SALMOS



Vitor e Jairo Fridlin, David Gorodovits, Editora Sêfer, Edição em 2 formatos:

Salmos – Hebraico e Português (de bolso) – 464 páginas (10,5×14 cm, capa dura), ISBN 85-85583-25-8, 2000 (4ª edição)

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

Salmos – Com Tradução e Transliteração – 464 páginas (14×21 cm, capa dura), ISBN 85-85583-20-7, 199 (4ª edição)

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Do Prefácio:

«… Partindo de uma tradução literal, consultámos obras de nossos grandes comentaristas (relacionados no livro) para não nos desviar, em momento algum, de seu significado pleno, e tentámos reescrever a obra de David em português.

Se a inspiração que moveu o Rei David a nos legar este monumento conseguir atingir nossos corações e as mentes destes meninos judeus que pretendem voltar para casa, e ajudá-los a recuperar sua herança espiritual, já nos sentiremos recompensados.

Possa o Eterno nos abençoar e nos conduzir pela vereda da Vida a uma existência plena de estudo, oração e Maassim Tovim, boas atitudes.

Que uma Teshuvá completa seja alcançada por cada um de nós. Para que a ética, a prática da nossa religião e seus valores humanitários, a dedicação ao trabalho inspirador e criativo que sempre caracterizou o povo judeu e sua contribuição para o bem-estar dos seres humanos nos permitam constituir uma das parcelas positivas capazes de mudar o destino da Humanidade, dividida e cheia de ódios, desentendimentos, preconceito e incompreensão, para conquistar seus opostos: a compreensão e a paz.

Para que, afinal, penetre em nossos corações o significado do Salmo 19 como exemplo dos demais:

“Os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento atesta a obra de Suas mãos. Um dia ao seguinte transmite esta mensagem, uma noite à outra a comunica.

Não é linguagem humana, não há palavras, e som algum é percebido, mas por toda a terra ressoa o que dizem, e até aos confins chega Sua mensagem;

Para o sol assentou Deus no céu uma tenda; ele é como o noivo que sai da câmara nupcial, e como um herói ansioso para percorrer seu trajecto. Parte de um extremo dos céus e atinge o outro, e nada escapa de seu calor.

A Lei do Eterno é perfeita e reconforta a alma; verdadeiro é o testemunho do Eterno, que torna sábio o mais simples.

De absoluta rectidão são os preceitos do Eterno e trazem alegria ao coração; límpido é o mandamento do Eterno, que ilumina o olhar.

Puro é o temor do Eterno e perdura para sempre; verdadeiros são os julgamentos do Eterno, todos igualmente justos. São mais desejáveis que o outro, que o ouro mais refinado; mais doces que o mel que se forma nos favos.

Teu servo se esmera em cumpri-los e sei que grande é a recompensa por sua observação. Mas quem consegue discernir seus próprios erros?

Purifica-me das faltas involuntárias que não percebo.

Preserva-me também dos pecados conscientes, para que não dominem; serei então plenamente íntegro e estarei inocente de grandes transgressões.

Possam as palavras de minha boca e a prece de meu coração serem aceites por Ti, ó Eterno, minha Rocha e meu Redentor.”

Elul 5759, Agosto 1999.

David Gorodovits, Vitor Fridlin e Jairo Fridlin »

O MAIS COMPLETO GUIA SOBRE JUDAÍSMO


Rabino Benjamin Blech, Editora Sêfer, 496 páginas (16×23 cm, brochura), ISBN 85-85583-53-3, 2004

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Você não precisa de ser Judeu para conhecer esta religião milenar! É claro que você não é tolo. Você sabe que o cristianismo e o islamismo derivam do judaísmo, a “religião-mãe”, mas não têm a certeza do que elas têm em comum e em que são diferentes. O que faz do Judaísmo uma religião singular? O que os Judeus encontram em sua crença que lhes dá sabedoria, conforto e plenitude espiritual?

Compreender o judaísmo não é assim tão difícil – especialmente se você tem O Mais Completo Guia sobre Judaísmo nas mãos. Este livro traz:

·O bê-á-bá do judaísmo.

·Explicações claras e precisas das primeiras crenças, leis e costumes de um povo milenar.

·Origens e interpretações das tradições mantidas por judeus de todo o mundo.

·Apresentação concisa das principais obras do judaísmo – da Bíblia aos ensinamentos da Cabalá.

·A visão judaica sobre sexo, casamento, criação dos filhos, luto e muito mais.

·Comentários e reflexões sobre os desafios contemporâneos do povo judeu.

Aprenda mais sobre:

·Tradições populares, rituais e cerimónias.

·O que acontece em uma sinagoga.

·As três diferentes maneiras de rezar.

·As grandes festas e como celebrá-las.

·Os estágios do luto segundo o judaísmo.

·Misticismo e Cabalá.

·Reflexões do Talmud e do Midrásh.

Sobre o Autor:

O Rabino Benjamin Blech é um educador, líder religioso, escritor e um orador conhecido nos Estados Unidos e Internacionalmente. Ele é professor associado da Yeshiva University e rabino emérito da Congregação Young Israel of Oceanside, em Nova York. Aparece com frequência em canais de TV norte-americanos e escreve para jornais e revistas como Newsweek e The New York Times. Seu sítio na internet é www.benjaminblech.com.

Comentário sobre esta obra:

Com sensibilidade e conhecimento, o rabino Blech expõe as muitas cores do pensamento judaico um verdadeiro arco-íris em technicolor. Através de uma mescla única de relatos, midrashim, princípios éticos e história, somos convidados a conhecer de perto este rico universo.

Richard M. Joel, ex-presidente e director internacional da Fundação Hillel: Fundação para uma Vida Universitária Judaica, e a actual presidente da Yeshiva University de Nova York.

In Revista Os Meus Livros de Outubro 2007


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In Revista Shalom (Brasil) – Maio de 2007


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Editora brasileira lança Bíblia Hebraica em Portugal


In Público 02.04.2007, Luís Miguel Queirós

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Edição acaba de chegar ao mercado português. A obra tem a particularidade de ter sido traduzida directamente dos textos originais hebraicos.

A Bíblia Hebraica, lançada no final do ano passado no Brasil, pela editora e livraria Sêfer, está agora disponível no mercado português, onde só tinham aparecido pontualmente alguns exemplares. Para assinalar a distribuição da obra em Portugal, a distribuidora Euroenigma, parceira da Sêfer para a Europa, promoveu na semana passada duas sessões de lançamento, em Lisboa e no Porto, ambas com a presença de Jairo Fridlin, editor da Sêfer e um dos responsáveis por esta tradução, juntamente com David Gorodovits.
Esta Bíblia judaica em português tem a particularidade de ter sido directamente traduzida dos textos originais hebraicos, algo que, até agora, só fora feito para a Torá, isto é, para os cinco livros a que os cristãos chamam o Pentateuco. Seria preciso recuar a meados do século XVI e à famosa Bíblia de Ferrara, encomendada por Gracia Nasi, para se encontrar uma versão integral, e mesmo assim não em português, mas em “ladino”, um idioma muito próximo do castelhano que os judeus sefarditas levaram para os Balcãs e para a Turquia após terem sido expulsos da Península Ibérica no final do século XV.
O conteúdo do Tanach, ou Bíblia hebraica, corresponde sensivelmente ao Antigo Testamento na Bíblia protestante, e está um pouco mais distante do cânone católico, já que este inclui os chamados “livros deuterocanónicos” – Macabeus (I e II), Tobias, Judite, Sabedoria, Eclesiástico e Baruch -, além de algumas passagens suplementares nos livros de Ester e Daniel, aos quais tanto os judeus como as várias correntes cristãs evangélicas recusam o estatuto de textos escritos sob inspiração divina. Não surpreende, portanto, que na lista de obras consultadas os responsáveis por esta Bíblia Hebraica incluam a tradução seiscentista do português João Ferreira de Almeida, ainda hoje a Bíblia de referência para os evangélicos portugueses e brasileiros, actualmente a ser reeditada pela Assírio & Alvim e pelo Círculo de Leitores, numa versão em oito volumes organizada por José Tolentino Mendonça.
As diferenças mais ostensivas dizem respeito à organização dos textos. O Tanach inclui 24 livros – não aceita a divisão de alguns deles em duas partes, como acontece nas Bíblias cristãs -, divididos em três núcleos principais: Torá (Pentateuco), Neviim (Profetas) e Ketuvim (Escritos). O próprio termo Tanach constitui, aliás, um acrónimo elaborado a partir das iniciais destas três designações.
Mas se as divergências se resumissem a questões de arrumação, talvez Fridlin não tivesse gasto alguns anos da sua vida a preparar esta tradução. O problema, do ponto de vista dos judeus, é que o credo do tradutor deixa inevitavelmente marcas no seu trabalho. Segundo Fridlin, os estudantes dos primeiros graus das escolas hebraicas no Brasil viam-se obrigados a recorrer a traduções cristãs da Bíblia “e acabavam por ir assimilando conceitos que são próprios do cristianismo”.
Visão judaica
Uma das principais motivações dos responsáveis deste projecto foi a de fornecer uma visão judaica do Tanach, apoiando-se numa longa lista de comentadores das mais diversas épocas. A edição apresenta-se como sendo “baseada no hebraico e à luz do Talmud e das fontes judaicas”. E, como os comentadores nem sempre estavam de acordo, foi preciso decidir caso a caso. Uma das reservas que tem sido colocada a esta tradução é precisamente a de não explicitar os critérios de escolha entre diversas tradições interpretativas.
O objectivo de Fridlin e Gorodovits foi, todavia, o de preparar uma edição acessível e de fácil legibilidade, e daí que tivessem optado por não incluir notas. Esta preocupação levou também, por exemplo, a que fosse adoptado o recurso aos capítulos e versículos, que não existiam nos textos hebraicos originais. Ou que se grafasse o som gutural “rr” com um “h” sublinhado por baixo, ao invés do habitual “ch”, para evitar confusões com a fonética portuguesa. Em alguns casos de passagens que poderiam ser mal percebidas pelos leitores de hoje, os tradutores incluíram ainda breves informações contextuais.
Para Fridlin, a utilidade desta tradução não se limita aos seus potenciais leitores judeus, mas também aos cristãos, e designadamente aos exegetas e tradutores bíblicos, que terão interesse em “consultar uma fonte judaica”.

Lançamento Oficial em Portugal da Bíblia Hebraica (Tanach) – Ladina Tertúlias a 28 de Março de 2007


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Lançamento Oficial em Portugal da Bíblia Hebraica (Tanach) a 27 de Março de 2007


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