais merecido bem. Portanto, que motivo pode haver para preocupação e tristeza?”

***

“A alegria não está sob controle total da pessoa. Os sentimentos do coração não são como as mãos e os pés, que são controlados e subordinados às instruções do cérebro. Os sentimentos têm as suas próprias regras. Às vezes, tem-se a impressão que não é qualquer um que cconsegue estar imerso em alegria. Parece que a alegria é algo que chega quando está tudo bem, mas, quando há problemas, a pessoa já não consegue ficar alegre, pois isto está além do seu controle.

Isto é certamente um erro!

Se fomos comandados pela Torá a estar imersos em alegria – ou seja, isto é uma mitsvá” -, então certamente temos a força e a habilidade para cumpri-la. Este é o objectivo do livro A Arte da Alegria: demonstrar como a pessoa pode alcançar a legria e como fortalecer a pessoa que procura pela alegria, direccionando-a no caminho que a fará chegar a essa meta tão sublime.”

Rabino Hadar Iehudá Margolin – Jerusalém

***

“É sabido que a alegria sentida ao cumprir-se uma mitsvá é uma mitsvá por si só. E, assim como a mitsvá é um serviço a Deus, bendito seja, a alegria também é chamada de serviço, como está escrito:”Por não teres servido ao Eterno, teu Deus, com alegria e contentamento”; e é por isso que está escrito “Sirvam ao Eterno com alegria” (Salmos 100:2) – querendo dizer que a alegria é o serviço Divino completo.”

Rabênu Bacheiê

UMA HISTÓRIA DO POVO JUDEU


Uma História do Povo Judeu, volume 1: De Canaã à Espanha

Hans Borger, Editora Sêfer, 480 páginas (16×23 cm, capa flexível), ISBN 85-85583-22-3, 1999 (3ª edição)

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

***

Uma História do Povo Judeu, volume 2: Das Margens do Reno ao Jordão

Hans Borger, Editora Sêfer, 656 páginas (16×23 cm, capa flexível), ISBN 85-85583-41-X, 2002

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

***

Creio que o público leitor interessado na temática terá, pela primeira vez, a oportunidade de manusear uma história judaica, abrangendo desde o período bíblico a do Segundo Templo até à expulsão dos judeus da Espanha e de Portugal, escrito com honestidade intelectual, isenção de espírito e conhecimento dos factos. Na verdade, desde que foram publicados em língua portuguesa os resumos da história judaica do clássico Simon Dubnov e de Cecil Roth, nas décadas de 40 e de 50, pouco se fez para actualizar o nosso conhecimento sobre o assunto. Portanto, um dos méritos, entre outros, da obra de Hans Borger é o de apresentar a matéria em questão sob a luz das novas descobertas arqueológicas e da pesquisa mais recente numa síntese amena e atraente, enriquecida de farto material ilustrativo e cartográfico.

Prof. Dr. Nachman Falbel, Titular de História Medieval, Universidade de São Paulo

***

Sobre o autor:

Hans Borger nasceu em Berlim, Alemanha, e chegou como adolescente ao Brasil em 1936, com sua família, fugida do nazismo. Integrou-se rapidamente na comunidade judaica paulistana, participou de vários movimentos juvenis e, adulto, ocupou cargos de direcção na vida comunitária.

Ávido leitor e apaixonado da história judaica é, ao lado de alguns cursos que fez, essencialmente um autodidacta, e este livro é o resultado de dezenas de anos de convivência com académicos e de estudo e pesquisa próprios.

COLECÇÃO JUDAICA


Edição de Paulo Geiger, Editora Sêfer, 4.500 páginas (18×24 cm), ISBN 85-85583-61-4, 2003

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

***

Colecção Judaica é composta por obras de diferentes autores e assuntos, e concebida de modo a cobrir toda a temática judaica em seus aspectos mais importantes, proporcionando a qualquer usuário uma visão abrangente e actualizada do povo, da história, da cultura e do pensamento judaicos.
A edição é de Paulo Geiger, que também chefiou a equipe de produção editorial e gráfica da Editora A. Koogan (RJ).
São 10 volumes, na maioria ilustrados, perfazendo cerca de 4.500 páginas, formato 18×24 cm, agora com capa mole plastificada. O esmero na apresentação gráfica é uma moldura adequada ao cuidado que se deu ao texto, na escolha e na edição. São sete títulos, reunindo o que há de mais representativo em cada tema.
No conjunto, a Colecção funciona como uma obra de referência ampla e actualizada. As bibliografias e, principalmente os muitos índices que permitem localizar facilmente qualquer assunto ou nome, ampliam e dão unidade e circularidade à obra como um todo.

POVO JUDEU, PENSAMENTO JUDAICO (2 volumes)
de Robert M. Seltzer
Apresenta a história analítica do povo judeu, dos primórdios aos nossos dias e, simultaneamente, da criação judaica no campo das ideias, da religião e da filosofia.

HISTÓRIA DE ISRAEL (2 volumes)
de Howard M. Sachar
Apresenta a vigorosa e fascinante história do sionismo e do Estado de Israel, do processo de gestação, nascimento e vida do Estado de Israel até a independência, as conquistas e as guerras do Estado.

CONHECIMENTO JUDAICO (2 volumes)
de Nathan Ausubel
Enciclopédia de temas judaicos amplamente ilustrada, onde toda a estrutura conceitual e formadora do judaísmo é apresentada na forma de verbetes, em ordem alfabética.

O TALMUD ESSENCIAL
de Adin Steinsaltz
É uma abertura, um primeiro e necessário passo para se abordar e entender, em sua essência, a estrutura e o método do Talmud, numa abordagem e num tratamento que visa a torná-las acessíveis e atraentes a todos.

UM TESOURO DO FOLCLORE JUDAICO
de Nathan Ausubel
Apresenta contos, lendas, anedotas, midrashim, provérbios, canções  e todo o acervo folclórico judaico, dividido em secções por assunto e comentado pelo autor.

CABALA
de Gershom Scholem
Um dos maiores especialistas académicos em misticismo judaico, analisa exaustivamente a Cabala em seus múltiplos e diversos aspectos: histórico, conceitual e filosófico, e prático.

CHASSIDISMO: O MOVIMENTO E SEUS MESTRES
de Harry Rabinowicz
Apresenta a história, do surgimento aos nossos dias desse movimento tão singular em suas concepções e em sua prática do judaísmo.

%d bloggers like this: