TALMUD DA BABILÔNIA – TRATADO DE SUCÁ


TALMUD  SUCÁ

David Azulay, Editora Sêfer, 448 páginas (21x28cm, Capa Dura), ISBN 978-85-7931-015-7, 2011

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

BRASIL: http://www.sefer.com.br/details/8848/talmud-da-babilônia-tratado-de-sucá

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Talmud da Babilônia – Tratado de Sucá – Hebraico/Aramaico e Português

O Talmud da Babilônia foi redigido entre os anos 200 e 500 da era comum. Mas só agora um de seus tratados está disponível completamente em português!

O tratado em questão chama-se SUCÁ e analisa os aspectos principais da Festa dos Tabernáculos (Sucót). Mas o leitor perceberá, assim que começar a estudá-lo, que inúmeros outros temas são trazidos à baila a cada momento, o que transforma cada tratado numa enciclopédia de conhecimento judaico geral.

Esta edição de luxo não se limita apenas à tradução literal do texto, que já seria algo interessante embora incompreensível, mas, sim, transcreve seu real sentido e contexto. Para tanto, foram incluídos todos os comentários do Rashi (o mais importante e fundamental exegeta judeu de todos os tempos), e, em certos casos, os dos Tossafot. Além disso, quando necessário, foram trazidos comentários adicionais de outros exegetas de diversas gerações e cada novo tema ou conceito é apresentado em amplas e elucidativas notas de rodapé.

A obra é riquíssima em diagramas e ilustrações, e traz a versão original em hebraico-aramaico no final. O formato é 21×28 cm.

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“Até hoje, os portões do Talmud Babilônico estavam fechados para muitos dos que falam a língua portuguesa. Portanto, este é um dia de Festa da Torá para o judaísmo do Brasil em particular, e em geral para todos aqueles que falam o português, por motivo do lançamento deste elevado projeto de explicações do Talmud e seus comentaristas – Rashi e Tossafot – na língua do país.”

 Rabino Netanel Tzipel

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“O jovem sábio David Azulay não contente em traduzir uma obra do Talmud, o Tratado de Sucá, ainda o fez com explicações do Rashi, Tossafot e outros. Este belo trabalho ainda inclui desenhos e diagramas, os quais visam facilitar a compreensão de textos difíceis. O leitor há de pensar que este livro é o menor e mais fácil do Talmud. De fato não o é; ao contrário, contém textos de extrema dificuldade.”

 Rabino Pinchas Ellovitch

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“Fiquei bastante impressionado com a tradução e explicação do texto da Massechet Sucá na língua portuguesa. O autor mostrou seu grande entendimento de cada detalhe, e soube expressar as ideias com clareza, de forma lúcida e didática, mesmo para pessoas que não estão acostumadas ao raciocínio e linguajar rebuscado do Talmud.

A apresentação gráfica, distinguindo tamanhos de letra, facilita muito a leitura e o entendimento, além de fazer com que o estudo seja agradável e prazeroso. A obra não se limita somente ao texto superficial, mas inclui os comentários dos Tossafot e outros, quando o autor julgou necessário aproximar e aprofundar as ideias da guemará.”

 Rabino Raphael Shammah

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O QUE É CASHRUT


Capinha cashrut

Rabino Eliahu Birnbaum e Prof. Shalom Rosember, Editora Sêfer, 96 páginas (16×23 cm, brochura), ISBN 85-85583-30-4, 2003

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Antologia do Pensamento Judaico sobre as Leis Dietéticas Judaicas

Agora que tudo foi dito e feito, qual é o principal motivo destas leis? Ao longo dos anos, muitas pessoas eruditas têm procurado alguma explicação racional e lógica que se aplicasse às leis de Cashrut, para que fornecessem motivos racionais para esta observância tão fora do comum – entre as quais promover a saúde e evitar práticas pagãs. Mas nenhuma delas realmente explica esta prática multidimensional. Uma coisa é clara: qualquer que seja o motivo pelo qual Deus deu estas limitações sobre a comida para os judeus, suas meta funcional é tornar o povo distinto, evitando assim que se assimilem a outras populações e grupos religiosos. Funcionam também como lembretes constantes, especialmente ao viajar, de que um Deus distinto exige uma dieta distinta. Vive la différence!

Rabino Maurice Lamm

“Bem-Vindo ao Judaísmo” – Editora Sêfer

BIRCAT HAMAZON ASHKENAZI E SEFARADI


Bircat Hamazon Sefaradi e Ashkenazi

Edição Jairo Fridlin, Editora Sêfer, 20 páginas para cada rito (14×21 cm), 2009

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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BIRCAT HAMAZON – Benção de Graças após a refeição – Ashkenazi e Sefaradi

Edição em papel cuchê da Bênção de Graças Após as Refeições, em três versões: hebraico, tradução completa e transliteração, e de acordo com os ritos Ashkenazi e Sefaradi – no mesmo livro!!!

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Esta prece é composta de quatro bênçãos:

1ª) Bircat Hazan – elaborada por Moisés, quando a Maná caia do céu, agradecemos a Deus pelos alimentos que Ele nos dá;

2ª) Bircat Haárets – elaborada por Josué, quando ele conduziu o povo para a Terra Prometida, agradecemos a Deus por ter-nos dado Érets Israel;

3ª) Bircat Ierushaláyim – elaborada por David e Salomão, quando construíram Jerusalém e o Templo, oramos pela reconstrução de Jerusalém;

4ª) Bircat Hatov Vehametiv – elaborada pelo tribunal de Raban Gamliel, o Ancião, por ocasião do enterro das vítimas do massacre Romano em betar, agradecemos a Deus por Sua infinita bondade para connosco.

A ARTE DA ALEGRIA


Rabino Hadar Iehudá Margolin, Editora Sêfer, 303 páginas (14×21 cm, brochura), ISBN 978-85-85583-84-2, 2007

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Bessimchá Uvtuv Levav

“O homem de fé sente que Deus é um Pai misericordioso, que cuida e protege, que lhe faz o bem e não o deixa tropeçar. Mais ainda, tudo o que acontece na vida do homem toma um sentido de “isto também é para o bem” e de “tudo o que vem dos Céus é para o bem”. Ou seja, todas as acções de Deus são direccionadas para o bem, independentemente de como o homem o compreende e sente-o. Assim sendo, qualquer acontecimento que nos é enviado dos Céus é o maior e mais merecido bem. Portanto, que motivo pode haver para preocupação e tristeza?”

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“A alegria não está sob controle total da pessoa. Os sentimentos do coração não são como as mãos e os pés, que são controlados e subordinados às instruções do cérebro. Os sentimentos têm as suas próprias regras. Às vezes, tem-se a impressão que não é qualquer um que cconsegue estar imerso em alegria. Parece que a alegria é algo que chega quando está tudo bem, mas, quando há problemas, a pessoa já não consegue ficar alegre, pois isto está além do seu controle.

Isto é certamente um erro!

Se fomos comandados pela Torá a estar imersos em alegria – ou seja, isto é uma mitsvá” -, então certamente temos a força e a habilidade para cumpri-la. Este é o objectivo do livro A Arte da Alegria: demonstrar como a pessoa pode alcançar a legria e como fortalecer a pessoa que procura pela alegria, direccionando-a no caminho que a fará chegar a essa meta tão sublime.”

Rabino Hadar Iehudá Margolin – Jerusalém

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“É sabido que a alegria sentida ao cumprir-se uma mitsvá é uma mitsvá por si só. E, assim como a mitsvá é um serviço a Deus, bendito seja, a alegria também é chamada de serviço, como está escrito:”Por não teres servido ao Eterno, teu Deus, com alegria e contentamento”; e é por isso que está escrito “Sirvam ao Eterno com alegria” (Salmos 100:2) – querendo dizer que a alegria é o serviço Divino completo.”

Rabênu Bacheiê

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