CONTOS DE TSADIKIM – SHEMOT


Tsadikim  shemot

G. MaTov, Editora Sêfer, 272 páginas (16×23 cm, brochura), ISBN 978-85-85583-90-3, 2008

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Contos de Tsadikim – Shemot (2 volume da coleção)

O Talmud ensina que um aluno pode aprender mais das ações do seu mestre do que de suas palavras, pois existem preciosas lições a serem aprendidas dos atos praticados por pessoas boas, os quais fazem as pessoas ao seu redor absorverem os ensinamentos da Torá desses “anjos que caminham entre os mortais”, como bem ilustra o sábio Chazon Ish.

Este livro é, na verdade, uma arca do tesouro repleta das mais belas histórias do Talmud, do Midrash e de grandes homens através dos séculos. Elas estão repletas da sabedoria da Torá, esse elixir de inspiração que preenche e dá sentido à vida do povo judeu.

Esta colectânea está dividida de acordo com as leituras semanais da Torá, para que cada Shabat seja enriquecido com histórias fascinantes relacionadas à parashá correspondente. Mas não pense o leitor que poderá ler somente as histórias daquela semana e abandonar o livro até à próxima… Esse é um livro que – felizmente – será folheado diversas vezes!

Com linguagem e apresentação adaptadas aos dias de hoje, Contos de Tsadikim já é considerado um best-seller em diversas partes do mundo. Do começo ao fim, enriquece o conhecimento e faz brilhar mais forte a chama da Torá em nossos corações. Que possamos aprender de nossos Tsadikim lições que carregaremos para o resto de nossas vidas, iluminando e indicando o caminho certo a seguir.

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Prefácio à Edição Brasileira

Após o grande sucesso da publicação de Contos de Tsadikim – Bereshit, tenho a grata satisfação de apresentar o segundo volume dessa coleção: Contos de Tsadikim – Shemot.

Muitos pais me relataram entusiasmados sobre o grande benefício percebido no ambiente da mesa do Shabat e no relacionamento com seus filhos por meio das histórias desta coleção.

No Livro de Shemot (Êxodo), recebemos a ordem Divina sobre a construção do Mishcan (Tabernáculo), a tenda na qual a Shechiná (Presença Divina) se revelava. No lugar mais sagrado do Mishcan, a sala do Codesh Hacodashim (“Santo dos Santos”), ficava a Arca Sagrada onde estavam guardadas as Tábuas da Lei. Sobre a Arca havia dois querubins, uma alusão aos anjos que pairavam sobre a Arca.

Qual o significado desses anjos e como entender seu valor, uma vez que o judaísmo sempre se afastou de qualquer símbolo material de forças espirituais?

A resposta é que esses anjos tinham faces de crianças (em aramaico keruvia, que quer dizer “como crianças”). Na verdade, era isso que estava sobre a Arca que guardava as Tábuas: a mensagem de que deveríamos investir na educação das novas gerações a fim de assegurar a preservação da Torá oelo povo judeu.

Constam no Midrash Shir Hashirim as palavras do Rabi Meir:

“Na hora em que o Povo de Israel estava no Monte Sinai para receber a Torá, ouviu-se o seguinte diálogo entre Deus e o povo judeu:

– Eu decidi entregar a Torá a vocês – disse Deus. – Contudo tragam-me bons fiadores que Me garantam que vocês a respeitarão, e então Eu a darei a vocês.

– Senhor do Universo – respondeu o povo, – nossos antepassados serão nossos fiadores! Nossos profetas serão nossos fiadores!

– Mas estes também necessitam de fiadores por eles mesmos – disse Deus. – Tragam-Me bons fiadores, e então Eu darei a Torá a vocês.

– Nossos filhos serão nossos fiadores! – retrucou o povo judeu.

Ao ouvir isso, Deus afirmou:

– Estes certamente serão bons fiadores. Por causa deles Eu darei a Torá a vocês!”

Ao contar histórias como as deste livro aos nossos filhos  estamos garantindo que a Torá se perpetue em nosso povo. As nossas crianças são os verdadeiros “anjos da guarda” das Tábuas da Lei. Cada pai e cada mãe que transmite mais um ensinamento do Sinai está se aliando e reforçando a corrente milenar de nossa Torá e dando mais um passo rumo ao nosso ideal.

Por fim, gostaria de agradecer e parabenizar os patrocinadores desta ediçãoo por darem esta grande oportunidade a toda a comunidade brasileira.

Rabino Raphael Shammah

A ARTE DA TESHUVÁ – COM A TRADUÇÃO INTEGRAL DE “LUZES DE RETORNO”


Capinha arte teshuvá

Rabino David Samson e Tsvi Fishman/Rav kook, Editora Sêfer e Bnei Akiva, 384 páginas (16×23 cm, capa dura), ISBN 85-85583-65-7, 2004

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Orot Hateshuvá – Com a tradução integral de Luzes de Retorno do Rabino Avraham Yitschac Hacohen Kook

“A Teshuvá é o sentimento mais saudável da alma. Uma alma saudável, em um corpo saudável, inevitavelmente chegará à grande felicidade da Teshuvá, sentindo em si o maior prazer da natureza.”

Luzes de Retorno 5:1

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Rabino Avraham Yitschac HaCohen Kook (1865-1935)

Ainda como menino-prodígio no estudo da Torá na Europa Oriental, o menino Kook exibia grande intelecto, alma e personalidade. Além da maestria conceitual em lei e filosofia judaicas, mergulhou no calor e na mística chassídica. Ansioso pela libertação nacional judaica, o retorno à Terra Santa após dois mil anos , adoptou o hebraico como sua língua no dia-a-dia. O rabino Kook abandonou as proeminentes posiçlões rabínicas e tornou-se de todo coração, rabino de uma pequena comunidade judaica em Iafo, na Terra de Israel. Mais tarde assumiu o posto de Rabino-Chefe de Jerusalém e de primeiro Rabino-Chefe da Terra de Israel. Fundou a maior academia rabínica de Israel, Ieshivat Mercaz Harav, com a qual cumpriu seu sonho de formar jovens líderes profundamente religiosos, com grande actuação nos assuntos humanos e que se sentem parte integrante de sua nação. O rabino Kook é considerado um pensador moderno original e destacado que mistura psicologia, sociologia e religião em uma visão de mundo unificada e abrangente.

KOSHER LIGHT – SAÚDE E SABOR


Kosher Light

Márcia Jablonka Kelman e Débora Gidali Menaged, Emunah, 161 páginas (29×21,5 cm, brochura), ISBN 85-9916-01-X, 2005

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Kosher Light – Saúde e Sabor

Este livro é mais que uma reunião de receitas de culinária Kasher. Nele, as autoras adaptaram algumas receitas tradicionais e criaram outras para que as delícias da culinária judaica possam ser saboreadas com prazer e de forma saudável até por pessoas portadoras das principais doenças da vida moderna, como hipertensão, diabetes, obesidade, doenças cardiovasculares e o aumento dos níveis de colesterol.

É possível alimentar-se com prazer, sem abrir mão de receitas carregadas de afeto ou, muitas vezes, de sua própria história de vida. Afinal, receitas não são feitas apenas com uma lista de ingredientes culinários. São também compostas de memórias, lições de vida e amor.

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Palavra do Rabino

Hoje em dia, quando muitos estão preocupados em viver uma vida mais significativa e sadia, materialmente e espiritualmente, e muito se fala sobre alimentação saudável, a publicação do livro “Kosher Light – Saúde e Sabor”, pelo Movimento Feminino Emunah, chega num momento oportuno e certamente servirá como valioso incentivo a todos aqueles que buscam aprimorar a saúde  de seu corpo e a de sua alma.

A Cashrut (dieta alimentar judaica) desempenha um papel vital para a preservação do povo judeu. A Torá, que é a sabedoria Divina, nos ensina de forma detalhada a dieta alimentar apropriada para um judeu. Como em todos os mandamentos Divinos, o cumprimento deste preceito só nos traz benefícios; já uma alimentação não adequada para o judeu, além dos prejuízos físicos, D’us nos livre, ainda dificulta as suas aspirações espirituais. Os livros místicos dizem que tais alimentos dificultam nossa capacidade mental e sensibilidade emocional, prejudicando nosso serviço ao Criador.

Por outro lado, a Torá também zela pela nossa saúde física, conforme podemos constatar nos diversos detalhes do Código da Lei Judaica. Como diz o Alter Rebe, o primeiro Rebe de Lubavitch: “Não podemos sequer imaginar como o corpo de um judeu é querido por D’us”. Seu mestre, o Maguid de Mezritch, dizia: “Um pequeno orifício no corpo é um grande buraco na alma”. Ambas ressaltavam a importância de a pessoa possuir um veículo saudável para a alma Divina poder se expressar. Os cientistas, na sua linguagem, dizem “mens sana in corpore sano”, e hoje em dia muito se fala e se pesquisa sobre a medicina psicossomática.

Entre as diversa opiniões sobre as leis e costumes alimentares, Maimônides – grande legislador, filósofo e médico – afirma: “Garanto que todo aquele que seguir estas orientações não ficará doente em toda a sua vida, nem precisará de médico, e seu corpo será sadio e perfeito” (Códex Mishné Torá,Hilchot Deot, 4:20). Porém, outro grande sábio, Rabino Yitschac Abarbanel, contesta a visão de Maimônides, sustentando que as leis Divinas são tão saudáveis para o corpo como para a alma judia. Até a medicina moderna já comprovou que vários alimentos proibidos, como os frutos do mar, a carne suína, a mistura de carne e leite, etc., são prejudiciais à saúde, e que a qualidade da alimentação afeta diretamente a saúde física e mental do ser humano.

Desejamos que o objectivo desta obra seja alcançado em sua plenitude, e que todos os leitores, com almas e corpos saudáveis e perfeitos, possam viver uma vida sadia, física e espiritualmente, repleta de alegrias e felicidades.

2 de Lyar, 5765

11 de Maio, 2005

Rabino Y. David Weitman

ZEMIRÓN COMPLETO


Zemirón Completo

Edição Jairo Fridlin, Editora Sêfer, 160 páginas (14×21 cm, capa dura de luxo), ISBN 978-85-85583-95-8, 2008

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Zemirón Completo – com Tradução e Transliteração

Edição luxuosa, em papel cuchê e colorida, de todas as rezas e canções da mesa do Shabat, em três versões: hebraico, tradução completa e transliteração. Inclui a Bênção de Graças Após as Refeições, as Bênçãos Nupciais, o Kidush (Santificação) para os dias de festa, a cerimônia de Ushpizin (inédito em português) e diversas outras canções.

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Significado do Shabat

O Shabat ocupa um lugar central no judaísmo. Sua imagem e seu múltiplo conteúdo encontram sua expressão numa vasta literatura. A ideia do Shabat e sua importância são ressaltadas na Bíblia inteira, a começar pelo relato da Criação e pelo lugar que ocupa nos Dez Mandamentos, dados durante a Revelação no Monte Sinai. É o Shabat que tem sido o factor principal da característica judaica do Povo de Israel, durante os longos séculos de sua Diáspora. O judeu, tão frequentemente oprimido e perseguido por povos malvados e cruéis, voltava a ser um homem livre ao encontrar  sua paz de espírito e descanso espiritual uma vez por semana. A libertação semanal de opressão aliviava a aflição da Galut (Diáspora, dispersão), até reduzi-lo a seis dias semanais, pois que o Shabat proporcionava um intervalo.

Deveras, parece que nunca houve uma geração que precisou tanto do descanso espiritual como a nossa. As muitas atividades de hoje em dia exigem do homem um esforço mental muito maior do que no passado. Os meios de comunicação a ele apelam incessantemente, de todos os lados, e penetram na sua vida particular e pública. O ritmo de vida estonteante da nossa época sujeita o homem a uma grande pressão. Ele não tem tempo para encontrar-se consigo e com seus pensamentos, para refletir sobre seus atos e pensar sobre suas ideias e melhorar seus passos. O ser humano perde sua personalidade. Diminui cada vez mais o número de pessoas com condições de expressar opiniões próprias sem estarem influenciadas e orientadas pelos meios de comunicação. O desligamento do grande mundo e o recolhimento para o ambiente íntimo criado pelo Shabat, por um dia, podem assegurar a liberdade espiritual do indivíduo.

Extraída da Resenha das Festas Judaicas,  do Rabino Abraham Blau, traduçãoo de Rafael Fisch, São Paulo, 1981, in “Sidur Avodat Halev”.

REFLEXÕES SOBRE A TORÁ



Rabino Moshe Grylak, Editora Sêfer, 312 páginas (14×21 cm, brochura), ISBN 85-85583-13-4, 1998 – 3ª edição

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Reflexões sobre a Torá – Parashá Ufishrá

Reflexões sobre a Torá é um livro dedicado àqueles que não estão familiarizados com os textos sagrados ou que buscam neles fontes de inspiração para os dias que vivemos. As explicações e comentários de Moshe Grylak sobre as porções semanais da Torá, originalmente publicadas na coluna Parashá Ufishrá do diário israelita Maariv, fazem chegar ao coração toda a riqueza contida na maior bem do judaísmo. Através de uma linguagem clara e acessível, profunda e repleta de sabedoria, o autor leva o leitor a conhecer de perto a única luz capaz de elevar o espírito humano: a luz da Torá.

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A cada manhã de sábado, judeus observantes do mundo inteiro caminham até suas sinagogas e lêem exactamente a mesma Parashá, a porção da Torá referente àquela semana. Sem jamais abrir mão da profundidade de conteúdo, Reflexões sobre a Torá traz diversas destas passagens explicadas e comentadas em linguagem jornalística, simples e directa. Graças ao dom único de Moshe Grylak, o prazer e o enriquecimento espiritual que derivam desta leitura, normalmente restritos ao universo religioso judaico, tornam-se acessíveis a milhares de pessoas.

Grande parte dos textos que compõem este livro foi originalmente publicada nas edições de fim-de-semana do diário israelita Maariv. Ao longo de 16 anos consecutivos, Parashá Ufishrá, coluna escrita por Grylak, conquistou e tornou cativos leitores de todas as vertentes. Uma das explicações para o sucesso que obteve junto ao grande público diz respeito à sua habilidade inata em trazer para o presente, de forma acessível e coloquial, as lições mais profundas dos textos sagrados.

É com imenso orgulho que a Editora Sêfer lança no Brasil uma obra como esta, capaz de iluminar e alimentar o espírito com os ensinamentos mais caros do judaísmo, expostos de maneira especialmente atraente ao público religioso e laico, a judeus e não judeus.

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Sobre o autor:

Nascido na Bélgica em 1936, Moshe Grylak imigrou aos 9 anos para Israel, onde estudou nos seminários rabínicos Col Torá, em Jerusalém, e Ponowicz, em Bene Brac.

Educador de renome, foi enviado pela Agência Judaica a São Paulo em 1966, onde trabalhou como professor no Colégio Iavne Beit Chinuch até 1970. De volta a Israel, ao lado de sua principal actividade, actuou também como redactor-chefe de diversas publicações especializadas, e responde actualmente pela conceituada revista Mishpachá, palavra hebraica que significa família.

Moshe Grylak manteve por 16 anos consecutivos uma das colunas semanais mais aclamadas do diário israelita Maariv, chamada Parashá Ufishrá, comentando a porção da Torá lida a cada Sábado, o Shabat judaico.

Além de leccionar em seminários rabínicos, Grylak percorre o mundo como conferencista, e seu nome é conhecido e reverenciado entre intelectuais judeus e não judeus. É autor de 12 livros e sua obra, em grande parte já traduzida para o inglês, francês, yidish e espanhol, lhe valeu prémios importantes no circuito literário internacional.

Moshe Grylak vive em Israel, é casado, tem seis filhos e 14 netos.

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