A TORÁ DE ÉRETS ISRAEL – Judaísmo e Sionismo


A Torá de Érets

Rabino David Samson e Rabino Tsvi Iehuda HaCohen Kook, Editora Sêfer, 354 páginas (16x23cm, brochura), ISBN 85-85583-21-5, 1999

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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“A Torá de Érets Israel – Judaísmo e Sionismo

Ensinamentos do Rabino Tsvi Iehuda HaCohen Kook

O rabino Kook (lê-se Kuk) era o ideólogo dos partidários da não devolução de territórios de Israel aos árabes. Era filho único do rabino Avraham Yits’chac HaCohen Kook e a pessoa mais próxima a ele e a seus ensinamentos. Como Rosh-Yeshiva da Yeshivat Mercaz HaRav de Jerusalém, educou uma nova geração de israelenses a ver a Mão Divina na reconstrução da nação judaica em Israel.

Devotado à percepção que seu pai tinha da Torá e do povo judeu, o rabino Tsvi Iehuda dedicou a vida à edição e publicação dos muitos manuscritos de seu pai. O acanhado apartamento dele em Jerusalém tornou-se o centro espiritual do movimento de colonização de Israel. Os fundadores das novas colônias judaicas na Judeia e Samaria, Gaza e Colinas do Golã eram alunos do rabino Tsvi Iehuda.

Os mais proeminentes rabinos, Primeiro-Ministros, generais do Exército de Israel e Baalê Teshuva (judeus que retornaram ao cumprimento do judaísmo) de todas as partes de Israel visitavam assiduamente sua casa.

Este livro é um marco: pela primeira vez é publicada em português a obra do rabino Tsvi Iehuda. Seus ensinamentos sobre a Torá, Emuna (fé), Ahava (amor), Érets (Terra de) Israel, Sionismo, Holocausto, Gueula (redenção) e Mashíach (Messias) apresentam a abrangente Torá de Érets Israel sob luzes esclarecedoras e sem igual.

Esta obra reúne comentários que pretendem levar os leitores para a intimidade do Bet Midrash do Rav Kook, para sentir e compreender intensamente sua visão desta singular era de redenção que o rabino Kook soube inspirar a nação a perceber.

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“Assim como as pedras usadas na construção do Templo não foram santificadas até ao término da obra, – da mesma forma, a construção da Terra de Israel é realizada em todos os segmentos da nação de Israel: pelos justos e pelos menos justos. Embora nós estejamos construindo com o que não é santificado – com todas as vicissitudes e dificuldades inerentes – , pouco a pouco todos os problemas desaparecerão e a santificação do Nome de Deus irradiar-se-á cada vez mais forte.”

Rabino Tsvi Iehuda HaCohen Kook

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ASSIM NASCEU ISRAEL


Assim Nasceu Israel

Jorge García Granados, Editora Sêfer, 328 páginas (16×23 cm, flexível), ISBN 978-85-85583-91-0, 2008

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Assim Nasceu Israel – Nos Bastidores da ONU: a votação que levou à criação do Estado Judeu

Este livro é o primeiro relatório detalhado, feito por uma testemunha que viveu o que a Comissão Especial das Nações Unidas para Palestina (UNSCOP) encontrou na Terra Santa, como se decidiu em favor da partilha e como nasceu Israel.

Além disso, é esta também primeira revelação franca do que ocorreu por trás dos augustos portais das Nações Unidas em todo o processo. Conta como funciona a Assembleia Geral; como, por meio de acordos, se elegiam as comissões especiais; como algumas personalidades dirigem e modelam a política de uma nação; como as grandes potências pressionaram e contra pressionaram os seus satélites antes da proclamação da independência de Israel, em 15 de maio de 1948.

O autor, Jorge García Granados, como chefe da delegação guatemalteca perante as Nações Unidas, foi designado para a Comissão Especial desse organismo para a Palestina, designação que acolheu com simpatia e calor. Permaneceu vários meses na Palestina com a Comissão, entrevistando os ingleses e reunindo-se em segredo com representantes do movimento subterrâneo judeu, com membros da Haganá e com as diversas facções árabes. Conversou com prisioneiros políticos, com motoristas, com operários, com colonos, assim como com funcionários de todo tipo. Foi à Palestina com total imparcialidade e isenção e saiu dali plenamente convencido da justiça da partilha. Em cumprimento de suas tarefas, visitou os campos de refugiados deslocados da Europa. Depois, retornou a Lake Success, então sede da ONU, para lutar por decisões transcendentais.

Com profunda humanidade e sensibilidade, e com o enfoque de um latino-americano que, segundo suas próprias palavras, “é de um país de dores”, García Granados narra neste livro apaixonante o que viu e o que ouviu. Não foi só o jogo duplo, a opressão e a intriga: também o idealismo, a determinação e as proezas presenciadas que foram a causa desta primeira história informal da gênese de Israel.

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Prefácio à Edição Brasileira:

Este livro é desconhecido da grande maioria do público de língua portuguesa, e seu autor, Jorge García Granados, um jornalista, advogado e diplomata guatemalteco, é pouco mencionado até mesmo nas comunidades judaicas e em Israel, que têm com ele uma dívida de gratidão por sua luta em prol da partilha da Palestina. Ele ajudou a abrir caminho para o nascimento de Israel.

Granados sofreu desde jovem a ditadura e o despotismo em seu país. Por defender a liberdade, foi preso e desterrado. No entanto, isso só fez aumentar seu apego às causas em que acreditava e moldou nele um espírito corajoso que jamais se dobrava aos poderosos. Era uma personalidade ímpar, sempre dedicado à justiça. Quis o destino que fosse o representante da Guatemala na Organização das Nações Unidas (ONU) quando os ingleses resolveram levar o problema da Palestina àquela instituição mundial.

Indicado para integrar a UNSCOP, a Comissão Especial das Nações Unidas para a Palestina, foi para o Oriente Médio com a imparcialidades que o caracterizou por toda a vida. Depois de meses conversando com pessoas de todo o tipo, visitando kibutzim e constatando os “milagres” que os judeus faziam ao transformarem desertos em áreas cultiváveis, em meio a condições extremas do clima, sofrendo o desdém dos britânicos que detinham o Mandato e sangrentos ataques das incitadas turbas árabes, Granados deixou a Palestina convencido da necessidade e da justiça da partilha, tornando-se, então, um dos seus grandes e mais forte arautos na ONU. Ele ainda foi à Europa e percorreu, entre sensibilizado e indignado, os campos onde viviam em estado de completa miséria judeus refugiados e deslocados, que não podiam imigrar para a Palestina nem voltar aos seus países de origem.

Trata-se de uma obra importantíssima, não só para nós judeus como para os não-judeus que se interessam pela questão do Médio Oriente. O relato de Granados, é um documento valioso para a compreensão do tema e um testemunho notável para a história, especialmente deste caso tão manipulado por aqueles que nunca se conformaram com a Independência de Israel. Suas páginas nos apresentam argumentos e fatos históricos paticamente inéditos e tão fortes, ainda desconhecidos do grande público, que acrescentam novas e irrefutáveis provas do direito judaico à Palestina.

É lamentável que, por mais de 60 anos, este livros, que só existia em inglês, espanhol e hebraico, tenha ficado inacessível ao leitor de língua portuguesa. Agora, este poderá conhecer mais a fundo as inúmeras facetas tratadas nesta obra, como, por exemplo, a fragilidade das reclamações árabes: Granados capta um dos motivos pelos quais eles nunca aceitaram o Estado Judeu – “Israel fere a dignidade nacional dos árabes” – ou, ainda, detalhes interessantes sobre a Declaração de Balfour e em que circunstâncias  ela foi elaborada e entregue; e todo o histórico da Liga das Nações ao conceder o mandato que a Inglaterra se encarregasse de criar o Lar Nacional Judaico e como ela se desviou disso por interesses políticos próprios.

O autor descreve também sua indignação com o brutal regime policial dos britânicos, a opressão, as injustiças e os tribunais ditatoriais que os ingleses impuseram aos judeus. Em determinado ponto de seu relato, chega a dizer que a atitude dos ingleses – sempre considerados paladinos do humanitarismo e da não-violência – era muito pior que a dos despóticos ditadores latino-americanos da época.

Há também um comovente testemunho sobre o célebre episódio do navio Exodus, relatado pelo diplomata que o ouviu de um não-judeu norte-americano, um reverendo que foi tripulante voluntário no transporte de imigrantes ilegais para a Palestina. O que se passou nos bastidores das comissões, subcomissões e Assembleia Geral da ONU é outro tema abordado com detalhes, que mostram como eram feitos os acordos entre os países para decidir questões na ONU, as pressões e as manipulações dos votos, especialmente as tentativas dos países árabes em impedir, a todo custo, que a partilha prosperasse e fosse aprovada pela maioria dos países do mundo.

Não menos importante é a corajosa revelação – surpresa para muita gente – de que os Estados Unidos nem sempre foram favoráveis à criação de Israel, chegando a ameaçar com sanções a então iminente jovem nação. O Estados Unidos foram o primeiro país do mundo a reconhecer a independência de Israel, mas fizeram de tudo para impedir que ele nascesse no dia 15 de Maio de 1948 e, além disso, tentaram, seguindo o caminho do apaziguamento, propor a revogação da partilha e criar um fideicomisso após a retirada das tropas britânicas – tudo para agradar os árabes e não ferir seus interesses petroleiros no Médio Oriente.

Este livro, agora em português, é uma homenagem à memória de um dos maiores democratas da América Latina: o seu autor, Jorge García Granados.

Os tradutores: Sara Schulman e Szyja Ber Lorber

UMA HISTÓRIA DO POVO JUDEU


Uma História do Povo Judeu, volume 1: De Canaã à Espanha

Hans Borger, Editora Sêfer, 480 páginas (16×23 cm, capa flexível), ISBN 85-85583-22-3, 1999 (3ª edição)

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Uma História do Povo Judeu, volume 2: Das Margens do Reno ao Jordão

Hans Borger, Editora Sêfer, 656 páginas (16×23 cm, capa flexível), ISBN 85-85583-41-X, 2002

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Creio que o público leitor interessado na temática terá, pela primeira vez, a oportunidade de manusear uma história judaica, abrangendo desde o período bíblico a do Segundo Templo até à expulsão dos judeus da Espanha e de Portugal, escrito com honestidade intelectual, isenção de espírito e conhecimento dos factos. Na verdade, desde que foram publicados em língua portuguesa os resumos da história judaica do clássico Simon Dubnov e de Cecil Roth, nas décadas de 40 e de 50, pouco se fez para actualizar o nosso conhecimento sobre o assunto. Portanto, um dos méritos, entre outros, da obra de Hans Borger é o de apresentar a matéria em questão sob a luz das novas descobertas arqueológicas e da pesquisa mais recente numa síntese amena e atraente, enriquecida de farto material ilustrativo e cartográfico.

Prof. Dr. Nachman Falbel, Titular de História Medieval, Universidade de São Paulo

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Sobre o autor:

Hans Borger nasceu em Berlim, Alemanha, e chegou como adolescente ao Brasil em 1936, com sua família, fugida do nazismo. Integrou-se rapidamente na comunidade judaica paulistana, participou de vários movimentos juvenis e, adulto, ocupou cargos de direcção na vida comunitária.

Ávido leitor e apaixonado da história judaica é, ao lado de alguns cursos que fez, essencialmente um autodidacta, e este livro é o resultado de dezenas de anos de convivência com académicos e de estudo e pesquisa próprios.

O ESTADO DE ISRAEL À LUZ DA LEI JUDAICA


Perguntas e Respostas

Rabino Iaacov Moshe Bergman, Editora Sêfer, 240 páginas (16×23 cm, brochura), ISBN 85-85583-66-5, 2004

Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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·O Estado de Israel pode ser a realização da visão messiânica dos profetas?

·Qual a relevância em saber se estamos ou não no início do processo da redenção?

·Por que muitos rabinos se opõem ao sionismo?

·Podemos responsabilizar o sionismo por milhares de pessoas que abandonaram a religião?

·Não seria melhor preocuparmo-nos com o cumprimento dos preceitos religiosos e deixar o resto nas mãos de Deus?

·Por que os sionistas religiosos aparentam ser menos rigorosos no cumprimento dos mandamentos?

·Desde quando é permitido enfeitar uma sinagoga com um símbolo laico, como uma bandeira?

São famosas as palavras de Nachmânides, para quem a Halachá (Lei Judaica) não deve, necessariamente, apresentar conclusões decisivas e respostas resolutas. Ou seja, ela também abre espaço para a indagação e interpretações diferentes das fontes. Não é minha intenção afirmar que o sionismo religioso é a única possibilidade na Halachá. Longe de mim entrar num redemoinho de discussões, para convencer as pessoas a mudarem o caminho que aprenderam com os seus rabinos. Nosso próprio público, o nacional religioso, tem as suas questões.

Muitas perguntas me foram enviadas justamente por amigos e vizinhos, ansiosos por encontrar uma resposta que os satisfizesse. Posso até me permitir fazer uma afirmação de que esta ou aquela seja a resposta mais adequada (a meu ver), mas creio não haver uma resposta absoluta. Quem estudar este livro com o intuito de esclarecer este tema e de encontrar a verdade (e não motivado pelo gosto da controvérsia), descobrirá a Divina verdade que aqui se oculta.

Algumas Pessoas pensam que a ideologia religiosa sionista é conciliatória, e que não tem compromisso suficiente com a Torá Oral. Este é mais um dos objectivos deste livro: mostrar que a Torá Divina é a essência e o conteúdo de nossas vidas. Nosso compromisso com a Halachá é absoluto e o modo como servimos a Deus provém única e exclusivamente dela.

Rabino I. Moshe Bergman

Sobre o autor:

Iaacov Moshe Bergman nasceu em 1969, em Jerusalém. É bisneto do renomado líder e Rabino Iaacov Moshe Charlap ZT”L. a quem seu nome homenageia. Após 14 anos de estudos na Yeshivat Mercaz Harav, recebeu sua “semichá” (título de Rabino) do Rabinato-Chefe de Israel e também dos ex-rabinos-chefes Avraham Shapira e Mordechai Eliyáhu. Além disso, é “mohél” diplomado pelo Rabino-chefe e detém o título académico equivalente ao mestrado em Talmud. Tanach e Torá Oral. É oficial do Exército de Defesa de Israel, tendo servido como soldado de combate. Foi professor em várias escolas em Israel e lecciona no Curso para Formação de Rabinos do Instituto Amiel.

Entre 2000-2002 serviu como Rabino da Comunidade Bnei Akiva de São Paulo, onde impressionou a todos por sua dedicação e por seus vastos conhecimentos em todas as áreas do judaísmo, e reforçou os laços da comunidade com o Estado de Israel através do esclarecimento da essência do sionismo nacional-religioso.

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