ZEMIRÓN – Melodias para a Mesa do Shabat


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Edição Jairo Fridlin, Editora Sêfer, 96 páginas (10,5×14 cm, papel couché ), ISBN 85-85583-74-6, 2002 (2006 edição revista)

Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Zemirón – com Tradução e Transliteração

Livro de bolso em papel couché, com 96 páginas, formato 10,5 x 14 cm, colorido, contendo as rezas e canções da mesa do Shabat, em hebraico, transliteração e tradução resumida.

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Significado do Shabat

O Shabat ocupa um lugar central no judaísmo. Sua imagem e seu múltiplo conteúdo encontram sua expressão numa vasta literatura. A ideia do Shabat e sua importância são ressaltadas na Bíblia inteira, a começar pelo relato da Criação e pelo lugar que ocupa nos Dez Mandamentos, dados durante a Revelação no Monte Sinai. É o Shabat que tem sido o factor principal da característica judaica do Povo de Israel, durante os longos séculos de sua Diáspora. O judeu, tão frequentemente oprimido e perseguido por povos malvados e cruéis, voltava a ser um homem livre ao encontrar  sua paz de espírito e descanso espiritual uma vez por semana. A libertação semanal de opressão aliviava a aflição da Galut (Diáspora, dispersão), até reduzi-lo a seis dias semanais, pois que o Shabat proporcionava um intervalo.

Deveras, parece que nunca houve uma geração que precisou tanto do descanso espiritual como a nossa. As muitas atividades de hoje em dia exigem do homem um esforço mental muito maior do que no passado. Os meios de comunicação a ele apelam incessantemente, de todos os lados, e penetram na sua vida particular e pública. O ritmo de vida estonteante da nossa época sujeita o homem a uma grande pressão. Ele não tem tempo para encontrar-se consigo e com seus pensamentos, para refletir sobre seus atos e pensar sobre suas ideias e melhorar seus passos. O ser humano perde sua personalidade. Diminui cada vez mais o número de pessoas com condições de expressar opiniões próprias sem estarem influenciadas e orientadas pelos meios de comunicação. O desligamento do grande mundo e o recolhimento para o ambiente íntimo criado pelo Shabat, por um dia, podem assegurar a liberdade espiritual do indivíduo.

Extraída da Resenha das Festas Judaicas,  do Rabino Abraham Blau, tradução de Rafael Fisch, São Paulo, 1981, in “Sidur Avodat Halev”.

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BATE-PAPO – Reflexões sobre questões essenciais do judaísmo.


Capinha bate papo

Nechemia Coopersmith, Editora Sêfer, Aish Hatorah e Or Israel College, 200 páginas (10×14 cm, brochura), ISBN 85-85583-35-5, 2001

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Um guia para discussões que nos façam reflectir sobre questões essenciais do judaísmo

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Bate-Papo é escrito de forma magistral – clara, concisa e ponderada. Nechemia Coopersmith deu ao universo judaico um instrumento eficiente e provocativo, para engajar judeus espiritualmente inquisitivos num discurso absorvente e produtivo. Todo indivíduo preocupado com a continuidade judaica, deve acolher entusiasticamente “Bate-Papo” em seu repertório intelectual.

Rabino Michel Twerski, Milwaukee

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Acredito que “Bate-Papo” é um instrumento prazeiroso, criativo e positivo de aprendizagem e ensino. Ao suscitar questões num contexto filosófico judaico, oferece uma contribuição relevante à educação informal no campus universitário. “Bate-Papo” provoca um debate ponderado entre amigos e familiares judeus, não só ao considerar cuidadosamente as questões de vida significativas, como também ao fornecer fontes judaicas que fundamentam a discussão.

Richard Joel, Presidente e Director Internacional de Hilel, Fundação para a Vida Judaica no Campus Universitário

CONTOS DE TSADIKIM – VAICRÁ


Contos  Vaicrá

G. MaTov, Editora Sêfer, 272 páginas (16×23 cm, brochura), ISBN 978-85-7931-004-1,  2010

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Contos de Tsadikim – Vaicrá (3º volume da coleção)

O Talmud ensina que um aluno pode aprender mais das ações de seu mestre do que de suas palavras, pois existem preciosas lições a serem aprendidas dos atos praticados por pessoas boas, os quais fazem as pessoas ao seu redor absorverem os ensinamentos da Torá desses “anjos que caminham entre os mortais”, como bem ilustra o sábio Chazon Ish.

Este livro é, na verdade, uma arca do tesouro repleta das mais belas histórias do Talmud, do Midrash e de grandes homens através dos séculos. Elas estão repletas da sabedoria da Torá, esse elixir de inspiração que preenche e dá sentido à vida do povo judeu.

Esta coletânea está dividida de acordo com as leituras semanais da Torá, para que cada Shabat seja enriquecido com histórias fascinantes relacionadas à parashá correspondente. 
Mas não pense o leitor que poderá ler somente as histórias daquela semana e abandonar o livro até a próxima… Esse é um livro que – felizmente – será folheado diversas vezes!

Com linguagem e apresentação adaptadas aos dias de hoje, Contos de Tsadikim já é considerado um best-seller em diversas partes do mundo. Do começo ao fim, enriquece o conhecimento e faz brilhar mais forte a chama da Torá em nossos corações. 
Que possamos aprender de nossos Tsadikim lições que carregaremos para o resto de nossas vidas, iluminando e indicando o caminho certo a seguir.

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Prefácio à Edição Brasileira

A edição do terceiro volume da série Contos de Tsadikim sobre o Livro de Vaicrá têm um gostinho todo especial. Nossos sábios nos instruem que as crianças devem iniciar o seu estudo justamente pelo terceiro livro da Torá, aquele que trata das oferendas que eram levadas ao altar do Beit Hamicdash.

O Rav Assi disse: “Por que iniciam (o estudo) com as criancinhas com o Livro de Torat Cohanim – Vaicrá e não com o livro de Bereshit? Porque as crianças são puras e os corbanot (oferendas) são puros. Venham os puros e estudem sobre os puros.” (Vaicrá Rabá, cap.7 letra 3)

Apesar de o Livro de Bereshit ser o início da história e, didaticamente, teria certa lógica iniciar o estudo pelo começo, nossos sábios dão preferência à “essência”. Assim, quando estudam o assunto das oferendas trazidas pelo homem ao Todo-Poderoso com o coração puro, a pureza das crianças que, em sua ingenuidade, não experimentaram a malícia e o pecado, têm uma força especial sobre o próprio carácter das crianças e, de forma mística, sobre a humanidade como um todo.

Muitas vezes, a forma e a didática ditam as diretrizes sobrepondo-se até sobre os conteúdos. Mas, desta vez, a essência foi prioritária em relação à “forma”,  a alma ao corpo, o coração à razão e “o quê” ao “como”.

Vamos então aproveitar, pais e filhos, para curtirmos novamente as histórias sobre as passagens da Parashat Hashavúa, para embelezarmos a santidade de nossas refeições do Shabat. Vamos sentir a pureza de nossas almas e a beleza da nossa Torá.

Rabino Raphael Shammah

CONTOS DE TSADIKIM – SHEMOT


Tsadikim  shemot

G. MaTov, Editora Sêfer, 272 páginas (16×23 cm, brochura), ISBN 978-85-85583-90-3, 2008

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Contos de Tsadikim – Shemot (2 volume da coleção)

O Talmud ensina que um aluno pode aprender mais das ações do seu mestre do que de suas palavras, pois existem preciosas lições a serem aprendidas dos atos praticados por pessoas boas, os quais fazem as pessoas ao seu redor absorverem os ensinamentos da Torá desses “anjos que caminham entre os mortais”, como bem ilustra o sábio Chazon Ish.

Este livro é, na verdade, uma arca do tesouro repleta das mais belas histórias do Talmud, do Midrash e de grandes homens através dos séculos. Elas estão repletas da sabedoria da Torá, esse elixir de inspiração que preenche e dá sentido à vida do povo judeu.

Esta colectânea está dividida de acordo com as leituras semanais da Torá, para que cada Shabat seja enriquecido com histórias fascinantes relacionadas à parashá correspondente. Mas não pense o leitor que poderá ler somente as histórias daquela semana e abandonar o livro até à próxima… Esse é um livro que – felizmente – será folheado diversas vezes!

Com linguagem e apresentação adaptadas aos dias de hoje, Contos de Tsadikim já é considerado um best-seller em diversas partes do mundo. Do começo ao fim, enriquece o conhecimento e faz brilhar mais forte a chama da Torá em nossos corações. Que possamos aprender de nossos Tsadikim lições que carregaremos para o resto de nossas vidas, iluminando e indicando o caminho certo a seguir.

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Prefácio à Edição Brasileira

Após o grande sucesso da publicação de Contos de Tsadikim – Bereshit, tenho a grata satisfação de apresentar o segundo volume dessa coleção: Contos de Tsadikim – Shemot.

Muitos pais me relataram entusiasmados sobre o grande benefício percebido no ambiente da mesa do Shabat e no relacionamento com seus filhos por meio das histórias desta coleção.

No Livro de Shemot (Êxodo), recebemos a ordem Divina sobre a construção do Mishcan (Tabernáculo), a tenda na qual a Shechiná (Presença Divina) se revelava. No lugar mais sagrado do Mishcan, a sala do Codesh Hacodashim (“Santo dos Santos”), ficava a Arca Sagrada onde estavam guardadas as Tábuas da Lei. Sobre a Arca havia dois querubins, uma alusão aos anjos que pairavam sobre a Arca.

Qual o significado desses anjos e como entender seu valor, uma vez que o judaísmo sempre se afastou de qualquer símbolo material de forças espirituais?

A resposta é que esses anjos tinham faces de crianças (em aramaico keruvia, que quer dizer “como crianças”). Na verdade, era isso que estava sobre a Arca que guardava as Tábuas: a mensagem de que deveríamos investir na educação das novas gerações a fim de assegurar a preservação da Torá oelo povo judeu.

Constam no Midrash Shir Hashirim as palavras do Rabi Meir:

“Na hora em que o Povo de Israel estava no Monte Sinai para receber a Torá, ouviu-se o seguinte diálogo entre Deus e o povo judeu:

– Eu decidi entregar a Torá a vocês – disse Deus. – Contudo tragam-me bons fiadores que Me garantam que vocês a respeitarão, e então Eu a darei a vocês.

– Senhor do Universo – respondeu o povo, – nossos antepassados serão nossos fiadores! Nossos profetas serão nossos fiadores!

– Mas estes também necessitam de fiadores por eles mesmos – disse Deus. – Tragam-Me bons fiadores, e então Eu darei a Torá a vocês.

– Nossos filhos serão nossos fiadores! – retrucou o povo judeu.

Ao ouvir isso, Deus afirmou:

– Estes certamente serão bons fiadores. Por causa deles Eu darei a Torá a vocês!”

Ao contar histórias como as deste livro aos nossos filhos  estamos garantindo que a Torá se perpetue em nosso povo. As nossas crianças são os verdadeiros “anjos da guarda” das Tábuas da Lei. Cada pai e cada mãe que transmite mais um ensinamento do Sinai está se aliando e reforçando a corrente milenar de nossa Torá e dando mais um passo rumo ao nosso ideal.

Por fim, gostaria de agradecer e parabenizar os patrocinadores desta ediçãoo por darem esta grande oportunidade a toda a comunidade brasileira.

Rabino Raphael Shammah

ZEMIRÓN COMPLETO


Zemirón Completo

Edição Jairo Fridlin, Editora Sêfer, 160 páginas (14×21 cm, capa dura de luxo), ISBN 978-85-85583-95-8, 2008

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Zemirón Completo – com Tradução e Transliteração

Edição luxuosa, em papel cuchê e colorida, de todas as rezas e canções da mesa do Shabat, em três versões: hebraico, tradução completa e transliteração. Inclui a Bênção de Graças Após as Refeições, as Bênçãos Nupciais, o Kidush (Santificação) para os dias de festa, a cerimônia de Ushpizin (inédito em português) e diversas outras canções.

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Significado do Shabat

O Shabat ocupa um lugar central no judaísmo. Sua imagem e seu múltiplo conteúdo encontram sua expressão numa vasta literatura. A ideia do Shabat e sua importância são ressaltadas na Bíblia inteira, a começar pelo relato da Criação e pelo lugar que ocupa nos Dez Mandamentos, dados durante a Revelação no Monte Sinai. É o Shabat que tem sido o factor principal da característica judaica do Povo de Israel, durante os longos séculos de sua Diáspora. O judeu, tão frequentemente oprimido e perseguido por povos malvados e cruéis, voltava a ser um homem livre ao encontrar  sua paz de espírito e descanso espiritual uma vez por semana. A libertação semanal de opressão aliviava a aflição da Galut (Diáspora, dispersão), até reduzi-lo a seis dias semanais, pois que o Shabat proporcionava um intervalo.

Deveras, parece que nunca houve uma geração que precisou tanto do descanso espiritual como a nossa. As muitas atividades de hoje em dia exigem do homem um esforço mental muito maior do que no passado. Os meios de comunicação a ele apelam incessantemente, de todos os lados, e penetram na sua vida particular e pública. O ritmo de vida estonteante da nossa época sujeita o homem a uma grande pressão. Ele não tem tempo para encontrar-se consigo e com seus pensamentos, para refletir sobre seus atos e pensar sobre suas ideias e melhorar seus passos. O ser humano perde sua personalidade. Diminui cada vez mais o número de pessoas com condições de expressar opiniões próprias sem estarem influenciadas e orientadas pelos meios de comunicação. O desligamento do grande mundo e o recolhimento para o ambiente íntimo criado pelo Shabat, por um dia, podem assegurar a liberdade espiritual do indivíduo.

Extraída da Resenha das Festas Judaicas,  do Rabino Abraham Blau, traduçãoo de Rafael Fisch, São Paulo, 1981, in “Sidur Avodat Halev”.

SALMOS



Vitor e Jairo Fridlin, David Gorodovits, Editora Sêfer, Edição em 2 formatos:

Salmos – Hebraico e Português (de bolso) – 464 páginas (10,5×14 cm, capa dura), ISBN 85-85583-25-8, 2000 (4ª edição)

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

Salmos – Com Tradução e Transliteração – 464 páginas (14×21 cm, capa dura), ISBN 85-85583-20-7, 199 (4ª edição)

PORTUGAL: Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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Do Prefácio:

«… Partindo de uma tradução literal, consultámos obras de nossos grandes comentaristas (relacionados no livro) para não nos desviar, em momento algum, de seu significado pleno, e tentámos reescrever a obra de David em português.

Se a inspiração que moveu o Rei David a nos legar este monumento conseguir atingir nossos corações e as mentes destes meninos judeus que pretendem voltar para casa, e ajudá-los a recuperar sua herança espiritual, já nos sentiremos recompensados.

Possa o Eterno nos abençoar e nos conduzir pela vereda da Vida a uma existência plena de estudo, oração e Maassim Tovim, boas atitudes.

Que uma Teshuvá completa seja alcançada por cada um de nós. Para que a ética, a prática da nossa religião e seus valores humanitários, a dedicação ao trabalho inspirador e criativo que sempre caracterizou o povo judeu e sua contribuição para o bem-estar dos seres humanos nos permitam constituir uma das parcelas positivas capazes de mudar o destino da Humanidade, dividida e cheia de ódios, desentendimentos, preconceito e incompreensão, para conquistar seus opostos: a compreensão e a paz.

Para que, afinal, penetre em nossos corações o significado do Salmo 19 como exemplo dos demais:

“Os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento atesta a obra de Suas mãos. Um dia ao seguinte transmite esta mensagem, uma noite à outra a comunica.

Não é linguagem humana, não há palavras, e som algum é percebido, mas por toda a terra ressoa o que dizem, e até aos confins chega Sua mensagem;

Para o sol assentou Deus no céu uma tenda; ele é como o noivo que sai da câmara nupcial, e como um herói ansioso para percorrer seu trajecto. Parte de um extremo dos céus e atinge o outro, e nada escapa de seu calor.

A Lei do Eterno é perfeita e reconforta a alma; verdadeiro é o testemunho do Eterno, que torna sábio o mais simples.

De absoluta rectidão são os preceitos do Eterno e trazem alegria ao coração; límpido é o mandamento do Eterno, que ilumina o olhar.

Puro é o temor do Eterno e perdura para sempre; verdadeiros são os julgamentos do Eterno, todos igualmente justos. São mais desejáveis que o outro, que o ouro mais refinado; mais doces que o mel que se forma nos favos.

Teu servo se esmera em cumpri-los e sei que grande é a recompensa por sua observação. Mas quem consegue discernir seus próprios erros?

Purifica-me das faltas involuntárias que não percebo.

Preserva-me também dos pecados conscientes, para que não dominem; serei então plenamente íntegro e estarei inocente de grandes transgressões.

Possam as palavras de minha boca e a prece de meu coração serem aceites por Ti, ó Eterno, minha Rocha e meu Redentor.”

Elul 5759, Agosto 1999.

David Gorodovits, Vitor Fridlin e Jairo Fridlin »

In Revista Shalom (Brasil) – Maio de 2007


Informações e encomendas através do email euronigma@sapo.pt

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